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Recado pertinente

29/08/2019 17:48

Recado pertinente
A Assembleia Legislativa da Paraíba mantém o ritmo acelerado, aliás, avança nas ações
parlamentares, sob a batuta do presidente da Casa Epitácio Pessoa, deputado Adriano Galdino
(PSB). Com maestria, Galdino tem conduzido bem os trabalhos na Casa, tanto na votação de
matérias quanto na intermediação de debates e embates.
Em meio a mais uma discussão acalorada acerca de temas políticos atuais, na sessão desta
quarta-feira (28), o presidente Adriano Galdino deu um recado, no mínimo, pertinente:
lembrou aos colegas parlamentares, em alto e bom tom, que a eleição passou e que é preciso
desarmar os palanques, como forma de direcionar esforços à ações voltadas ao
desenvolvimento do país, em geral, e ao da Paraíba, em particular.
Mais do que isso, Adriano Galdino disse que é preciso respeitar o resultado das urnas; quem
ganha governa, e, quem perde, fica na oposição, mas que esta seja feita com responsabilidade,
de forma propositiva.
Causa Nobre
Os deputados estaduais demonstraram, nesta semana, preocupação com a situação do
Hospital Napoleão Laureano, referência na Paraíba no tratamento de pessoas com câncer. A
unidade, de acordo com os parlamentares, tem enfrentado dificuldades com a queda no
repasse de recursos por parte do Governo Federal, através do Sistema Único de Saúde (SUS).
O presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, informou que todos os parlamentares
contribuem mensalmente com o Hospital Laureano e que a Casa tem o interesse de ampliar
essa contribuição para todo o corpo e servidores.
Drª Paula
A deputada Drª Paula (PP) se solidarizou com a educadora Severina Bertoldo, diretora do
Colégio Estadual Dom Moisés Coelho, em Cajazeiras, por ter a mesma decidido, de forma
“honrosa”, pedir demissão do cargo após ter seu pedido negado, pela direção da 9ª Gerência
de Educação do Estado, de decretar luto e suspender as aulas na Escola, por um dia, pela
morte de uma professora da unidade educacional.
“O fato é lamentável”, declarou a deputada, acrescentando que a medida se constitui,
também, em um ‘ato arbitrário’, que revoltou alunos, professores e demais integrantes do
segmento educacional de Cajazeiras e região.

Valter Nogueira

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