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Eleições gerais

14/04/2015 16:18

É pertinente a onda de discussão que corre país afora em defesa da realização de

eleições gerais em 2018. Para tanto, a ideia implica em prorrogação dos mandatos dos

atuais prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros – e daí!

A medida seria salutar para o Brasil face a crise econômica e política que o país

atravessa. Pra quem não sabe, uma eleição custa caro aos cofres públicos.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, em 2014 o custo da realização das

eleições foi de R$ 523 milhões. Há dez anos atrás, em 2004, o processo consumiu R$

420 milhões em verbas públicas. O aumento no total de gastos, no ano passado, foi

devido ao crescimento do número de eleitores, a produção de novas urnas eletrônicas e o

financiamento da operação das forças federais para garantir a segurança do processo

eleitoral em estados como Rio de Janeiro.

Com base nesses números, o Brasil não suporta mais a realização de uma eleição a cada

dois anos. Além disso, há um descontentamento do eleitor – embora de forma discreta –

em ter que sair de casa de dois e dois anos para votar. É por esta e outras razões que é

recomendável adotar no país as eleições gerais – de quatro em quatro anos.

A propósito, o assunto foi debatido esta semana na Câmara Municipal de João Pessoa,

com participação de entidades classistas e representantes do sociedade civil organizada.

PMDB/Eleilções – A propósito do assunto, decisão sobre a candidatura própria do

PMDB à prefeitura de João Pessoa nas eleições de 2016 será tomada pelo senador José

Maranhão, que é o presidente da legenda no Estado, segundo garantiu o vereador

Fernando Milanez (PMDB), em entrevista concedida na manhã desta terça-feira (14). A

posição de Milannez parece ser uma resposta a recente declaração feita pelo deputado

federal peemedebista Manoel Júnior, ao afirmar que o partido terá candidato a prefeito na

Capital em 2016.

Valter Nogueira

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