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Defensores públicos eleitos para o Conselho Superior tomam posse nesta quarta-feira

A nova composição do Conselho Superior é formada pelos defensores José Celestino Tavares de Souza, Elson Pessoa de Carvalho, José Alípio Bezerra Melo - único do atual biênio a ser reconduzido, Coriolano Dias de Sá Filho e Gerardo Lins Rabello Filho.

11/09/2018 18:00

Os cinco membros eleitos para o Conselho Superior da Defensoria Pública da Paraíba no biênio 2018/2020 tomam posse nesta quarta-feira (12), às 10h, na Sala de Reunião do Conselho, localizada na Sede Administrativa da DPPB. Eles foram escolhidos em eleição direta realizada no último dia 31, com a participação de 220 defensores públicos. A posse será presidida pela defensora pública-geral, Madalena Abrantes.


Da esquerda para a direita: Gerardo Rabelo, Alípio Bezerra, Celestino Tavares, Coriolano Sá, Elson Carvalho

A nova composição do Conselho Superior é formada pelos defensores José Celestino Tavares de Souza, Elson Pessoa de Carvalho, José Alípio Bezerra Melo – único do atual biênio a ser reconduzido, Coriolano Dias de Sá Filho e Gerardo Lins Rabello Filho.

A solenidade também dará posse aos cinco suplentes definidos, também, na eleição: André Pessoa de Carvalho, Rizalva Amorim Souza, Manfredo Estevam Rosenstock, Elisabeth Teles Pimentel e Ângela Maria Dantas Abrantes.

O Conselho Superior é o órgão máximo de deliberação colegiada da Defensoria Pública, a quem compete, entre outras funções, exercer o poder normativo no âmbito da Instituição.

Para Madalena Abrantes, a posse dos novos conselheiros é um momento importante porque representa o início de um novo ciclo para a Defensoria. “Os conselheiros têm um papel fundamental na construção permanente de uma Defensoria maior e mais forte. A eleição de cada um deles comprova o reconhecimento da categoria com o compromisso e a dedicação que sempre tiveram com a nossa Instituição”, declarou.

O Conselho Superior também é formado pelos defensores públicos ocupante dos cargos de defensor público-geral, subdefensor público-geral, corregedor-geral e ouvidor-geral da Instituição. O presidente da entidade de classe de maior representatividade dos membros da Defensoria tem assento e voz nas reuniões, mas não possui direito ao voto.

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