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Polícia prende suspeitos de homicídios em Mamanguape

A Polícia Civil da Paraíba realizou operação e prendeu quatro homens suspeitos de homicídios ocorridos na região de Mamanguape. Os trabalhos tiveram o apoio da Polícia Militar e foram executados em João Pessoa e em Capim, cidade localizada no interior do Estado, sob a coordenação da 1ª Superintendência de Polícia Civil de João Pessoa.

26/07/2018 15:27

A Polícia Civil da Paraíba realizou operação e prendeu quatro homens suspeitos de homicídios ocorridos na região de Mamanguape. Os trabalhos tiveram o apoio da Polícia Militar e foram executados em João Pessoa e em Capim, cidade localizada no interior do Estado, sob a coordenação da 1ª Superintendência de Polícia Civil de João Pessoa.

Na Capital, os trabalhos começaram na tarde dessa quarta-feira (25) quando as equipes cumpriram ordens judiciais e prenderam José Barbosa da Silva Filho, no bairro do Rangel, por volta das 17h. Na manhã desta quinta-feira (26), os investigadores prenderam Marciel Antônio de Lima. Com ele, foram encontrados um colete balístico e duas armas de fogo, que foram apreendidas pela polícia. Em Capim, foram presos os dois irmãos Edilson Alvino dos Santos e Ednilson Cipriano Alvino dos Santos.

Os quatro homens são suspeitos de participação na ação criminosa ocorrida no dia 12 de maio deste ano, na região conhecida como “Comunidade do Facão”, em Mamanguape. Nessa ocasião, ocorreu o assassinato de duas pessoas e outras duas sofreram tentativas de homicídios. Os mortos foram identificados como Wellington da Luz Santos e Marciano França da Silva e os que sobreviveram aos atentados foram Carlos Eduardo dos Santos Almeida e José Bruno Alves da Silva.

Os presos ainda são suspeitos de agir em outra ação criminosa ocorrida no dia 12 de fevereiro de 2018, na cidade de Capim, quando ocorreu a morte de uma mulher identificada como Michele do Nascimento Silva e tentativas de homicídio contra Dionízio José Rodrigues e Victor Emanuel Augusto da Silva.

Os mandados de prisão são temporários, com duração de 30 dias, no entanto, o objetivo da polícia é concluir as investigações e transformar as ordens temporárias em prisões preventivas, quando não há tempo determinado para cumprimento.

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