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Defensor público consegue absolvição de acusado, sem provas, de latrocínio tentado

Defensor público consegue absolvição de acusado, sem provas, de latrocínio tentado O juiz da 3ª Vara Regional de Mangabeira, Manoel Gonçalves Dantas de Abrantes absolveu o réu Roberto Amaro de Albuquerque de Vasconcelos da acusação de latrocínio tentado contra o vigilante do almoxarifado do Núcleo de Apoio Técnico à Urna Eletrônica (NATU) do TRE-PB, fato ocorrido […]

25/05/2019 10:14

Defensor público consegue absolvição de acusado, sem provas, de latrocínio tentado

O juiz da 3ª Vara Regional de Mangabeira, Manoel Gonçalves Dantas de Abrantes absolveu o réu Roberto Amaro de Albuquerque de Vasconcelos da acusação de latrocínio tentado contra o vigilante do almoxarifado do Núcleo de Apoio Técnico à Urna Eletrônica (NATU) do TRE-PB, fato ocorrido por voltas 20h00 do dia 17 de setembro de 2018, no bairro do José Américo, em João Pessoa.

A decisão se deu com base no princípio in dubio pro reo, diante da absoluta insuficiência de provas demonstrada pelo defensor público Antônio Alberto Costa Batista, que destacou em suas alegações finais, ter o verdadeiro autor do crime – José Carlos Nunes Júnior – promovido a defesa de Antônio Alberto.

“O denunciado José Carlos Nunes Júnior, ao ser interrogado, confessou com riqueza de detalhes a prática delitiva, mas excluiu a participação de Roberto Amaro, a quem não conhecia, na empreitada criminosa, afirmando que o seu colega na tentativa de assalto aos vigilantes chamava-se “PEU”, pessoa a quem devida dinheiro e que o convidara para praticar o roubo”, frisou.

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