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Caridade e Meritocracia Divina

18/02/2019 09:51

Quando Deus criou os Universos, o fez por espírito de Caridade. E, quando passou à Sua criação
cósmica o sentido do livre-arbítrio (relativo), também usou de Caridade, para que cresçamos pelo nosso
esforço, de modo que, um dia, possamos merecer o Seu Reino Espiritual, que vem baixando a nós ao toque
da Sétima Trombeta: “O sétimo Anjo tocou a trombeta, e se ouviram no céu grandes vozes, dizendo: O
reino do mundo tornou-se de Deus e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apocalipse,
11:15).
O livre-arbítrio, associado ao senso de responsabilidade, é uma disciplina de Deus que temos de
respeitar. É dessa forma que alcançamos o status da Cidadania do Espírito. É pela Meritocracia*
Divina, mediante as nossas boas obras. E, por favor, não confundam esse conceito com uma ideia, quando
transversa, de “direito divino” (com iniciais minúsculas). É importante destacar que, sem o entendimento
da Lei Universal da Reencarnação e sem o sentido de dever, essa perspectiva de “direitos” é incompleta e
se torna um absurdo, podendo resvalar nos privilégios mais condenáveis.
(…)
Novo Mandamento de Jesus e Reencarnação
A Lei da Reencarnação confirma o livre-arbítrio; o livre-arbítrio confirma a Lei da Reencarnação.
Um justifica o outro. Agora, se você não conhece, ou não sente em sua alma o Novo Mandamento de Jesus,
aí as coisas mais santas acabam tendo uso miserável.
Não é suficiente apenas saber que o mecanismo das vidas múltiplas é uma realidade. É essencial
possuirmos a vivência da Ordem Suprema do Cristo — “amai-vos como Eu vos amei. Não há maior Amor
do que doar a própria vida pelos seus amigos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 15:13). Já asseverei, na
abertura de meu livro Voltamos! — A Revolução Mundial dos Espíritos de Luz (1996), que o Mandamento
Novo, a Sublime Norma do Cristo, é mais importante que o reconhecimento da própria universal Lei das
Vidas Sucessivas, porquanto, antes de tudo, é preciso amar como o Cristo Ecumênico nos ama, para
compreender e viver — sem oprimir ninguém, muito menos os “párias” da existência humana — o
Mecanismo da Legislação Divina, que só pode ser integralmente conduzido pelo Estadista Celestial, que
está voltando à Terra, conforme prometeu:
— “Então, verão o Filho de Deus vir nas nuvens, com grande poder e glória”.

Jesus (Marcos, 13:26)
— “Então, o Filho de Deus será visto voltando sobre as nuvens, com poder e grande glória”.
Jesus (Lucas, 21:27)
— “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho de Deus; todos os povos da Terra se lamentarão e
verão o Filho de Deus vindo sobre as nuvens com poder e grande glória”.

Jesus (Mateus, 24:30)
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com


  • Meritocracia — Vocábulo originário do latim meritum, que quer dizer “mérito”, e do sufixo grego antigo-cracía,
    que significa “poder”. É um sistema de gestão que considera o mérito, como aptidão, a razão principal para atingir
    condição elevada. As posições hierárquicas são conquistadas, em tese, com base no merecimento. E entre os valores
    associados estão educação, moral e competência específica para determinada atividade. Constitui uma forma ou
    método de seleção e, em sentido mais amplo, pode ser compreendida como uma ideologia governativa.
    Serviço – Os mortos não morrem! (Paiva Netto), 528 páginas. À venda nas principais livrarias ou pelo site
    www.clubeculturadepaz.com.br

Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associa-ção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Compositores (UBC).
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