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Pais de Boas Obras

13/08/2018 10:46

Dia dos Pais! Nosso pensamento se eleva em primeiro lugar ao Pai de todos, o Celestial, que gerou
nossos pais e fez igualmente de nós pais. Alguns argumentam: “E como ficam os homens que não
têm filhos?”
Já expliquei que pai também é aquele que faz nascer boas obras — como que suas filhas —, o que
levanta indispensáveis construções espirituais e sociais — como que seus filhos. Grandes figuras da
humanidade não foram genitores no sentido literal da palavra, contudo trouxeram à Terra filhos
livros, descobertas científicas e desbravamentos filosóficos, morais, políticos, religiosos. São
admiráveis descendentes que beneficiam multidões, geração após geração.
Aos pais de filhos espirituais, carnais, morais, sociais, o reconhecimento fraterno da Legião da Boa
Vontade, dos seus Centros Comunitários, Educacionais, Culturais, Artísticos, Esportivos; do
Conjunto Educacional Boa Vontade, em São Paulo/SP; do Centro Comunitário de Assistência
Social Alziro Zarur, da LBV, em Glorinha/RS; de todas as obras que sustentamos pela força da Fé
Realizante, porque a Fé, ensinou Jesus, remove montanhas.
E mais afirmou o Divino Chefe: “Tudo é possível àquele que crê” (Evangelho, segundo Marcos,
9:23).
A quantos o Excelso Taumaturgo tem convidado: “Levantai e andai!” (Evangelho, consoante
Lucas, 5:23). E caminharam. A quantas pessoas ordenou: “Vede!” E viram. O Cristo curou cegos
de nascença (Evangelho, segundo João, 9:1 a 91). Porque cada um recebe, Ele mesmo adverte: “de
acordo com as obras de cada um” (Evangelho, segundo Mateus, 16:27; e Apocalipse, 20:13).
Seres de Boa Vontade, do Brasil, do mundo, do plano espiritual ainda invisível aos nossos parcos
sentidos físicos, para a frente e para o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista! Como disse o
Irmão André Luiz, Espírito: “A LBV é a nossa caravana de agora. Não nos iludamos: Jesus segue
na vanguarda do nosso Movimento”.
Oração dedicada aos pais
Vamos elevar o nosso pensamento a Deus, ao Pai Celestial. Pedir a Ele a proteção para os pais
terrenos. Na dor, no sofrimento, na guerra, a primeira invocação que se ouve por parte dos que
padecem é o nome daqueles que os geraram. Agora, vamos orar a Prece Ecumênica de Jesus, a
Oração do Senhor deste planeta, que se encontra no Seu Evangelho, segundo Mateus, 6:9 a 13.
“Pai Nosso, que estais no Céu, santificado seja o Vosso nome. Venha a nós o Vosso Reino. Seja
feita a Vossa Vontade, assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoarmos aos nossos ofensores. E não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal, porque Vosso é o Reino, e o Poder, e a Glória para
sempre. Amém!”
O sentido da liberdade verdadeira
“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoarmos
aos nossos ofensores.”
Fosse essa a súplica permanente do mundo e muita coisa se transformaria. Porque, para começar,
estaríamos pedindo ao Criador o pão espiritual, a fortaleza para a nossa mente, o sentido da
liberdade verdadeira, a independência de julgamento, que só pode vir pela celeste inspiração. Se o
corpo precisa do alimento material, o Espírito necessita do pão da liberdade.

Mas o que é a liberdade? As mãos livres para fazer mal ao semelhante? Para infamar, para caluniar,
uma comunidade, uma família? Não! Isso seria o mal estabelecido. A liberdade tem de ser
iluminada pelo coração que ama, respeitando-se a Justiça que provém de Deus. Isso é que é moral,
justo! Todavia, para que essa concepção possa, na verdade, viger, edificando um país, temos de
procurar a compreensão do que seja realmente a Lei Divina.
Urge nos conscientizarmos de que o Amor Fraterno é também Justiça, não condescendência com o
erro. Alguém pode perguntar: “Mas o que está certo e o que está errado?”
O que causa prejuízo e dor não pode estar correto. O desequilíbrio da humanidade vem muito disso.
Jesus como paradigma
Salve o Dia dos Pais, o Dia das Mães, dos Avós! Salve, Jesus! Às crianças e aos jovens do Brasil e
do exterior, a nossa saudação! Que a grama verde (a mocidade), descrita no estudo sem tabus do
Apocalipse, não seja destruída. Do contrário, não haverá continuidade de vida na Terra. E quando
falamos não ser aniquilada a juventude, não pensamos somente no sentido restrito da morte do
corpo físico, porque, se a consciência estiver falida, estaremos mortos também. Existem o intelecto
e a consciência. A segunda conduz-nos à sabedoria, quando iluminada, se assim o quisermos, pela
Bondade Divina.
Que a Paz de Deus esteja agora e sempre no coração de todos e de todas, quer acreditem na
Espiritualidade Superior, quer sejam ateus ou ateias! O importante é ser honesta, digna; ser honesto,
digno. Aí está o segredo: Jesus como paradigma! Que Ele tenha piedade de nós, e que a Sua
generosidade conduza os nossos destinos!
Finalizando, registro, emocionado, meus sinceros agradecimentos ao meu saudoso pai, Bruno
Simões de Paiva (1911-2000). Um dos principais responsáveis pela minha formação cultural, ainda
que modesta. Constantemente me presenteava com livros, preocupado que foi com a educação do
filho, como também de minha irmã, Lícia Margarida (1942-2010). Receba, seu Bruno, onde
estiver, ao lado de dona Idalina (1913-1994), um beijo no coração!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associa-ção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Compositores (UBC).
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