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Reflexão de Boa Vontade Família, Felicidade, Fé e Boas Obras

28/05/2018 09:23

Minha mãe, Idalina Cecília de Paiva (1913-1994), e eu costumávamos cantar
algumas melodias que se encontram hoje no ar pela Super Rede Boa Vontade de Rádio:
Granada, Marche des Grenadiers, La Mer, Douce France, Só nós dois no salão e esta
valsa, entre outras. A vida era alegre, feliz!
Tive uma infância e uma juventude de lutas, mas sempre fomos afortunadamente
aquinhoados nas coisas espirituais. Daí a nossa satisfação no viver juntos. Simplesmente
nos amávamos.
É o exercício leal do Novo Mandamento de Jesus entre nós. A Ordem Suprema do
Cristo propicia essa vivência, que tanto desejamos seja o natural para todas as criaturas
espirituais e humanas.
Lícia Margarida (1942-2010), minha afetuosa irmã, e eu elevamos o pensamento a
Jesus, nosso Senhor, suplicando-Lhe as maiores bênçãos para aquela que dedicou toda a
sua feliz vida de casada com Bruno Simões de Paiva (1911-2000), nosso sempre
lembrado pai, a nos ofertar o que de melhor guardava em seu coração e em sua mente.
Nossos sentimentos de gratidão a tão esforçada mãe e a tão generoso pai nos iluminam e
nos fortalecem na Fé em Deus, no Cristo, no Espírito Santo e na vontade firme de, jamais
desistindo, honrar o Ideal que abraçamos: o do Novo Mandamento do Divino Mestre, o
Amor Universal: “(…) amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser
reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. (…) Não
há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos. (…) Porquanto, da mesma
forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor” (Evangelho
de Jesus, segundo João, 13:34 e 35; e 15:13 e 9).
Nossa mãe, Idalina, nos ensinou a ser solidários, fraternos, e a compreender que
sempre há o lado melhor da Vida, porque “Deus é Amor” (Primeira Epísto­la de João, 4:8
e 16), portanto Caridade. E, com Seu Amor Excelso, Ele anseia intensamente que
amorosos e generosos sejamos, sem que nunca aceitemos a convocação da covardia.
Em tempo algum Lícia, que já se encontra no Mundo Espiritual, e eu nos
esqueceremos de que — ao nos levantar, nos deitar, na hora do almoço e do jantar —
mamãe conosco orava as preces que pacientemente repetia desde que começamos a
balbuciar as primeiras palavras em nossas atuais reencarnações.
O socorro que enfrenta a madrugada
Gratos, mamãe! Jamais olvidaremos o seu abençoado Amor por nós e pelas criaturas
que sofrem. A senhora gostava bastante de livros. E, enquanto não sabíamos ler, todas as
noites os apresentava para nós. Meu pai assim também o fazia quando a senhora não
estava, pois saía para atender, como enfermeira prática, tantas vezes a altas horas da noite,
gente que lhe pedia socorro. Esse fato certamente premiou com muita luz a sua bela Alma.
Na porta de nossa casa, era comum alguém buscar auxílio. E a senhora nunca deixou
que saísse sem amparo, por mínimo que fosse. Essa sua atitude de Caridade até hoje
alimenta os nossos sentidos.
Desse espírito da Caridade autêntica, ensinada e exemplificada pelo Divino
Taumaturgo, Jesus, é que vem a nossa Fé Realizante, a nossa decisão para a vitória Dele,
que é a de todas as Suas criaturas, e o nosso entusiasmo ao tratarmos de assuntos dos
Universos; portanto, de questões não restritivas.
Que todos meçam suas responsabilidades na Terra, não perdendo de vista que não

existem apenas Universos materiais; porém, espirituais e divinos!
Onde estiverem — a senhora, dona Idalina Cecília; o papai, Bruno; e minha adorável
Lícia —, recebam o meu ósculo respeitoso, nestas palavras que dirijo a vocês, hoje
vivendo na Pátria Espiritual. Vejam bem o que disse: VIVENDO!!! Porque prosseguem
existindo, como todos os entes queridos que tenhamos e as demais filhas e filhos de Deus
em todos os Universos. Os mortos não morrem! Todos continuamos vivos. A morte não
interrompe a Vida. Deus, que é Eterno, privilegiou as Suas criaturas com a existência
perene, durante a qual vamos aprendendo ininterruptamente.
Unidos, portanto, no Amor do Mandamento Novo de Jesus — “Amai-vos como Eu
vos amei. (…) Não há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos”
(Evangelho, segundo João, 13:34 e 15:13) —, prosseguiremos para a frente e para o
Cristo, até à Volta Gloriosa Dele!
Seguros estamos na Divina Segurança das seguras mãos de Jesus!
Quem confia em Jesus não perde o seu tempo, porque Ele é o Celeste Amigo que não
abandona amigo no meio do caminho.
Quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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do Brasil (versão em português) ou da Argentina (versão em espanhol). Todas essas
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Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associa-ção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Compositores (UBC).
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