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Trabalhadores em educação do município de JP discutem reajuste salarial em Assembleia

Uma Assembleia às 15h00 desta sexta-feira no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de João Pessoa marcará a série de ações desenvolvidas pela entidade desde a última quarta-feira, como atos públicos e panfletagem no centro da cidade e Centro Administrativo Municipal, como parte da mobilização nacional capitaneada pela CNTE contra as reformas […]

17/03/2017 12:08

Uma Assembleia às 15h00 desta sexta-feira no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de João Pessoa marcará a série de ações desenvolvidas pela entidade desde a última quarta-feira, como atos públicos e panfletagem no centro da cidade e Centro Administrativo Municipal, como parte da mobilização nacional capitaneada pela CNTE contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo governo federal.
Durante a Assembleia, o Sintem-JP atualizará as informações sobre as negociações que estão em curso com a Prefeitura. O Sindicato defende o cumprimento do índice do piso salarial nacional para o magistério.
Ele considerou positiva a participação do Sindicato na mobilização e disse que foi alcançado o objetivo de chamar a atenção da população e adverti-la sobre os iminentes prejuízos advindos da reforma da previdência, sobretudo para as mulheres professoras, que perderiam a aposentadoria especial, assegurada atualmente com 25 anos de docência em sala de aula e 50 anos de idade.
Corrida pela aposentadoria
Daniel lembrou que pela proposta, a idade para as mulheres se igualará às dos homens (65), o que implicará no aumento de uma média de 15 anos para elas obterem o benefício. A situação gerou uma expectativa muito grande no seio da categoria, o que tem levado a maior parte das professoras que tem tempo de contribuição e idade a solicitar aposentadoria.
“Isso de certa forma faz com que a Prefeitura Municipal de João Pessoa fique desprovida de funcionários, porque uma grande parte está buscando a aposentadoria, devido a esse absurdo que está sendo colocado com a mudança da previdência pelo governo federal”, concluiu.

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