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Dor de cabeça pode incapacitar e alterar qualidade de vida

07/06/2018 10:16

Com tipos e origens variadas, a cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça, causa transtornos no dia a dia das pessoas, sobretudo em casos mais graves em que as dores se tornam constantes. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a enxaqueca, por exemplo, é a sexta doença mais incapacitante do mundo, sendo responsável por afetar a qualidade de vida e impedir que as pessoas mantenham uma rotina normal.

De acordo com a clínica geral do Hapvida em Campina Grande, Mariluce Terra, a cefaleia é uma das queixas mais recorrentes dos pacientes em consultas médicas, sendo uma das principais causas para as faltas no trabalho. “Os tipos mais comuns de dores de cabeça são enxaqueca, cefaleia tensional e cefaleia por abuso de medicações para a dor. A ocasional, que não ocorre de repetição e não influencia nas atividades diárias, se deve, geralmente, a alterações de rotina, de modo isolado e não costuma trazer repercussões a médio e longo prazo”, explica.

Esse tipo de dor de cabeça pode ser sentido por qualquer pessoa, levando em consideração as possíveis alterações de hábitos, preocupações e outros fatores. A médica esclarece que quando as dores se tornam repetitivas ou acompanhadas de sintomas diferentes é recomendado procurar um especialista para avaliar a situação. “Se a dor for um episódio isolado, mas muito intensa, melhor ir ao pronto socorro e averiguar. As enxaquecas, por outro lado, são aquelas dores que costumam ser constantes, com intervalos mais ou menos definidos e podem ou não ser acompanhadas de náusea, vômitos e outros sintomas”, comenta Mariluce Terra.

No entanto, não existem técnicas específicas que eliminam as dores de cabeça ou os sintomas, mas algumas atitudes podem auxiliar na redução da frequência e também intensidade das cefaleias. “Manter um padrão regular de sono, ter boa alimentação e beber água adequadamente, exercícios físicos, tratar problemas psicológicos e doenças psiquiátricas, ioga e acupuntura podem ter bons resultados, e evitar automedicação”, recomenda a médica.

Além disso, a profissional ressalta que utilizar medicamentos por conta própria, sendo para dor de cabeça ou outra causa, oferece riscos à saúde em qualquer situação. “Não basta ler a bula, muito menos ter orientações em farmácias, pois o balconista ou mesmo o farmacêutico não sabem a respeito de doenças para fazer diagnóstico adequado. Cada pessoa é um ser individual e podem ocorrer efeitos colaterais. A combinação de um medicamento com outros e durante o tratamento de outras doenças, podem causar alergias e reações inesperadas, além de mascarar problemas mais graves”, orienta Mariluce Terra.

Pauta Assessoria de Comunicação
Melissa Paulino
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Nailson Júnior

Nailson Jr é radialista formado pelo Cefet-PB e também é presidente do portal www.pbnews.com.br com grande experiência profissional na área de jornalismo e comunicação. Nailson Jr é evangélico e um homem de cristo.
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