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Instituto do Cérebro disponibiliza atendimento gratuito a pacientes de epilepsia carentes

O Instituto do Cérebro da Paraíba disponibilizará das 8h00 às 14h00 deste sábado, atendimento gratuito a pacientes carentes com epilepsia refratária, isto é, àqueles com crises persistentes apesar do uso de pelo menos duas medicações em doses consideradas ótimas. A ação social ocorrerá no Instituto Paraibano do Cérebro, localizado na avenida São Paulo, no Bairro […]

07/04/2017 21:40

O Instituto do Cérebro da Paraíba disponibilizará das 8h00 às 14h00 deste sábado, atendimento gratuito a pacientes carentes com epilepsia refratária, isto é, àqueles com crises persistentes apesar do uso de pelo menos duas medicações em doses consideradas ótimas.
A ação social ocorrerá no Instituto Paraibano do Cérebro, localizado na avenida São Paulo, no Bairro dos Estados e faz parte de outras, relacionadas ao Dia Internacional da Epilepsia (Purple Day), transcorrido no último 26. O atendimento é voltado apenas àqueles pacientes carentes, que apresentem epilepsia de difícil controle.
“A ideia é reproduzir a iniciativa, voltada apenas a pacientes carentes – que apresentem epilepsia de difícil controle – no próximo mês de dezembro, durante o período natalino”, afirmou o médico neuro-cirurgião e diretor-presidente do Instituto Stênio Sarmento.
Sobre a epilepsia
A epilepsia é uma doença neurológica crônica, caracterizada por crises, na maioria das vezes inesperadas, que ocorrem devido à descarga elétrica excessiva de um grupo de neurônios e que costumam se repetir com um tempo. Ela pode se apresentar em diversas fases da vida e o inícios costuma ocorrer mais na infância e após os 60 anos de idade.
Causas
Estima-se que 50 milhões de pessoas a tenham, numa proporção de uma para cada cem.
Suas causas variam, podendo ser congênita ou adquirida em alguns casos. A etiologia é desconhecida e dependendo das idade do indivíduo, as causas podem incluir distúrbios genéticos, malformações do sistema nervoso, tumores, infecções, problemas no parto e distúrbios do desenvolvimento cortical como as displasias corticais.
Formas de tratamento
Cerca de 70% dos pacientes com epilepsia podem ser controlados com medicação e aos demais, que não respondem adequadamente aos anticonvulsantes, a cirurgia apresenta-se como uma opção segura de tratamento, proporcionando uma taxa de cura que pode chegar até 90% dos casos. Nesse contexto, alguns exames como a ressonância magnética de crânio e o vídeo eletroencefalograma são fundamentais para definir se um paciente é candidato a cirurgia e qual o tipo de procedimento mais adequado.

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