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Brasil deslancha no segundo tempo e supera retranca da Rússia

Vitória pór 3 a 0 sobre anfitriões aconteceu no estádio que vai sediar a abertura da Copa do Mundo 2018

23/03/2018 15:45

Se o objetivo era enfrentar um time que oferecesse resistência defensiva por adotar uma linha de cinco defensores, a seleção brasileira teve um saldo muito positivo do amistoso desta sexta-feira contra a Rússia – especialmente pelo segundo tempo que fez. A vitória por 3 a 0 sobre os anfitriões da Copa do Mundo, no estádio Lujniki, palco da abertura e da final do Mundial, serve como mais uma prova de que o Brasil precisa usar velocidade, movimentação (e bola alta, no momento certo) para superar retrancas que provavelmente aparecerão na rota rumo ao hexa. Os gols foram de Miranda, Coutinho e Paulinho.

O roteiro dos primeiros 45 minutos, com a Rússia inteira fisicamente, já era mais do que esperado. Um time fechadinho, dificultando os espaços para a articulação brasileira pelo meio e dobrando a marcação nas investidas pela ponta.

Coutinho fez uma função diferente da que cumpriu em jogos anteriores pela seleção e ficou mais distante do gol e não conseguiu o ritmo adequado para alimentar, sobretudo, Gabriel Jesus. A seleção até conseguiu finalizar várias vezes no primeiro tempo, mas não foi um jogo confortável, ainda que o domínio amplo tenha sido da equipe de Tite.

O Brasil mudou da água para o vinho no segundo tempo, voltou mais ousado, dinâmico, buscando jogadas agudas, especialmente com Douglas Costa e Willian, não limitando-se às tentativas frustradas de girar, girar e não arrumar muita coisa.

Mas às vezes não adianta só ficar com a bola no chão, rodando para lá e para cá. Foi lançando os zagueiros ao ataque, em jogada de escanteio curto, que o Brasil finalmente superou a defesa russa. Miranda abriu o placar ao aproveitar o rebote de uma cabeçada de Thiago Silva. Foi um alívio.

O gol fez a Rússia se desmanchar. O preenchimento dos espaços na marcação não eram mais tão eficientes. Paulinho foi uma alternativa muito boa, aparecendo como elemento surpresa na área em condições de marcar. Depois de perder uma grande chance, o meio-campista foi derrubado por Zobnin na área. Coube a Coutinho converter o pênalti.

A vitória brasileira foi sacramentada já nos 20 minutos do segundo tempo, com Paulinho aparecendo na área mais uma vez e, de cabeça, completou o placar. Depois do gol, aquele troca-troca característico de amistosos – tanto na Rússia quanto no Brasil – descaracterizou os dois lados. A Rússia chegou poucas vezes e até assustou em um lance que demandou intervenção de Thiago Silva quase em cima da linha. Mas o Brasil passou ileso e venceu por 3 a 0.

RÚSSIA 0 X 3 BRASIL

Local: Estádio Lujniki, em Moscou (RUS)

Árbitro: Aleksey Kulbakov

Gols: Miranda (7’/2ºT), Coutinho (17’/2ºT), e Paulinho (20’/2ºT)

RÚSSIA: Afinfeev, Kutepov, Kudryashov e Granat; Kombarov (Zhirkov), Samedov (Smolnikov), Glushakov (Miranchuk), Golovin e Zobnin; A. Miranchuk (Dzagoev) e Smolov (Zabolotny). Técnico: Stanislav Cherchesov.

BRASIL: Alisson, Dani Alves (Fagner), Miranda (Geromel), Thiago Silva e Marcelo; Casemiro, Paulinho (Renato Augusto) e Coutinho (Fred); Willian (Taison), Douglas Costa e Gabriel Jesus (Firmino). Técnico: Tite.Se o objetivo era enfrentar um time que oferecesse resistência defensiva por adotar uma linha de cinco defensores, a seleção brasileira teve um saldo muito positivo do amistoso desta sexta-feira contra a Rússia – especialmente pelo segundo tempo que fez. A vitória por 3 a 0 sobre os anfitriões da Copa do Mundo, no estádio Lujniki, palco da abertura e da final do Mundial, serve como mais uma prova de que o Brasil precisa usar velocidade, movimentação (e bola alta, no momento certo) para superar retrancas que provavelmente aparecerão na rota rumo ao hexa. Os gols foram de Miranda, Coutinho e Paulinho.

O roteiro dos primeiros 45 minutos, com a Rússia inteira fisicamente, já era mais do que esperado. Um time fechadinho, dificultando os espaços para a articulação brasileira pelo meio e dobrando a marcação nas investidas pela ponta.

Coutinho fez uma função diferente da que cumpriu em jogos anteriores pela seleção e ficou mais distante do gol e não conseguiu o ritmo adequado para alimentar, sobretudo, Gabriel Jesus. A seleção até conseguiu finalizar várias vezes no primeiro tempo, mas não foi um jogo confortável, ainda que o domínio amplo tenha sido da equipe de Tite.

O Brasil mudou da água para o vinho no segundo tempo, voltou mais ousado, dinâmico, buscando jogadas agudas, especialmente com Douglas Costa e Willian, não limitando-se às tentativas frustradas de girar, girar e não arrumar muita coisa.

Mas às vezes não adianta só ficar com a bola no chão, rodando para lá e para cá. Foi lançando os zagueiros ao ataque, em jogada de escanteio curto, que o Brasil finalmente superou a defesa russa. Miranda abriu o placar ao aproveitar o rebote de uma cabeçada de Thiago Silva. Foi um alívio.

O gol fez a Rússia se desmanchar. O preenchimento dos espaços na marcação não eram mais tão eficientes. Paulinho foi uma alternativa muito boa, aparecendo como elemento surpresa na área em condições de marcar. Depois de perder uma grande chance, o meio-campista foi derrubado por Zobnin na área. Coube a Coutinho converter o pênalti.

A vitória brasileira foi sacramentada já nos 20 minutos do segundo tempo, com Paulinho aparecendo na área mais uma vez e, de cabeça, completou o placar. Depois do gol, aquele troca-troca característico de amistosos – tanto na Rússia quanto no Brasil – descaracterizou os dois lados. A Rússia chegou poucas vezes e até assustou em um lance que demandou intervenção de Thiago Silva quase em cima da linha. Mas o Brasil passou ileso e venceu por 3 a 0.

RÚSSIA 0 X 3 BRASIL

Local: Estádio Lujniki, em Moscou (RUS)

Árbitro: Aleksey Kulbakov

Gols: Miranda (7’/2ºT), Coutinho (17’/2ºT), e Paulinho (20’/2ºT)

RÚSSIA: Afinfeev, Kutepov, Kudryashov e Granat; Kombarov (Zhirkov), Samedov (Smolnikov), Glushakov (Miranchuk), Golovin e Zobnin; A. Miranchuk (Dzagoev) e Smolov (Zabolotny). Técnico: Stanislav Cherchesov.

BRASIL: Alisson, Dani Alves (Fagner), Miranda (Geromel), Thiago Silva e Marcelo; Casemiro, Paulinho (Renato Augusto) e Coutinho (Fred); Willian (Taison), Douglas Costa e Gabriel Jesus (Firmino). Técnico: Tite.

Fonte : O Globo

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