Senhor e Rei

Em Jesus somos vivificados

“Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12).

Nailson Junior

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25/05/2021 10h21Atualizado há 8 meses
Por: Nailson Júnior
Fonte: Conselho de Pastores do Brasil - CPB

Quando, aceitamos a Cristo como Senhor e Rei de nossa vida, estamos mudando de reino, ou seja, saímos do reino das trevas e entramos no reino da luz que é Cristo Jesus

“Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12).

Por isso nem todas as pessoas são filhos de Deus no sentido bíblico, somente os que creem que Jesus é o Salvador e tem uma vida de obediência a Sua Palavra, têm o direito de serem chamados filhos de Deus.

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1.12).

Quando o pecador recebe Jesus, nasce de novo e é feito filho de Deus. É por isso que Paulo diz: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (Rm 8.14).

“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13).

I. O HOMEM SEM JESUS ESTÁ MORTO ESPIRITUALMENTE

Ef 2.1-3 “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais”.

No capítulo 2.1-10 da carta aos Efésios, Paulo compara o crente que foi vivificado e o descrente que está nos domínios de Satanás. Neste trecho os descrentes são descritos como:

1. Mortos em pecados. Incessíveis e impotentes como cadáveres (corruptos, mortos espiritualmente).

1.1. Separados de Deus pelo pecado. “Todos pecaram e estão destituído da glória de Deus” (Rm 3.23).

1.2. O pecado separa o homem de Deus. “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir; mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça” (Is 59.1-2).

Em virtude do pecado de Adão, toda a humanidade está espiritualmente morta. Somente Deus pode dar-nos a nova vida e salvar-nos dessa terrível situação. Por Sua imensa misericórdia, o Senhor entregou Seu Filho por nos quando ainda éramos Seus inimigos. Ele nos amou muito antes de nós o amarmos (1ª Jo 4.9,10).

2. Tínhamos Satanás como príncipe.

“...andávamos segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;

2.1. Andando segundo o curso deste mundo. Um andar não necessariamente imoral ou irreligioso, mas um andar mundano, ou seja, sem Deus e afastado dele.

2.2. Estávamos sem Cristo. “Estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo” (Ef 2.12).

2.3. Levados por Satanás. O grande espírito mestre que dirige o curso deste mundo e determina a maldade e ações nos filhos da desobediência.

3. Vivendo em concupiscências carnais. Entregues aos prazeres do corpo e da mente.

1ª Jo 2.16-17 “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre”.

II. QUANDO RECEBEMOS A JESUS COMO ÚNICO SUFICIENTE SALVADOR

1. Quando ouvimos a pregação do evangelho.

Estávamos mortos espiritualmente. Um dia ouvimos o evangelho e o Espírito Santo despertou nossa fé.

A fé vem pela pregação da Palavra (Rm 10.17).

Fé + arrependimento = conversão.

2. Recebemos a Cristo em nosso coração. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3.20).

3. Fomos salvos pelo seu grande amor que se manifesta em misericórdia. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3.16)

4. Fomos vivificados. Efésios 2.1 “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados.”

Ef 2.4-7 “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus irá mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.”

4.1. Nos deu vida em Cristo Jesus. O versículo 5 tem sido traduzido assim: Estando nós também mortos em nossas ofensas, nos chamou para partilhar da vida de Cristo pela graça sois salvos.

“Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte” (1ª Co 3.14). “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).

4.2. Do seu poder vivificador, que se chama à vida os mortos e os assenta juntamente com Cristo nos lugares celestiais. (V. 5 e 6).

2ª Co 5.20 “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.

5. Fomos salvos pela graça.

Ef 2.8-9 “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; 9 não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

Aquele que é perdoado, liberto do domínio do pecado e de Satanás, está separado do mundo e agora vive para Deus, na comunhão com todos os demais salvos pela fé em Cristo.

5.1. A natureza da salvação.

Salvos pela graça. Não pelos nossos méritos, mas pelos méritos de Cristo.

5.2. A salvação é dom de Deus. É uma dádiva de Deus. Não há nada que possamos fazer para obter a nossa salvação.

6. O verdadeiro sentido das obras.

“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).

6.1. Aqui temos três referências às obras.

A. A salvação não prove das obras (v. 8).

B. Não podemos merecê-la. Deus é o que opera (v. 10).

C. Somente Ele pode salvar. “Para as boas obras” (10), primeiro salvos, depois trabalhando.

III. CRISTO VIVE EM MIM

A regeneração envolve união com Cristo, e uma mudança de coração e de mente:

1. O Espírito Santo efetua no homem a união de sua alma com Cristo.

Rm 6.3 “Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte”?.

2. Somos membros do corpo de Cristo.

Ef 5.30 “Porque somos membros do seu corpo”.

Gl 2.19-20 “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”.

O conceito de Cristo vivendo no crente é um pouco difícil de se compreender. Fisicamente, o crente não é diferente do que era antes. Há, porém, um poder invisível habitando nele depois da conversão, que fará amar a justiça e odiar o pecado.

2.1. Através de Sua morte, os homens são atraídos a Cristo. “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (Jo 12.32).

2.2. O poder de Cristo compartilhado. “Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele” (1ª Co 6.17).

2.3. Mantido pelo poder Divino. “Que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo” (1ª Pe 1.5).

2.4. O poder Divino passa através do crente para atrair outros a Cristo. “... para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal” (2ª Co 4.11b).

2.6. O poder Divino repele o pecado. “Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.32).

2.7. O poder Divino atrai para justiça. “Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude” (2ª Pe 1.3).

CONCLUSÃO. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.1-2).

Pr. Elias Ribas  da Assembleia de Deus em Blumenau - SC

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