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Outubro registra alta no Índice de Confiança do Consumidor na Paraíba

Na comparação anual, o índice registrou alta de 1,10%, passando de 104,74 em outubro de 2017 para 105,89 pontos neste mês,a escala de pontuação do Índice de Confiança do Consumidor varia de 0 (total pessimismo) a 200 (total otimismo).

30/10/2018 10:34

 

O mês de outubro registrou alta de 1,09% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) na Região Metropolitana de João Pessoa, avaliado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Econômicas e Sociais da Paraíba. O ICC passou de 104,75 pontos em setembro de 2018 para 105,89 pontos neste mês.

Este resultado foi influenciado pelo índice de expectativa futura que registrou alta de 2,35%. Pois, os consumidores esperam que, após o término das eleições, ocorra melhora na política econômica do país. Além desses fatores, existe a perspectiva de contratação para vagas de empregos temporários para o final de ano.

Na comparação anual, o índice registrou alta de 1,10%, passando de 104,74 em outubro de 2017 para 105,89 pontos neste mês. A escala de pontuação do Índice de Confiança do Consumidor varia de 0 (total pessimismo) a 200 (total otimismo).

Na avaliação por gênero, tanto os homens quanto as mulheres se mostraram mais confiantes, com altas de 1,37% e 0,92%, respectivamente. Os consumidores solteiros registraram o maior acréscimo, com 2,11%. Por escolaridade, os que possuem ensino superior completo demonstraram maior crescimento, 1,74%. Por faixa etária, a maior alta foi registrada pelos consumidores com idades compreendidas entre 26 e 36 anos (1,63%). E, por renda, os que ganham entre sete e dez salários mínimos, com expansão de 1,65%.

 

Condições atuais e expectativa

O Índice de Confiança do Consumidor é composto por dois subindicadores: O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) que apura a confiança do consumidor em relação à sua situação atual e o Índice de Expectativa do Consumidor (IEC) que mede o sentimento do consumidor em relação à sua situação futura. Em outubro de 2018, o IEC foi o que influenciou para o aumento do nível de confiança apurado pelo ICC, com alta de 2,35%. Em contrapartida, o ICEA registrou leve queda de 0,54% neste mesmo período.

Na avaliação dos entrevistados considerando a situação futura da família, o percentual que avaliaram como melhor aumentou de 58,10% em setembro de 2018 para 65,76% em outubro desse ano. Em contrapartida, o percentual dos que avaliaram como pior caiu de 13,47% para 10,60% no mesmo período. Já na avaliação dos consumidores considerando a situação atual da família, a parcela de consumidores que avaliaram como melhor a atual situação familiar caiu de 27,18% em setembro/2018 para 24,75% em outubro/2018 e a parcela de consumidores que julgaram como pior a atual situação da família subiu de 35,16% para 36,25%.

 

Metodologia

A sondagem tem por objetivo fazer diagnóstico de um conjunto de informações econômicas, construídas a partir de respostas sobre as condições correntes e futuras, esperadas pelos consumidores em níveis micro e macroeconômicos. A escolha da amostra apresenta um índice de confiança de 95% e um erro amostral de 4,90%. Para atender a precisão desejada, a amostra foi estimada em aproximadamente 400 entrevistas, sendo os participantes escolhidos de forma aleatória na RMJP, nos dez primeiros dias do mês, em diversos pontos onde ocorre maior concentração de consumidores.

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