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Nova etapa da Gabarito prende duas pessoas em flagrante

De acordo com o delegado Lucas Sá, durante a ação realizada nesta terça-feira, foram apreendidos documentos relacionados a concursos públicos, atestados médicos, laudos periciais em branco (referentes a Prefeitura de Santa Rita) e documentos relacionados a licitações públicas do estado de Alagoas,no cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram presos parentes de investigados. Foram presos: Walter Leal da Silva, de 72 anos (preso por posse ilegal de arma de fogo) e a filha dele Yanyara Pessoa Leal, estudante de Direito, de 39 anos, que se apresentou como advogada e foi autuada pelo crime de falsa identidade.

30/05/2017 16:33

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, em continuidade às investigações, deflagrou, na manhã desta terça-feira (30), a terceira fase da Operação Gabarito com a participação de 20 policiais de diversas Delegacias, que deram cumprimento a 16 mandados de busca e apreensão nas residências de investigados, situadas nos bairros: Portal do Sol, Seixas, Miramar, Valentina Figueiredo, Mangabeira e Centro de João Pessoa e Cabedelo.

De acordo com o delegado Lucas Sá, durante a ação realizada nesta terça-feira, foram apreendidos documentos relacionados a concursos públicos, atestados médicos, laudos periciais em branco (referentes a Prefeitura de Santa Rita) e documentos relacionados a licitações públicas do estado de Alagoas. No cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram presos parentes de investigados. Foram presos: Walter Leal da Silva, de 72 anos (preso por posse ilegal de arma de fogo) e a filha dele Yanyara Pessoa Leal, estudante de Direito, de 39 anos, que se apresentou como advogada e foi autuada pelo crime de falsa identidade. Com os suspeitos foram apreendidas armas brancas e uma arma de fogo com 10 munições.

A terceira fase da ‘Operação Gabarito’ tem como objetivo principal a análise do material apreendido e a identificação de membros da organização criminosa que ainda estejam em liberdade. Durante esta fase foram encontrados documentos como: planilhas de valores de cargos públicos, o planejamento para o ano de 2017 (concursos futuros que seriam fraudados) e planilhas com o nome de diversos candidatos e membros da organização criminosa.

“A Polícia Civil vai encaminhar todas as provas apreendidas à Justiça, com o relatório de análise e individualização das condutas de todos os membros da organização criminosa identificados. Até o presente momento a Polícia Civil já identificou mais de 100 pessoas envolvidas diretamente nas fraudes em concursos públicos em diversos estados do Brasil e encontrou provas que indicam que mais de 1000 pessoas foram beneficiadas pelo esquema criminoso (candidatos)”, afirmou o delegado Lucas Sá.

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