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O Amor é o Elo Achado

15/02/2018 11:18

O Amor é a suprema definição da Divindade. É o elo perdido que a criatura
busca na imensidão do estudo científico, que, para mais rapidamente progredir no
âmbito social, tem de irmanar-se à Fé sem fanatismos, a fim de encontrar esse elo.
Há tanto tempo considero que a Ciência (cérebro, mente), iluminada pelo Amor
(Religião, coração fraterno), eleva o ser humano à conquista da Verdade!
E o que mais é o Amor?
O Amor é o grande campeão das mais difíceis batalhas. Supera todos os
sofrimentos. É Deus. Logo, intensifica sua atitude confortadora quando o
desassistido ou o ser amado precisa de socorro.
O Amor não pede para si mesmo.
O Amor oferece o auxílio que o desamparado suplica.
O Amor, com discrição, atende até ao apelo não abertamente expresso.
O Amor não deserta, pois ajuda sempre. Nunca traz destruição. Propicia a
Paz.
O Amor não adoece. Ele se renova para recuperar o enfermo do corpo e/ou da
Alma. Não promove a fome. Pelo contrário, fornece o alimento.
O Amor instrui e liberta, porquanto reeduca e espiritualiza.
O Amor não constrange, porque confia. Por esse motivo, poetizou
Rabindranath Tagore (1861-1941), famoso bardo e filósofo hindu, amigo de
Gandhi (1869-1948): “Ó Deus! O Teu Amor liberta, enquanto o amor humano
aprisiona”.
O Amor é tudo: o enlevo da existência, pois afasta o temor.
O Amor, quando verdadeiramente é ele mesmo, sempre triunfa, visto que não
coage nunca. Enfim, o Amor governa, porque é Deus, mas igualmente Justiça.
O Amor é o Elo Achado 1 .

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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1 O Elo Achado (trecho extraído do novo livro Tesouros da Alma, de Paiva Netto
— Editora Elevação, 304 páginas) — Aqui, o autor faz uma antítese ao “elo
perdido”, expressão utilizada, em 1851, por Charles Lyell (1797-1875), mentor de
Charles Darwin (1809-1882). Mais conhecido como “fóssil de transição”, em
Paleontologia, diz respeito ao organismo que reúne características dos seus
descendentes e antecessores evolutivos, preservadas no registro fóssil. Na
investigação da história evolutiva dos seres humanos, procura-se o “fóssil de
transição” entre o macaco e o homem. Alguns fósseis de hominídeos têm sido
estudados, e o mais famoso é Lucy, um exemplar da espécie Australopithecus
afarensis. A busca prossegue, e outros hominídeos já foram descobertos depois de
Lucy. Contudo, ainda não se tem a certeza de que sejam o “elo perdido” dessa
árvore filogenética, à qual pertencemos.

Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associa-ção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Fede-ração Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissio-nais do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Escri- tores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da União Brasileira de Compositores (UBC).
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