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Bolsonaro sobe para 33% e Haddad salta para 16% em nova pesquisa BTG/FSB

pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos.

17/09/2018 10:36

Nova pesquisa de intenção de votos divulgada na madrugada desta segunda-feira pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB traz Jair Bolsonaro (PSL) com 33% das intenções de voto, três pontos percentuais acima da semana passada. A pesquisa do BTG é a que tem dado maior pontuação a Bolsonaro na comparação aos outros levantamentos. Fernando Haddad (PT), passou de 8% para 16%. Ciro Gomes (PDT), chegou a 14%, ante 12% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 6%. Marina Silva (Rede) tem 5%.

Na pesquisa, 9% disseram não votar em ninguém. Outros 2% apontaram nulo ou em branco e 4% não sabem. 1% dos entrevistados não responderam à pesquisa.

A maior rejeição, segundo os números, é a Marina, com 58%, seguida por Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles.

É o que mostra a mais recente pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (17) e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 06478/2018. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 16 de setembro com 2000 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo Turno

No segundo turno, Bolsonaro empataria com 42% com o Ciro Gomes (PDT). Diante de Fernando Haddad (PT), o candidato do PSL ficaria com 46% dos votos e Haddad com 38%. O candidato do PSL também venceria contra Geraldo Alckmin (PSDB) por 43% a 36%. No cenário com Marina Silva, o candidato do PSL também venceria, 48% a 33%.

Rejeição   

Segundo a pesquisa, a candidata Marina Silva é a que tem maior rejeição entre os eleitores com 58%. Alckmin fica em segundo lugar com 53%. Haddad e Meirelles estão com 48%. Ciro aparece com 46% e, Bolsonaro, com 45%.

Metodologia   

Por telefone, o Instituto FSB Pesquisa entrevistou 2 mil eleitores a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas telefônicas foram realizadas entre 15 e 16 de setembro.

Fonte : Exame

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