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Extraordinária missão dos Fiéis Mensageiros de Deus

27/11/2019 14:39

Quem vos der ouvidos a mim me ouve; e quem vos rejeitar a mim me rejeita; quem, porém, me rejeitar rejeita Aquele que me enviou [ou seja, o Pai, que está no Céu].

Jesus (Lucas, 10:16)

Diante disso, é necessário ter cuidado ao propagar o que Jesus deixou escrito por intermédio dos Evangelistas. Se você não estiver transmitindo corretamente os ensinamentos do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, a pessoa que os ouvir creditará a Ele a má lição recebida. Ao deturpar preceitos celestes, o vacilante ficará numa posição delicada perante a Justiça Eterna, pois estará servindo de instrumento ao “lobo invisível”, para o desvio das ovelhas do Senhor.

A fim de ser fiel mensageiro da Palavra de Deus, o evangelizador não precisa inventar nada. Basta que abra e leia o Evangelho-Apocalipse de Jesus com o coração iluminado pelo Amor Fraterno e o cérebro esclarecido pela Verdade Divina. Analise tudo em Espírito e Verdade, à luz do Novo Mandamento do Sublime Pegureiro — “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Evangelho do Cristo, segundo João, 13:34 e 35). O que sempre se deve guardar na mente é que não se pode pregar com ódio o que o Pai Celestial ensinou com Amor. No dia em que todos dessa forma estudarem a Boa Nova e o Livro das Profecias Finais, chegaremos à curul, ao apogeu, dessa tarefa extraordinária, que Jesus concedeu à nossa modesta capacidade. O Mestre pode parecer, a certos olhos humanos, divinamente incoerente. No entanto, Ele não o é.

Minha coerência é o bem do meu semelhante

Recordo-me da seguinte reflexão de Ralph Waldo Emerson (1803-1882), que o Gandhi (1869-1948) gostava de citar:

— A tola coerência é o cavalo de batalha dos medíocres.

Em algumas ocasiões, expliquei que é claro que o Mahatma não estava, ao propagar o raciocínio de Emerson, preconizando o pensamento desgovernado, a incoerência boçal. Sendo um homem de pensamento amplo, ele compreendia perfeitamente que tal “coerência” serviu de pretexto para muitos que não queriam avançar. Por isso, buscava a que sobrepaira a craveira comum do entendimento das pessoas — a coerência da moral divina, que todos nós temos de aprender.

Não podemos, portanto, agir irresponsavelmente, querendo atribuir a essa expressão um sentido criminoso.

Inspirado na sabedoria antiga dos hindus, o Mohandas ainda afirmava:

— A estrada que conduz à Verdade foi construída para os intrépidos.

Em meu livro Reflexões e Pensamentos — Dialética da Boa Vontade (1987), alicerçado no exemplo de Jesus, o Cristo de Deus, escrevi que a minha coerência é o bem do meu semelhante.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Serviço – A Missão dos Setenta e o “lobo invisível” (Paiva Netto), 384 páginas. À venda nas principais livrarias ou pelo www.amazon.com.br.

Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associa-ção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Compositores (UBC).
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