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Qual vai ser o tópico de seu “jantar” hoje?

Imagine que você tem a oportunidade de jantar com Jesus. Como será a conversa? No relato da última ceia, a Bíblia lhe convida a jantar com Jesus, ouvindo suas palavras. Os ensinamentos de Jesus alimentam o espírito, nutrindo e fortalecendo. A última ceia também foi um banquete espiritual!

João 15
1 “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.

2 Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda.

3 Vocês já estão limpos, pela palavra que tenho falado.

4 Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto se não permanecerem em mim.

5 “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.

6 Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados.

7 Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e será concedido.

8 Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos.

9 “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor.

10 Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço.

11 Tenho dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa.

12 O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei.

13 Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

14 Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu ordeno.

15 Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu tornei conhecido a vocês.

16 Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai conceda a vocês o que pedirem em meu nome.

17 Este é o meu mandamento: Amem-se uns aos outros.

Massai reúne corretores de imóveis no Palazzo di Toscana para treinamento de pré-lançamento do apartamento decorado

Projetado em alto estilo, o Palazzo di Toscana promete ser referência em arquitetura arrojada e de qualidade na Capital paraibana. Essa foi a impressão dos corretores de imóveis, que puderam conhecer o apartamento decorado, em primeira mão, em um treinamento exclusivo, promovido pela Massai. A construtora, que é uma das cem maiores do País, reuniu os profissionais para explicar as funcionalidades, os diferenciais e os benefícios da edificação. O ambiente decorado, que será oferecido para venda posteriormente, conta com móveis projetados exclusivos e a automação integrada das cortinas nos três ambientes da sala.

A Massai acompanhou essas novas tendências e inovações tecnológicas e melhorou ainda mais o Palazzo Di Toscana, implementando diferenciais que entregaram benefícios aos clientes, sendo eles: mais economia , mais segurança e uma gestão mais facilitada e que proporcionará mais durabilidade das áreas comuns. Segundo o sócio da Massai, Allison Delmas Nunes, o encontro foi um momento de interação entre os corretores, que puderam dar sugestões e tirar as dúvidas sobre cada detalhe do empreendimento. “Foi uma oportunidade excelente e única para nós, como construtores, poder ouvir as opiniões de cada um e esclarecer as dúvidas que surgiram no decorrer do encontro. Nosso reforço foi a presença dos fornecedores do sistema de automação que será implantado nas áreas comuns , que proporciona um controle maior de acesso e segurança , uma melhor gestão preventiva de manutenção dos equipamentos , maior economia de energia, dentre outros. Outro reforço importante foi a presença do nosso fornecedor do sistema de ar condicionado VRF que também será implantado nas áreas comuns , que nos proporciona aproximadamente 30% de economia mensal e outros benefícios. Eles conseguiram explicar ponto a ponto nossos diferenciais para os corretores e mostrar os benefícios que serão gerados para nossos clientes de alto padrão”, disse Allison.

Para Carlos Cavalcanti, corretor de imóveis que atua há mais de 16 anos na área, conhecer o ambiente facilita significativamente no momento de apresentá-lo ao cliente. “Ao estar no decorado, é possível se sentir em casa. Assim, podemos passar de forma mais verdadeira para o cliente tudo de melhor que há nele. Estou muito satisfeito com o que vi”, ressaltou Carlos, que parabenizou a construtora. “Ser parceiro de uma construtora com uma visão de mercado diferenciada, a ponto de não fechar totalmente o projeto de um empreendimento durante a sua execução, é fantástico. Afinal, no período surgem novidades e acontecem evoluções no mercado”, destacou.

A Massai já planeja diversos treinamentos como esse para detalhar aos profissionais os diferenciais e benefícios do Palazzo di Toscana. O empreendimento fica localizado na Rua Orlando Di Cavalcanti Villar – Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa. Outras informações pelo site massai.com.br ou pelo telefone 83 3506 6800.

A oração é a chave para as vitórias de Deus na nossa vida!

Não tinha chovido durante 3 anos. A terra estava seca, o povo passava fome. Não havia uma única nuvem no céu.

Mas havia um homem que orava. Um homem normal, como você e eu, mas ele tinha fé em Deus. Ele orou e orou, sem desistir! Um dia, ele viu uma nuvem muito pequena e soube – Deus ouviu. Nessa tarde, a chuva caiu forte.

A oração é a chave para as vitórias de Deus na nossa vida!

Quando tudo parece perdido, não desista. Quando o mundo te diz que o teu problema não tem solução, não baixe os braços. Pelo contrário, levante os braços e comece a orar.
A oração te conecta a Deus, e Ele tem a solução para qualquer situação difícil. Por isso, orar é desenvolver um relacionamento de amor e poder.

Ano novo, vida nova, Deus igual!

O fim do ano é um tempo para fazer duas coisas: lembrar o passado e pensar no futuro. Quando você lembra o passado, você descobre quanto Deus lhe ajudou no último ano. Quando você pensa no futuro, você pode confiar em Deus e pedir sua ajuda para o ano que vem.

O “ Natal “ dos novos tempos !

Quando menino, nos primeiros anos da década de sessenta, sentia uma grande atração pelo Natal, festa na qual milhões de cristãos, de diversas denominações, celebram o nascimento do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Dos seis bilhões e meio de seres humanos, segundo dados recentes, mais da metade da população do nosso planeta não celebra o Natal, pois são seguidores de outras crenças religiosas ou, simplesmente, não crêem na existência de Deus.
Biblicamente, com uma simplicidade impressionante, o autor do Evangelho de Mateus, o apóstolo com o mesmo nome, nos capítulos um e dois, fala sobre o nascimento de Jesus Cristo, na cidade de Belém (da Judéia), sendo filho da jovem Maria (de, mais ou menos, dezessete anos de idade) e do carpinteiro José. Histórica e biblicamente, estávamos entre os anos 7 e 6 antes de Cristo.
Em nenhum dos quatro evangelhos, os autores sagrados tiveram a preocupação de estabelecer a data exata do nascimento de Jesus Cristo. Contudo, desde a Idade Média, cristãos, de diversas denominações e concepções doutrinárias, celebram o “Natal”, como a festa do “nascimento” de Jesus Cristo.
Sem entrar no mérito da questão, encontramos, nos tempos modernos, um Natal comercializado, onde a ênfase dos grandes comerciantes e empresários é a troca de presentes e mesas fartas.
Como o sentido do que poderia ser o verdadeiro Natal foi totalmente transformado pelo gênero humano! Oxalá, muitos, os chamados de pessoas de boa vontade (homens e mulheres que amam verdadeiramente a Jesus Cristo) continuem firmes na sua fé naquilo que seria o verdadeiro Natal. Afinal de contas, o mundo moderno, hedonista e sem Deus, não “precisa” de Jesus Cristo.
Natal sem Jesus, Natal sem fé, Natal sem esperança. Trocaram, infelizmente, o que não existe, o “Papai Noel”, pelo que existe e dá sentido ao existir humano: JESUS CRISTO.
Pode ser contraditório para muitos, mas, com conhecimentos de diversas áreas do saber (Cristologia, Bibliologia, História Mundial, Arqueologia, etc.), não desejarei aos meus leitores um FELIZ NATAL. DESEJAREI, SIM, BOAS FESTAS E UM FELIZ ANO NOVO.
Afinal de contas, a humanidade esqueceu de convidar a Jesus Cristo para a data em que “comemoram” o nascimento dele. Como diriam os franceses: isto é a vida. Tenho dito!

Fonte : Pastor Ruy Matos: escritor, capelão e professor de Capelania.

‘A BÍBLIA RESUMIDA EM QUATRO MINUTOS’

Em Gênesis, Jesus é o Criador de todo o Universo, e a Semente da mulher, que derrotará o mal;
Em Êxodo, Jesus é o Cordeiro Pascal (da Páscoa israelita – comemoração da fuga do Egito);
Em Levítico, Jesus é o Sumo Sacerdote;
Em Números, Jesus é a Nuvem de dia, e a Coluna de Fogo à noite (guiava os Israelitas no deserto), e a Rocha Ferida por Moisés;
Em Deuteronômio, Jesus é o Profeta que há de vir;
Em Josué, Jesus é o Capitão da Salvação;
Em Juízes, Jesus é o Juíz, o Legislador e o Libertador;
Em Rute, Jesus é o Parente Resgatador (aquele que preza por nossas vidas, e nos resgata da tristeza e solidão);
Em Samuel, Reis e Crônicas, Jesus é o Rei que reina para todo o sempre;
Em Esdras e Neemias, Jesus é o Construtor e o Reconstrutor de nossas vidas (Nosso Restaurador);
Em Ester, Jesus é o nosso Advogado;
Em Jó, Jesus é a Paciência e o Redentor que Vive;
Em Salmos, Jesus é o Pastor, o Socorro e a Alegria;
Em Provérbios, Jesus é a Sabedoria de Deus;
Em Eclesiastes, Jesus é o Alvo Verdadeiro;
Em Cantares de Salomão, ou Cântico dos Cânticos, Jesus é o Noivo, o Esposo, o Amado de nossas Almas, a Rosa de Sarón, e o Lírio dos Campos;
Em Isaías, Jesus é o Messias e o Príncipe da Paz;
Em Jeremias e Lamentações, Jesus é o Renovo da Justiça, e o Profeta Lamentador;
Em Ezequiel, Jesus é o Filho do Homem;
Em Daniel, Jesus é o Quarto Homem na Fornalha (junto com Sadraque, Mesaque e Abdenego);
Em Oséias, Jesus é o Marido Fiel e o Orientador;
Em Joel, Jesus é o Restaurador Divino, Aquele que nos Batiza com Espírito Santo e com Fogo;
Em Amós, Jesus é o Divino Lavrador, Aquele que carrega o nosso fardo;
Em Obadias, Jesus é o nosso Salvador Poderoso;
Em Jonas, Jesus é o Perdão, a Ressurreição, a Vida, e o Missionário de Deus;
Em Miquéias, Jesus é o Mensageiro de Deus e a Testemunha Fiel;
Em Naum, Jesus é a Fortaleza e o Vingador dos Justos;
Em Habacuque, Jesus é o Deus da nossa Salvação, o Pregador do Evangelho (Evangelista);
Em Sofonias, Jesus é Salvador e Senhor Zeloso;
Em Ageu, Jesus é o Restaurador de Heranças, o Desejado de Todas as Nações;
Em Zacarias, Jesus é a Fonte Purificadora do Pecado e da Impureza Humana, o Renovo da Justiça;
Em Malaquias, Jesus é o Sol da Justiça;
Em Mateus, Jesus é a Fé, o Messias, e a Promessa Viva;
Em Marcos, Jesus é o Servo de Deus;
Em Lucas, Jesus é o Filho do Homem;
Em João, Jesus é Deus, o Filho do Deus Vivo;
Em Atos dos Apóstolos, Jesus é o Espírito Santo;
Em Romanos, Jesus é a Justiça, o Justificador;
Em Coríntios, Jesus é o Santificador, o Suficiente Senhor de nossas Vidas;
Em Gálatas, Jesus é o Libertador do Jugo da Lei;
Em Efésios, Jesus é Tudo em Todos (Nosso Senhor e Cristo);
Em Filipenses, Jesus é o Eterno Supridor, e a nossa Alegria;
Em Colossenses, Jesus é a Vida e a Plenitude de Deus;
Em Tessalonicenses, Jesus é o Rei, o Senhor que breve voltará para nos buscar;
Em Timóteo, Jesus é o Mestre, o Exemplo, o Mediador entre Deus e os Homens;
Em Tito, Jesus é o Modelo, e o nosso Pastor Fiel;
Em Filemom, Jesus é o nosso Amigo mais Íntimo;
Em Hebreus, Jesus é o Sangue da Aliança Eterna, o nosso Intercessor;
Em Tiago, Jesus é quem Cura, é o Modelo da Verdade;
Em I e II Pedro, Jesus é a nossa Força, a Pedra Angular da nossa Fé;
Em I, II e III João, Jesus é o Amor, o Caminho, a Verdade e a Vida;
Em Judas, Jesus é o Protetor e o Líder;
E em Apocalipse, Jesus é o Rei da Glória, o Cordeiro de Deus, o Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores, o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Príncipe da Paz, o Todo-Poderoso, Aquele que Era, que É, e que Há de Vir, etc…

Fonte Conselho de Pastores do Brasil – CPB

Câncer de próstata: Pesquisa prevê 1.040 casos na Paraíba até o final do ano

O câncer continua a ser um problema mundial e o câncer de próstata é o segundo mais recorrente entre os homens. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), são esperados 61 mil casos do câncer de próstata até o final de 2016. Na Paraíba, a pesquisa indicou que 1.040 homens podem ter a doença e, destes, 190 casos seriam em João Pessoa.prostata

Neste mês, a campanha mundial Novembro Azul, criada em 2008 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, visa esclarecer a população acerca dos mitos da doença e estimular o exame como forma de prevenção do câncer de próstata, o que continua a ser um tabu entre os homens. De acordo com o urologista do sistema Hapvida Saúde, Osório Abath, este é um dos principais fatores da mortalidade em decorrência da doença. “Um dos maiores problemas é o preconceito dos homens em relação ao exame de toque, que continua sendo o meio mais eficaz na descoberta do tumor”, explica.

No início, este tipo de câncer não apresenta sintomas significativos que possam ser associados a ele, o que pode causar uma descoberta tardia da doença. Segundo o urologista, o diagnóstico precoce garante que os homens tenham quase 100% de chance de cura. Por causa disso, a recomendação médica é que os homens com casos de câncer de próstata na família comecem a fazer os exames a partir dos 40 anos. Já os que não se encaixam nesse perfil podem aguardar até os 45 anos.

Após a descoberta do tumor, é preciso fazer o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) e, posteriormente, a biópsia, que confirmará ou não a doença. O tratamento deste câncer pode ser feito através de radioterapia, que queimará o tumor, ou cirurgia, com retirada da próstata. O urologista explica que, depois do procedimento cerca de 20% dos homens podem ter impotência – que pode ser resolvida com uma prótese peniana-, ou incontinência urinária.

“A próstata tem um hormônio dependente e é desenvolvida pela testosterona. Com a retirada desse hormônio, a próstata atrofia, sendo esse um dos passos básicos no tratamento da doença, mas que pode causar a perda do desejo sexual”, afirma o médico. No entanto, Osório Abath esclarece que, depois dos 40 anos, é normal que haja uma elevação nos níveis desse hormônio e, por consequência, um crescimento da próstata. Dependendo do tamanho que atinja, isso pode causar problemas urinários, mas nem sempre é sinal de que o homem está com câncer.

“Como assim, “não toqueis no ungido do Senhor…”?!” em Conselho de Pastores do Brasil

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:
A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).
Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: “O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor” (1Sm 24:6).
Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: “Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?” (1Sm 26:9). Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).
Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.
Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?
A expressão “ungido do Senhor” usada na Bíblia em referência aos reis de Israel se deve ao fato de que os mesmos eram oficialmente escolhidos e designados por Deus para ocupar o cargo mediante a unção feita por um juiz ou profeta. Na ocasião, era derramado óleo sobre sua cabeça para separá-lo para o cargo. Foi o que Samuel fez com Saul (1Sam 10:1) e depois com Davi (1Sam 16:13).
A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real.
Mas, o que não se pode ignorar é que este respeito pela vida do rei não impediu Davi de confrontar Saul e acusá-lo de injustiça e perversidade em persegui-lo sem causa (1Sam 24:15). Davi não iria matá-lo, mas invocou a Deus como juiz contra Saul, diante de todo o exército de Israel, e pediu abertamente a Deus que castigasse Saul, vingando a ele, Davi (1Sam 24:12). Davi também dizia a seus aliados que a hora de Saul estava por chegar, quando o próprio Deus haveria de matá-lo por seus pecados (1Sam 26:9-10).
O Salmo 18 é atribuído a Davi, que o teria composto “no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul”. Não podemos ter plena certeza da veracidade deste cabeçalho, mas existe a grande possibilidade de que reflita o exato momento histórico em que foi composto. Sendo assim, o que vemos é Davi compondo um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento” (Sl 18:48), por ter tomado vingança dos que o perseguiam (Sl 18:47).
Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.
O que não entendo é como, então, alguém pode tomar a história de Davi se recusando a matar Saul, por ser o ungido do Senhor, como base para este estranho conceito de que não se pode questionar, confrontar, contraditar, discordar e mesmo enfrentar com firmeza pessoas que ocupam posição de autoridade nas igrejas quando os mesmos se tornam repreensíveis na doutrina e na prática.
Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem: “Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tim 5:19-20).
Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.
Mas, o que impressiona mesmo é a seguinte constatação. Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes. O melhor exemplo é o do próprio apóstolo Paulo, ungido por Deus para ser apóstolo dos gentios. Quantos sofrimentos ele não passou às mãos dos crentes da igreja de Corinto, seus próprios filhos na fé! Reproduzo apenas uma passagem de sua primeira carta a eles, onde ele revela toda a ironia, veneno, maldade e sarcasmo com que os coríntios o tratavam:
“Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco. Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos. Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (1Cor 4:8-17).
Por que é que eu não encontro nesta queixa de Paulo a repreensão, “como vocês ousam se levantar contra o ungido do Senhor?” Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com “não me toque que sou ungido do Senhor,” mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade.
“Não toque no ungido do Senhor” é apelação de quem não tem nem argumento e nem exemplo para dar como resposta.
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/05/como-assim-nao-toqueis-…
Por Augustus Nicodemus Lopes | tempora-mores.blogspot.com. Original: Como assim, “não toqueis no ungido do Senhor…”?!

A QUEDA DA RAÇA HUMANA

Antes de o homem ser induzido ao pecado, já encontramos outro pecador – “a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás (Ap 12.9 e 20.2), tentando a mulher a duvidar da justiça e da bondade do Criador”.

Algum tempo após o estabelecimento da aliança entre Deus e o homem, Satanás entrou no paraíso, com o objetivo de introduzir confusão naquele ambiente de paz. O ardil usado por Satanás foi dúvida, a qual conseguiu introduzir na mente da mulher através da insinuação maliciosa, “…certamente não morrereis” (Gn 3.1-6).

A queda do homem foi o grande pecado de todos os séculos. Essa condição espiritual e pecaminosa o casal transmitiu à sua posterioridade.

 

I.         A QUEDA DO HOMEM

 

Sabemos que o homem não foi criado pecador, mas é verdade que o poder do pecado entrou no mundo dos homens através da escolha consciente e voluntária de Adão. O termo “queda” é uma tradução da palavra grega paraptoma, que quer dize: transgressão, violação, passo falso, pecado, um lapso moral pelo qual a pessoa é responsável; decair ao lado de onde a gente devia ter ficado em pé; perder o caminho, fracassar; e é aplicada à transgressão de Adão.

Disso podemos dizer então que a queda do homem é o cair da posição primitiva de favor e de santidade e vida espiritual, por causa do pecado de Adão, para a posição sob o domínio do pecado e da morte.

Como criatura de Deus, foi exigido do homem prestar obediência ao seu Criador, o que reflete basicamente a soberania moral de Deus e a livre agência do homem.

Ao contrariarem provavelmente a primeira ordem de Deus que disse para que não comece do fruto da ciência do bem e do mal; mas o inimigo ciente desta ordem imperativa, antagônico à vontade de Deus disse ao casal que no dia em comessem do fruto se tornaria como Deus, conhecedor do bem e do mal só bastou essas palavras funestas para nascer em Eva um sentimento impaciente e ávido de ser como Deus até que desobedeceu dando início as trágicas consequências para a humanidade.

 

II.      A ORIGEM DO PECADO NA RAÇA HUMANA

 

O pecado originou na raça humana, devido à transgressão voluntária de Adão no paraíso. O tentador veio com a sugestão de que o homem, colocando-se em oposição a Deus, tornar-se-ia igual a Ele. Adão se rendeu à tentação e cometeu o primeiro pecado, desobedecendo às ordens de Deus. Com o primeiro pecado, Adão passou a ser escravo do pecado (Jo 8.34). Esse pecado trouxe consigo corrupção permanente, não somente sobre Adão, mas também sobre todos os seus descendentes. A tentação de Satanás pode ser resumida como tendo apelado ao homem desta maneira: ele fez o homem desejar TER o que Deus havia proibido; SABER o que Deus não havia revelado; e SER o que Deus não tivera a intenção que fosse (Gn 3.1-24).

1. A essência do pecado de nossos primeiros pais é algo como o que segue:

1.1. Eva não confiou na bondade de Deus; ela acreditou na mentira de Satanás.

1.2. A mulher cedeu ao seu apetite físico.

1.3. Se submeteu a um desejo excessivo pelo belo.

1.4. Cobiçou uma sabedoria que não era da intenção de Deus que tivesse.

Desejar o que Deus proibiu é preferir a si mesmo no lugar de Deus, isto é pecar. O primeiro pecado foi o desejo do coração, a escolha de interesses próprios ao contrário dos interesses de Deus. Adão pecou como pai da raça humana e também como chefe representante de todos os seus descendentes e, portanto, a culpa do pecado é imputada a todos os homens, pelo que todos são merecedores de punição e morte. É nesse sentido que o pecado de Adão é o pecado de todos. É o que o apóstolo Paulo escreve: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Rm 5.12 -ARA). Deus imputa a todos os homens a condição de pecadores culpados em Adão, exatamente como atribui a todos os crentes a condição de justos em Jesus Cristo. É o que Paulo quer dizer, quando afirma:

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só muitos se tornarão justos” (Rm 5.18-19).

O pecado é tanto um ato como um estado. Pecado é uma transgressão deliberada e consciente das leis estabelecidas por Deus; é um estado pecaminoso. O pecado traz o mal sobre si, mesmo por suas ações e incorre em culpa aos olhos de Deus.

 

2. Satanás o agente da tentação.

Quando se fala em Gênesis que a serpente falou a Eva, devemos tomar as palavras no sentido literal. A serpente não designa a figura de Satanás. Nem Satanás tomou a forma de uma serpente. Também a serpente não era um mero nome (Ap 12.9), nem um símbolo para cobiça, para desejo sexual, nem para razão errante. Uma serpente real era o agente da tentação, como é claro daquilo que é dito das características naturais da serpente (Gn 3.1).

Satanás, usando a serpente, lança primeiramente dúvida e a incerteza no coração de Eva. Ele conhece o valor da Palavra de Deus e que se o homem a transgredir, torna-se indesculpável.

Em seguida, dentro da confusão que se estabeleceu em seu coração Eva acrescenta algo à Palavra de Deus, mencionando a proibição de tocar na árvore da ciência do bem e do mal, coisa que não consta da ordem de Deus dada a Adão (veja Gn 2.16-17).

Por último, a serpente desafia a Palavra do Criador e tenta desacreditá-la, afirmando: “Certamente não morrereis”, quando Deus havia dito que morreriam (Gn 3.4; 2.17). Eva deixou entrar uma dúvida quanto à Palavra de Deus e caiu na tentação de comer o fruto proibido.

Se Adão e Eva tivessem dado ouvido à Palavra de Deus e levado a sério a consideração que Ele merece, não teria provocado o caos espiritual. O uso da Palavra de Deus pela serpente poderia ter sido também empregado, em contrapartida, como arma espiritual por Eva, mas ela não o fez. Foi bem diferente o exemplo do último Adão (Jesus Cristo), quando o diabo o tentou no deserto (Mt 4.1-8).

 

3. Antes da desobediência.

Tudo era harmonia; tudo girava em torno da presença amorosa de Deus; havia paz, havia a facilidade no relacionamento do casal. Eles viviam cada dia para Glória de Deus e um para o outro cumprindo assim o mistério de uma só carne. Depois da queda experimentaram sentimentos jamais vividos anteriormente, tais como: Sentimentos de medo, de angustia, de insegurança, de vergonha, de dor, de culpa, de remorso, de falta de paz e de ódio.

A Bíblia diz em: 1ª Pedro 2.15 e 16: “Porque assim é à vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus”.

 

III.   OS RESULTADOS DA QUEDA

 

Adão e Eva foram criados inocentes e santos. Agora, tiveram um senso de vergonha, degradação e poluição. Perda da inocência “abriram-se então, os olhos de ambos” (Gn 3.7). A inocência não pressupõe a ausência do conhecimento intelectual do mal. Tal conhecimento inclusive é benéfico e necessário para nós entendermos a natureza do mal. Inocência, porém, quer dizer a ausência do “conhecimento experimental” do mal. Havia algo para esconder. Estavam nus e não podiam aparecer diante de Deus na sua condição caída. Foi este sendo de impropriedade que os levou a fazerem para si vestimentas de folhas de figueira.

As folhas de figueiras de nada serviram para cobrir a nudez do casal. Elas simbolizam o esforço das religiões e das boas obras em favor da salvação do homem, sem levar em conta a justiça de Cristo. Batismo, educação, filosofia, dízimos, etc…. nada disto repara a terrível queda do gênero humano. Somente a graça de Deus, mediante a morte expiatória de Seu Filho Jesus Cristo, pode salvar o homem que, pela fé, volta-se para Ele (Ef 2.8-9), pois “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22).

Adão e Eva não eram vítimas de um destino inevitável. Eles eram livre, capazes de serem influenciado por motivos e desejos, mas ainda com liberdade perfeita para seguir o caminho que lhes agradasse. Mas, eles permitiram a si mesmos receberem algo que não era de Deus. Não foi qualquer necessidade rigorosa, mas pela escolha determinada de sua própria vontade; uma entrega voluntária dos seus corações à tentação, que os levou a cometer o primeiro pecado.

Devemos lembrar também que como o pecado deveria ser punido, isto é, a maneira e alcance da punição, não é para o homem culpado decidir, mas foi determinado o decreto pelo próprio Deus, (Dt 9.5; Rm 6.23; Mt 25.41).

“Posto à prova, porém, o homem mostrou-se infiel, desprezando a glória de que estava revestido, ao duvidar da bondade e da fidelidade do Senhor, deixando-se seduzir pela mentira ilusória de Satanás (Gn 3.1-19). Assim, ao desobedecer a única proibição imposta por Deus (Gn 2.17), o homem tornou-se pecador, colocando toda a criação debaixo da maldição divina (Gn 3.19).

 

1. O pecado e sua consequente maldição causaram.

1.1. Conhecimento do mal. Antes da queda o homem tinha capacidade para pecar, porém desconhecia os efeitos do pecado. E ao pecar ele adquiriu esse conhecimento, por isso foi lhe proibido comer do fruto da árvore da vida, (Gn 3.22).

1.2. Quebra da comunhão com Deus e expulsão da sua presença (Gn 3.23 e 24; Is 59.1,2).Quebrantando a lei de Deus o homem sentiu-se envergonhado em sua presença. Essa vergonha era o resultado da transgressão cometida.

1.3. Morreu espiritualmente. O espírito humano é vivificado pela vida que Cristo lhe comunica. (Rm 8.9-16).

1.4. A perversão da natureza moral. No lugar da pureza de coração e da perfeição moral que caracterizavam o homem no Éden, veio o pecado e a perversão moral.

1.5. Doenças e enfermidades. O corpo ficou sujeito as enfermidades que no fim resultaria na morte física e consequente corrupção (Gn 3.16-19).

1.6. A morte, geralmente precedida das mais variadas enfermidades sobre o homem (Gn 3.19 e 19; Rm 5.12).

1.7. Escravo do pecado e de Satanás. Rejeitando a palavra de Deus e aceitando a palavra do inimigo, o homem tornou-se seu escravo. A regência do mundo passou das mãos do homem para as mãos de Satanás (2ª Pd 2.19).

1.8. O pecado é hereditário. O pecado foi disseminado nas formas mais diversas, infames e vis (Rm 1.18-32).

1.9. O pecado leva o homem ao inferno (Rm 3.23; Gl 5.19-21; Mt 7.23; Ap 21.8).

O homem ao pecar fica separado de Deus e debaixo da maldição (e juízo receberá o castigo). A Bíblia descreve dois efeitos do pecado sobre o culpado; primeiro, é seguido por consequências desastrosas para sua alma; segundo, trará da parte de Deus o decreto da condenação eterna.

Antes da queda, Deus e Adão estiveram em comunhão um com o outro; depois da queda, essa comunhão foi quebrada ou interrompida (Gn 3.8-9). Eles haviam desobedecido ao comando explícito de Deus para não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, e foram culpados de um crime. Eles sabiam que haviam perdido sua posição diante de Deus e que se achavam sob condenação. Então, em vez de buscar a comunhão com Deus, tentaram fugir dele, com vergonha (Gn 3.7-10), remorso e medo (Gn 3.10) e culpa, sentimento que nunca experimentaram antes.

Sua consciência não lhes permitiu descanso, então tentaram transferir a responsabilidade. Adão disse que Eva, a mulher que tu me deste, o levou a pecar (Gn 3.12). Eva acusou a serpente (Gn 3.13). Eram culpados, mas tentaram passar a responsabilidade para outros.

A sentença bíblica é sem apelação. No Antigo Testamento diz que a alma que pecar morrerá (Ez 18.4). O salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Por isso, a morte foi uma consequência direta do pecado de nossos primeiro pais (Gn 2.17).

A morte é um castigo, não uma extinção da personalidade, e sim, o meio de separação de Deus. Há três fases desta morte: morte espiritual, enquanto vive, mas não crê em Deus (Ef 2.1; 1ª Tm 5.6); morte física (Hb 9.27); e a segunda morte ou morte eterna, que é a separação e condenação eterna sem Deus (Ap 21.8; Jo 5.28-29).

 

2. O pecado trouxe.

2.1. A morte espiritual.

A morte espiritual é a separação entre a alma e Deus. O pecado separa o homem de Deus; como consequência do pecado, o homem morreu espiritualmente (Ef 2.1-5). A morte espiritual significa culpa e também corrupção. O castigo anunciado no Éden, que recaiu sobre a raça, é primariamente esta morte espiritual (Gn 2.17; Rm 5.21). Por ela, o homem perdeu a presença, a comunhão intima e o desejo por Deus. Por estar morto espiritualmente falando, o homem precisa ser revivido dos mortos (Lc 15.32; 105.24; 8.51).

Foram arruinados moralmente. Deus havia dito a Adão sobre o fruto proibido: “no dia que dele comerdes, certamente morrerás” (Gn 2.17; Rm 6.23). Esta morte, em primeiro lugar, é morte espiritual ou uma separação da pessoa de Deus; ela aconteceu no momento em que pecaram. Isto implica também que se tornaram depravados. A palavra depravados do latim “pravus”, significa torto e literalmente “depravatus” que quer dizer muito torto. Pelo pecado de Adão toda a humanidade ficou sob o domínio de Satanás.

Se o corpo se torna depravado, a mente, então, provavelmente vai ser afetada. O intelecto pode ficar desorientado involuntariamente, por causa da deterioração do corpo físico. Porém, os membros corpóreos se tornam servos da injustiça. O que não pode ser literalmente não santo, pode ser usado de uma forma não santa.

Quanto as emoções, os desejos, apetites e paixões, podem cair em desordem e anomalia involuntária. A humanidade, certamente, está depravada fisicamente. Não existe saúde perfeita do corpo entre todos os seres humanos que vivem neste mundo. Podemos dizer também que os apetites, as paixões e as tendências do homem estão num estado de desenvolvimento doentio.

Só existe uma maneira do homem se tornar puro e buscar a comunhão e a vida eterna com Deus que é através de Seu Filho Jesus Cristo.

 

2.2. A morte física.

De acordo com as Sagradas Escrituras, a morte física é o término da vida física pela separação de corpo e espírito. Isto não significa aniquilação. A morte física não é uma cessação da existência, mas, um rompimento das relações naturais da vida. É impossível dizer exatamente o que é a morte em sua essência. A Bíblia a descreve como “dormir” (Dt 31.16; Jo 11.11); deixar este tabernáculo (2ª Pe 1.14); descer ao silêncio (Sl 115.17); expirar (At 5.10); tornar ao pó (Gn 3.19) e partir (Fp 1.23). Convém notar que a morte física, para o crente, deixa de ser uma pena ou castigo, como acontece com o descrente. Para o incrédulo não só indica separação entre o corpo e alma, entre o indivíduo e tudo quanto lhe é querido na terra; mas, sobretudo, significa a separação eterna dele e Deus. Pois, sobrevindo-lhe a morte física, esta sela o seu destino eterno. Do ponto de vista bíblico tanto a morte física, como a morte eterna, é o resultado do pecado (Rm 5.12; 6.23).

Quando Deus disse: “certamente morrerás” para a desobediência do homem, ele também incluiu o corpo. A morte física é a separação entre a alma e o corpo. Devido ao pecado, veio a morte física. As Sagradas Escrituras nos mostram a morte física como parte do castigo do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). Este é o ensino de Gn 3.19; Nm 16.29; 27.3. Este ensino é também encontrado no Novo Testamento (Rm 5.12-21; 6.9-10; 8.3, 10,11; 1ª Co 15.12-23).

Não somente o pecado entrou no mundo, mas “pelo pecado a morte”. O pecado paga aos seus servos; “o salário é a morte”. Também que “o aguilhão da morte é o pecado” (1ª Co 15.5-6), ou “é o pecado que dá a morte o seu aguilhão”. O pecado em geral produz a morte (Tg 1.15; Rm 6.16; Tg 5.10).

A palavra morte do grego é (thonotos) que se refere à morte física (separação do corpo da alma; Hb 7.13), ou a morte espiritual (separação do homem de Deus; Jo 5.24), ou as duas juntas (conforme romanos 5.12).

Deus falou com Adão em Gn 2.17 “no dia em que dela comeres, certamente morrerás” e em Gênesis 3.19 disse Deus: “No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás”.

A morte é o efeito ou consequência do pecado: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12).

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). A razão porque a morte passou a todos os homens é porque todos pecaram. A morte passou a todos os homens, por um homem, no qual todos pecaram. Pela ofensa de Adão veio o julgamento para todos os homens.

Imediatamente depois da transgressão Deus disse a Adão: “tu és pó e ao pó tornarás” (Gn 3.19). O primeiro casal perdeu o privilégio da imunidade à morte física. Embora eles não morressem no momento em que comeram o fruto proibido, seus corpos ficaram sujeitos a mortalidade (Gn 3.16-19).

Em Gênesis 3.22-24, diz que o casal foi expulso do jardim para não comerem da árvore da vida, porque Deus não quis que os corpos caídos e depravados tivessem imortalidade, que teriam sido uma penalidade mais rubra e mais profunda. A morte física foi uma penalidade do pecado.

“Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Rm 5.17). Se pela desobediência de um homem veio a morte, mas pela a obediência de um só, muitos se tornaram justo (gr.dikaiosune). Como resultado do ato de desobediência de Adão, muitos se tornaram pecadores; da mesma forma como resultado do ato de obediência de Cristo, muitos se tornarão justos. Entretanto, para o cristão a morte física não é mais um castigo, pois, Cristo sofreu a morte como castigo do pecado. Para o crente, ela se torna como um sono para o corpo, e como um portal para a alma, através do qual ele entra em plena comunhão com seu Senhor (2ª Co 5.8; Fp 1.21-23; 1ª Ts 4.13-14). Uma outra tradução diz: “Pois assim, como por causa da sua relação com Adão todos os homens morrem, assim também por causa da sua relação com Cristo eles serão trazidos a vida novamente”. Falaremos da morte vicária de Cristo e da vida eterna com Cristo mais tarde.

 

2.3. A morte eterna.

Quando a Bíblia diz: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:20). A consequência do pecado leva a morte física e espiritual. Neste caso a Bíblia refere-se a separação eterna de Deus, ou seja, a condenação eterna pelos atos praticados contra Deus. “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna” (25.46).

A palavra grega para “eterna” é “aionios” que quer dizer: sem começo e nem fim, aquilo que sempre tem sido e sempre será, nunca termina, eterno. Por outro lado quando a Bíblia fala da vida como recompensa pela justiça, isso significa mais do que existência, pois os pecadores existem no inferno.

“Vida” significa viver em comunhão com Deus e no seu favor – comunhão que a morte não pode interromper ou destruir (Jo 11.25-26). É uma vida que proporciona união consciente com Deus, a fonte da vida.

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3). A vida eterna é uma existência perfeita; a morte eterna é uma existência má, miserável e desgraçada.

A morte eterna é simplesmente o auge, o cume e a consumação da morte espiritual. É a separação eterna entre a alma e Deus, juntamente com o remorso, isto é, a inquietação da consciência por culpa ou crime que se cometeu e castigo eterno (Mt 10.8; 25.1; 2ª Ts 1.9; Ap 14.10-11). O peso total da ira de Deus desce sobre os condenados, isto significa morte no sentido mais terrível da palavra. O homem tem sempre diante de si dois caminhos a escolher: o do bem e o do mal. Tem sempre duas vontades: a própria e a de Deus. Adão escolheu a vontade própria, em vez de escolher a de Deus. Ele fez uma escolha egoísta, em vez de uma escolha altruísta. Escolheu a morte, em vez da vida. Tudo quanto aconteceu a ele próprio e à raça humana são consequências justíssimas da decisão que Adão tomou no Éden. Nenhuma pessoa pode escolher o caminho do egoísmo, e queixar-se depois com os resultados. Ninguém pode escolher a morte e queixar-se quando ela chegar. Não pode escolher o caminho da perdição eterna e queixar-se por não chegar ao céu (Dt 30.11-20; Jr 21.8; Mt 7.13-29).

 

IV.   O EFEITO DO PECADO EM RELAÇÃO A DEUS

 1.      Perversão.

Com a prática do pecado, todas as faculdades humanas tornaram-se moralmente pervertidas, como explicou Paulo em Romanos 1.29-32.

2.      Juízo.

Com o advento do pecado, produzido pela quebra das leis de Deus, a raça humana se tornou condenável diante de Deus (Rm 3.19). O juízo de Deus veio imediatamente após o pecado.

3.      Sofrimento sobre a mulher.

Além das consequências desastrosas sobre o casal em sentido geral, a mulher sofreu uma tríplice maldição.  A concepção multiplicada, o aumento de dores durante a maternidade e sujeição ao domínio do homem.

“E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gn 3.16).

4.      Maldição sobre a serpente.

“Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida” (Gn 3.14).

A serpente recebeu a pior maldição que qualquer animal, pois foi condenada a rastejar-se sobre o ventre e comer o pó da terra.

5.      A expulsão do Éden (Gn 3.23).

Na verdade foi por misericórdia que Deus expulsou Adão e Eva do Éden e proibiu sua aproximação da árvore da vida, pois se tivessem comido dessa árvore amargariam uma existência eterna no triste estado em que se encontravam.

Embora o ato de expulsar o casal pecador do Jardim tenha significado um forte e doloroso juízo divino sobre Adão e Eva, na verdade ele também ressalva um ato de misericórdia e graça do Criador.

 

V.      A CULPA DE ADÃO

 

A Bíblia nos ensina que Adão introduziu no mundo o pecado e transmitiu a natureza pecaminosa ao gênero humano, de sorte que todos que chagam a idade de fazer a sua escolha, inevitavelmente escolhem o pecado que conduz à morte.

 

1.        Desfiguração da imagem divina.

O Homem não perdeu completamente a imagem divina, porque ainda em sua posição decaída é considerado uma criatura a imagem de Deus, (Gn 9.6). Apesar de não estar inteiramente perdido, a imagem divina no homem encontra-se muito desfigurada. Jesus Cristo veio ao mundo tornar possível ao homem a recuperação completa da semelhança divina por ser recriado a imagem de Deus (Gl 3.10).

 

2.        Pecado Original.

O Efeito da queda arraigou-se tão profundamente na natureza humana que Adão, como pai da raça, transmitiu aos seus descendentes a tendência ou a inclinação para pecar (Sl 51.5).

Esse impedimento espiritual e moral o qual os homens nascem é conhecido como pecado original.

Os atos pecaminosos que se seguem durante a idade da plena responsabilidade do homem são conhecidos como pecado atual. Cristo, o segundo Adão, veio ao mundo resgatar-nos de todos os efeitos da queda (Rm 5.12-21).

Ainda que Adão tivesse se reconciliado mais tarde com Deus, a morte física continuaria de acordo com o decreto estabelecido pelo Criador.

“Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.17).

“Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).

Somente um ato de redenção e de recriação o homem teria outra vez o direito a árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus. Por meio de Cristo a justiça é restaurada a alma, a qual a ressurreição, é reunida a um corpo glorificado:

“Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1ª Co 15.22).

Este versículo diz noutras palavras, o seguinte: “Assim como Adão trouxe a possibilidade de morte para todos, assim Jesus trouxe também a possibilidade da vida para todos”. É evidente que cada indivíduo tem que tomar a decisão de aceitar ou rejeitar a Cristo e a vida eterna; e igualmente tem que tomar a decisão de seguir o pecado e a consequência morte espiritual. Por isso Paulo escreve na epístola aos romanos dizendo:

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12).

Assim, o pecador já estava morto em ofensa e pecados e no momento da morte física ele entra no mundo invisível na mesma condição. Então no grande julgamento o Juiz pronunciará a sentença da segunda morte, que envolve “indignação e ira, tribulação e angustia” (Rm 2.7-12).

 

3.      A culpa Universal.

Salomão o homem mais sábio que já existiu, observou que não havia homem algum que não necessitasse de salvação: “Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (Ec 7.20). Paulo na carta aos romanos compartilha dizendo: “Como está escrito: Não há justo, nem um sequer” (Rm 3.10).

Muitos chamam a si mesmo justos, simplesmente porque vivem uma vida melhor, mais aceitável do que outros. Porém trata-se de uma comparação baseada no padrão humano de julgamento. Devemos compreender que Deus não nos avalia comparando com o nosso próximo, mas pelo seu padrão de justiça:

“Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam” (Is 64.6).

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). A razão porque a morte passou a todos os homens é porque todos pecaram. A morte passou a todos os homens, por um homem, no qual todos pecaram. “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo” (Rm 7.18).

“Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). Este texto porém, carece de uma boa interpretação para não criarmos uma “heresia”. Uma ala cristã usa este texto para afirmar que as crianças já nascem em pecados e precisam ser batizadas para purificação. Porém, não se pode criar uma doutrina com base em apenas um texto isolado. Primeiro porque o livro dos Salmos é um livro de cânticos e não de doutrinas. Devemos notar que o salmista escreveu em uma linguagem poética. Segundo Davi, ele emprega a primeira pessoa “eu nasci”, isto é a ele e não aos outros.

Se tomarmos este texto literalmente, estaremos falando de bebês desencaminhados, pecaminosos, que não sabem falar. Nenhum bebezinho fala ao nascer, pois são inocentes.

Davi está dizendo que depois que nascem, as pessoas se inclinam para a direção errada. Nós sabemos que isto é verdade. O homem nasce em um corpo sujeito ao pecado, e esta natureza pecaminosa é uma herança que todo o homem recebe através de Adão. O pecado de Adão introduziu a morte no mundo e implantou no homem uma natureza pecaminosa, colocando assim toda a criação sob o julgamento de Deus.

Não nascemos já pecaminosos, nem culpados. A existência de culpa implica em escolha moral. A culpa significa que agimos erradamente com base em nosso direito de escolha, com base em nossa responsabilidade. Uma criancinha não nasce em pecado, só haverá na criança a qualidade moral, depois que ela aprender a distinguir entre o certo e o errado. Lembramos que o texto de Dt 1.39 ensina que as criancinhas não possuem conhecimento de bem e do mal. Como elas não sabem a diferença entre um e outro não podem ser responsabilizadas.

Se uma criancinha fosse um pecador e se o batismo purifica alguém, certamente Jesus teria deixado esta doutrina. Portanto nos Seus ensinos Ele diz:

“Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor” (Mt 21.16). “Então, lhe trouxeram algumas crianças para que as tocasse, mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Mc 10.13-14).

Na Bíblia Deus tem revelado seu padrão, na Lei, para vivermos uma vida justa; porém, homem algum foi capaz de alcançá-lo perfeitamente. O padrão de vida, exposto por Deus, nunca foi destinado a ser o caminho da salvação para ninguém; nem nos tempos do Antigo Testamento, nem nos dias de hoje.

Teoricamente, uma pessoa poderia obter salvação através da sua perfeita obediência à Lei durante a sua vida, porém ninguém exceto Cristo foi capaz de guardar toda a lei. Podemos compreender com mais clareza o propósito de Deus em dar a lei, se pensarmos nela como se fosse um espelho. Um espelho pode refletir um rosto sujo, mas não pode limpa-lo. Igualmente, a lei pode mostrar ao homem quão pecaminoso ele é, mas não pode salva-lo do seu pecado:

“E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé” (Gl 3.11). A lei simplesmente mostra a incapacidade do homem salvar a si mesmo, uma vez que ele é incapaz de guardá-la.
Pr. Elias Ribas

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Eleições 2016 – Calendário Eleitoral: começa o período para Convenções e TSE divulga limites de gastos de campanha

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) lembra aos interessados que o prazo para a realização de Convenções Partidárias, voltado às Eleições Municipais 2016, se estende no período de 20/07 a 05/08/2016, de acordo com a Lei nº13.165/2015.

TSE divulga limites de gastos de campanha

Estão publicadas no Diário de Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (Dje/TSE), desta quarta-feira (20), as tabelas atualizadas com os limites de gastos de campanha, conforme previsto na Lei das Eleições – Lei nº9.504/1997.

Após publicação dos valores preliminares de gastos de campanha, o TSE atualizou os valores de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de acordo com o parágrafo 2º, art.2º, da Resolução TSE nº23.459/2015.

De acordo com a tabela, o maior limite de gastos para campanha para o cargo de prefeito está previsto para o município de São Paulo (SP), que tem hoje 8.886.324 eleitores. No primeiro turno eleitoral, os candidatos à Prefeitura da cidade poderão gastar até R$45.470.214,12. Já no segundo turno, o teto de gastos será de R$13.641.064,24. De outro lado, os candidatos a prefeito em 3.794 municípios somente poderão gastar até R$108.039,00.

Para o cargo de vereador, o maior limite de gastos foi estipulado para o município de Manaus (AM), que possui 1.257.129 eleitores. Os candidatos a uma cadeira na Câmara Municipal da capital do Amazonas poderão gastar, no máximo, R$26.689.399,64. O piso de gastos para as campanhas para o cargo de vereador ficou em R$10.803,91, alcançando 3.794 municípios.

Acesse as tabelas no endereço: http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2016/Julho/tse-divulga-limites-de-gastos-de-campanha-e-contratacao-de-pessoal-nas-eleicoes-2016

ELEIÇÕES 2016: confira o que diz o calendário eleitoral para este período

O Blog PautaPB traz (abaixo) a íntegra do calendário eleitoral, com suas datas, prazos e resoluções no período compreendido entre os dias 2 e 4 de julho de 2016. Confira:

JULHO – SÁBADO, 2.7.2016

(3 meses antes)

  1. Data a partir da qual são vedadas aos agentes públicos as seguintes condutas (Lei nº 9.504/1997, art. 73, incisos V e VI, alínea a):
    1. nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os casos de:
      1. nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança;
      2. nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República;
      3. nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até 2 de julho de 2016;
      4. nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo;
      5. transferência ou remoção ex officio de militares, de policiais civis e de agentes penitenciários;
    2. realizar transferência voluntária de recursos da União aos estados e municípios e dos estados aos municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública.
  2. Data a partir da qual é vedado aos agentes públicos das esferas administrativas cujos cargos estejam em disputa na eleição (Lei nº 9.504/1997, art. 73, inciso VI, alíneas b e c, e § 3º):
    1. com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral;
    2. fazer pronunciamento em cadeia de rádio e de televisão, fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo.
  3. Data a partir da qual é vedada, na realização de inaugurações, a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos (Lei nº 9.504/1997, art. 75).
  4. Data a partir da qual é vedado a qualquer candidato comparecer a inaugurações de obras públicas (Lei nº 9.504/1997, art. 77).
  5. Data a partir da qual órgãos e entidades da administração pública direta e indireta poderão, quando solicitados, em casos específicos e de forma motivada, pelos tribunais eleitorais, ceder funcionários à Justiça Eleitoral (Lei nº 9.504/1997, art. 94-A, inciso II).

JULHO – SEGUNDA-FEIRA, 4.7.2016

(90 dias antes)

  1. Último dia para os representantes dos partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e demais pessoas autorizadas em resolução específica, interessados em assinar digitalmente os programas a serem utilizados nas eleições de 2016, entregarem à Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral programa próprio, para análise e posterior homologação.
  2. Último dia para a Justiça Eleitoral realizar audiência com os interessados em firmar parceria para a divulgação dos resultados.
  3. Último dia para o Tribunal Superior Eleitoral apresentar o modelo de distribuição e os padrões tecnológicos e de segurança a serem adotados na oportunidade em que disponibilizar os dados oficiais que serão fornecidos às entidades interessadas na divulgação dos resultados.
  4. Último dia para o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida que tenha solicitado transferência para seção eleitoral especial comunicar ao juiz eleitoral, por escrito, suas restrições e necessidades, a fim de que a Justiça Eleitoral, se possível, providencie meios e recursos destinados a facilitar-lhe o exercício do voto (Resolução nº 21.008/2002, art. 3º).          

 

fONTE :  TSE.jus

Não desprezar os começos humildes

Libertado do exílio, o povo de Jerusalém se perguntava se a capital voltaria a ter o seu grande Templo. Quando viu Zorobabel encarregado da sagrada construção, mas poucos materiais, a população começou a desconfiar do projeto. Foi neste ambiente que o Senhor mandou Zacarias anunciar: “Os que não deram valor a um começo tão humilde vão ficar a alegres quando virem Zorobabel terminando a construção do Templo” (Zacarias 4:10).

A incredulidade do povo de Judá, quando se deu conta de que um templo suntuoso, só estava contando com migalhas, no seu início, foi uma postura de realismo. A história do famoso Templo de Salomão fornecia informações detalhadas sobre a quantidade e a qualidade dos recursos acumulados pelo rei Davi, antes até da entronização do seu filho. Será que Zorobabel sabia da história do Templo?

O objetivo de Jeová, na construção do Templo de Zorobabel, foi renovar a fé do Seu povo. Isto ficou bem claro na narrativa do profeta Zacarias: tudo foi obra de Deus.. a permissão dos setenta anos de cativeiro foi obra divina. O retorno para a Terra Prometida continuou a linha do senhorio de Jeová. A reconstrução do Templo e, depois, das muralhas, sob a liderança de Neemias, tudo foi expressão do poder de Deus. O registro de tudo isso, no livro do profeta Zacarias, deve ser lido por nós com a mesma postura: não importam quão humildes sejam os recursos de que dispomos. O importante é confiar que o Senhor já desenhou as plantas e já providenciou os recursos necessários. Como sempre, a única coisa a acrescentar é a nossa confiança Nele, trabalhando com a certeza de que, no final, nossa obra será concluída. Será funcional. Será bela.

Fonte :  Pr. Olavo Feijó

O principal caminho para vencer o MEDO.

Você sabe quanto de medo voce tem? Você já foi prejudicado em
algum negócio ou decisão, por conta do seu medo?

Eu estou lhe enviando este email para lhe dar um alerta muito
importante. Por gentileza, leia até o final!!!

Já ficou com medo de ler? (Pelo amor de Deus, vença esse medo!)

É comum ficarmos indecisos quando estamos diante de uma situação
que temos quase certeza que nos trarão desenvolvimento completo.

A indecisão é bem-vinda, pois noss permite avaliar cada opção
que nos é dada. Mas, decidir depois de 1 ano, já é um problema!

E eu já vi muita gente decidindo, decidindo… e ainda hoje continuam
decidindo o que vão fazer da vida. E já estão ficando velhos!

Sabe porque isso acontece? Se você disse MEDO, acertou!

E para se desculpar alguns vão pensar:

1# “Eu não tenho medo, só sou cauteloso!”

2# “Eu não tenho medo. Só não estou disposto!”

3# “Eu nem penso, já faço logo!”

4# “Eu não conheço o futuro, então preciso avaliar!”

O que tudo isso significa? MEDO, MEDO e MEDO!!

O interessante é que tudo o que fazemos (até respirar) tem 50%
de chances de acertar ou errar; a indisposição na maioria das
vezes é simplesmente procrastinação (adiar por medo); agir
sem pensar também é ruim, pois pode decepcionar e lhe travar
em decisões futuras e sobre o futuro…

Alguém sabe o que vai acontecer no futuro? Mas todas as outras
pessoas ao seu redor estão tomando decisões sábias hoje e
preparando-se para o futuro, quado ele chegar.

E você ainda vai continuar prejudicando suas decisões e seu
futuro por conta do medo?

Porém, algumas decisões não dependem apenas de posicionamento,
mas, também, de investimento financeiro, claro!

E quando se fala em dinheiro, já aparece outra barreira…

A CRISE TÁ DIFÍCIL! PRECISO ECONOMIZAR!

E digo isso, porque esta é a desculpa mais fácil para nós nos
convencermos de que aquela mudança que tanto queremos precisa
ficar para depois, mesmo que os prejuízos sejam evidentes, mesmo
que tenhamos quase certeza que iremos perder boas oportunidades.

Sabe quando você tem certeza que precisa mudar, mas não está
totalmente empenhado nessa mudança? É… Vai ser adiada mais 1 vez.

Mas, chega o dia que você olha para trás e percebe que…

O TEMPO SE FOI… A VIDA AVANÇOU RÁPIDO…
E AS OPORTUNIDADES JÁ PASSARAM…

(Em uma escala menor do que essa, eu já passei por situações assim!
Graças a Deus eu ACORDEI pra vida e TOMEI DECISÕES!!!)

COMO RESOLVER ESSA QUESTÃO?

Eu me fiz uma pergunta e quando eu não encontrei a resposta, eu
resolvi que precisava criar esta resposta para mim mesmo. Eu precisava
sabe onde chegar. É isso que nos dá sentido de existência: SONHOS!

E minha pergunta foi:

“O que eu terei alcançado daqui a 10 anos? E em 50 anos?”

E inclui, principalmente, minha vida espiritual e ministerial. Afinal,
meu objetivo é alcançar a perfeição para entrar na eternidade. E o seu?

E VOCÊ?

Onde você quer estar daqui a 5 anos? Já pensou nisso?
Pare e pense um pouco agora… Você viu seu futuro, se continuar no
mesmo ritmo de agora? Foi bom o que você viu? Ou foi ruim?

NÓS PODEMOS LHE AJUDAR!

Você quer ser um mestre na Palavra, um pastor renomado, um líder
abençoado, um obreiro aprovado?

O principal segredo para tudo isso é CONHECIMENTO! E nós
temos todo o conteúdo que você precisa para romper a barreira do
MEDO, adquirir confiança e desenvolver suas habilidades para
exercer seu ministério, sua vocação e seu chamado com excelência.

Por isso, eu lhe convido novamente a tomar uma DECISÃO ao
invés de dar uma DESCULPA, pois você é o único capaz de dizer:

EU QUERO!!!

E não deixe para amanhã. Peça um curso de Teologia agora, adquira
conhecimento, desenvolva habilidades e faça a diferença no mundo.

Se você tiver alguma dúvida, fique a vontade para responder este
email com a sua pergunta. Eu estarei feliz em responder você!

Abraços do seu irmão em Cristo,
Netanias dos Santos

ps1. Já decidiu? Parabéns, essa é a hora de vibrar pois você vai
conseguir garantir todos os bônus exclusivos do nosso curso,
que está com poucas vagas e oferta quase encerrando.

ps2. Estamos com uma oferta especial em todos os cursos.

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A Importância de Estudar Teologia!

É inadmissível que haja pessoas que sustentem que o estudo da Teologia não tem importância alguma. Esta é uma visão retrograda que desconsidera que estamos vivendo num mundo de mudanças e crescimento na área humana. E que para tanto, é preciso que se tenha uma visão relativista de tudo o que nos cerca e que fazemos parte dessa época.

É diferente daqueles dias antes do Renascimento, onde perdurava a ignorância, não no sentido pejorativo, mas no que concerne a falta do conhecimento.
E é justamente nesta visão que conscientizamos alguns obreiros, ou qualquer pessoa que queiram adquirir conhecimento. Isto é, tanto na área bíblica e teológica como secular.

Quem estuda teologia além de obter conhecimento aprofundado das “Doutrinas Sistemáticas”, tem também ou obtém uma visão maior no campo teológico, ou seja, adquire conhecimento Geográfico, Sociológico, Cultura, Filosófico e Bíblica Geral.

O PRECONCEITO DE ALGUNS CRISTÃOS SOBRE A TEOLOGIA

O problema ainda é visto no meio evangélico com certo preconceito. Estudar Teologia para alguns cristãos é correr risco. Há quem afirme que o obreiro ou quem estuda teologia pode se tornar um cristão frio, formalista ou que pode até se desviar da fé.

Ora, os textos que citamos neste comunicado são críveis do ponto de vista bíblico e espiritual, e negar a educação é uma estupidez.
Infelizmente há muitos cristãos que estão mais propícios ao fanatismo porque não estudam do que quem procura adquirir conhecimento. O mais espiritual não é prova de que a “ignorância” foi ou será o correto, ou melhor, que o ignorante tem que permanecer na ignorância porque isso expressa ser espiritual.

Precisamos saber que o conhecimento sem o espiritual pode levar alguns ao formalismo, e o espiritual sem o conhecimento também pode levá-lo ao fanatismo religioso. Portanto, tudo tem que ter ponderação, e isso aprendemos estudando e adquirindo o conhecimento, pois é como disse Jesus: “E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos Libertará” – Jo 8.32.

Não podemos admitir que no pleno século XXI, ainda há cristãos, obreiros e pastores que não têm a visão do reino de Deus. Estão enclausurados em seus templos conformados com a rotina de cultos mal administrados, ou seja, sem uma linha lógica da liturgia. E passam os anos e nada muda, pois o povo está estagnado e acostumado com as mesmices, destarte sem perspectiva de crescimento por parte, e quando não a decadência espiritual.

ESTUDAR TEOLOGIA É SABER AS COISAS DE DEUS

Estudar teologia é se aprofundar e adquirir o conhecimento para um crescimento na Palavra de Deus. Por mais que haja intenções que visem a adequação sistemática, ou que cooperem para o bom andamento da Igreja com sua administração, mesmo assim, não podemos nos eximir de que se deve por regra adquirir o conhecimento bíblico-teológico.

Todavia, as inverdades perduram na mente e coração de quem não olha sem perspectiva futurística. Mas quando diferente disso, as coisas andarão de acordo a vontade de Deus. Aprendemos a vontade de Deus através da sua Palavra. Deus revelou sua vontade na sua Palavra, a Bíblia Sagrada.

Vamos analisar alguns pontos, pense você em alguém abrindo a Bíblia num culto onde exista uma multidão. E naquela ocasião o ministrante é um “leigo” na concepção da palavra. E pega um texto obscuro, ou seja, de difícil compreensão ou sem fazer uma exegese do texto.

Aplica-o de forma contundente sem olhar o texto e nem o contexto, e todos os pormenores teológicos, e na ocasião você como participante do culto e conhecendo aquela passagem bíblica fica concomitantemente estarrecido.
E daí, você sabe que a pregação ou ensino está fora da verdadeira exegese, podemos aceitar como uma verdade revelada de Deus? Bem, se a sua resposta é sim, talvez diga lhe que infelizmente essa é a situação de muitos dentro de suas respectivas igrejas, onde se mutila a Bíblia de forma absurda e a expõem de forma mentirosa aos ouvidos de pessoas que precisam ouvir Deus falar.

Finalizo dizendo que há muita gente se dizendo pregadores e mestres, ou seja, são pessoas que nunca se sentaram para aprender. Pois, ler livros e sair por ai pregando as idéias alheias é falta de maturidade cristã, quero ver é quem de anos vem labutando e adquirindo conhecimento e tem Deus como seu ajudador.
Digo que, um pregador não se faz da noite para o dia, e sim, nos bancos de Igrejas onde se ensinam a Palavra de Deus, e nos bancos de seminários, e por fim, começando pela Escola Bíblica Dominical.

O CONSELHO DE PAULO AO JOVEM OBREIRO TIMÓTEO:

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem tens “Aprendido”. E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. II Tim 3.14 e 15-16.

Timóteo era filho de Paulo na fé, porém, filho de pai grego, sua mãe Eunice, e sua avó Loíde, ambas criaram Timóteo ensinando-o as verdades de Deus. Então, fica claro porque Paulo lembra-lhe de tudo o que o Jovem Obreiro precisava por em prática, ou seja, o conhecimento que adquiriu na sua infância e adolescência…

E por fim, diz o Senhor Deus: Os entendidos, pois, resplandecerão, como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a Justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente. Dan 12.3. ( Pr. José R. Melo)

A Real História da Escola Bíblica Dominical

O início da EBD, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida. Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade. Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos. Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. Que perversos os meninos de Gloucester ! Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã. Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:”As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular”.

O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas : seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos. Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical : Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Fonte : Universidade da Bíblia

1 Coríntios 13

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.,não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.,o amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade ,tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Que vc tenha uma semana abençoada em Cristo Jesus.1 Coríntios 13

Em 2016

Quanto mais somos provados, mais nos dedicamos a oração e ao estudo das Sagradas Escrituras. Você pode não ter percebido, mas a maior parte das provações que enfrentamos são bençãos .

Não temas, segue adiante e não olhes para trás,segura na mão de Deus e vai.que vc tenha uma semana abençoada na presença do Senhor Jesus.

Só tua graça me basta e tua presença é meu prazer ; que vc tenha um domingo lindo e abençoado na presença do Senhor Jesus..

Em lugar da vossa vergonha tereis dupla honra; e em lugar da afronta exultareis na vossa parte; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria.que vc tenha um fim de semana abençoado.

 

O amor pode prolongar o tempo de vida

O amor é visto, diariamente, sob diversas formas: entre amigos, namorados, marido e mulher ou o incondicional amor de pai e mãe. Ao longo da nossa existência, os laços amorosos constroem-se e tornam a vida das pessoas mais agradável e segura. Por outro lado, a saúde é outro fator importante que se beneficia em razão desse forte sentimento.
Para a psicóloga do Hapvida Saúde, Suellen Saraiva de Oliveira, a vida saudável resulta na possibilidade de ter esperança e potencializa as ações pessoais. “A saúde é constituída por um processo que diz respeito à convivência social e à vivência pessoal. Para promovê-la, não basta apenas ministrar medicamentos ou ensinar novos conhecimentos e padrões comportamentais. É preciso atuar nas necessidades e emoções que mediam tais conhecimentos e práticas, isto é, na base afetiva do comportamento”, explica.
Para que as mudanças ocorram, Suellen aconselha seus pacientes a sentirem e expressarem as suas emoções. “O mais interessante é que o amor, esse novo tipo de medicamento terapêutico, não custa nada, pode ser ministrado por qualquer pessoa e se aplica com o paciente perto ou longe do seu curador”, observa a psicóloga.
A especialista cita o “medicamento terapêutico” como uma das necessidades fundamentais para o desenvolvimento humano, junto com o pensar, o agir e o imaginar. Segundo ela, esses quatro fatores moldam o sentido de como a plenitude da saúde humana deve ser alcançada. Suellen explica ainda que o amor modifica o mundo físico interior dos pacientes. “Ao tomar uma postura psicológica altamente positiva e altruísta, que se constrói com a expressão do amor, o mundo físico interior do paciente também sofre alteração semelhante: melhora, cura-se e reequilibra-se”, acrescenta.
Suellen ressalta também a importante relação entre o amor e a saúde. “O amor e a saúde estão entrelaçados de maneira surpreendente. Os humanos foram feitos para se conectarem uns aos outros, então quando bons relacionamentos são cultivados, as recompensas são imensas”, completa. Ela conclui destacando a importância do amor na vida das pessoas. “Por ser o elemento mais significativo da vida humana, o amor ajuda a controlar o estresse, a ansiedade, a depressão e até a pressão sanguínea mais baixa. E isso é apenas o começo”, declara.
 
IDOSO

A convivência dentro de um ambiente no qual há bastante afeto pode ajudar no enfrentamento dos problemas de saúde, principalmente para uma pessoa idosa. Alguns efeitos promovidos com esse convívio são: o tempo de vida prolongado, a superação de perdas difíceis e a maior eficácia dos tratamentos médicos.
Rodrigo Dias, geriatra do Hapvida Saúde, explica que o lar afetivo é capaz de amenizar quadros depressivos e prolongar o tempo de vida dos pacientes. “Existem estudos que demonstram que, quando um idoso perde o seu cônjuge, ele também tende a falecer em alguns anos. Mas, com a ajuda da família, oferecendo apoio, carinho e atenção, esse tempo de vida pode ser ainda maior”, exemplifica.
Infelizmente, existe o lado inverso dessa situação. O médico alerta para a “insuficiência familiar”, termo usado na geriatria em relação à ausência de cuidados com a pessoa idosa. Tais casos de insuficiência chegam a dificultar o tratamento médico e trazer danos para a saúde.
Rodrigo ressalta, também, que o apoio da família incentiva o idoso a respeitar a prescrição dos medicamentos, por exemplo. “Ao receber carinho e atenção, eles aceitam a dependência dos remédios com mais facilidade e cooperam com o desempenho da própria saúde e do nosso trabalho”, esclarece.

Lei da Mediação trará celeridade processual na solução de conflitos

Entrará em vigor em 180 dias a Lei Federal nº 13.140/2015, popularmente conhecida como a “Lei da Mediação”, que trata do uso da mediação para solução de conflitos, inclusive em questões que envolvam a administração pública. O objetivo é, por meio de acordos, reduzir o volume de processos no Poder Judiciário. O ato foi publicado na edição desta segunda-feira (29) do Diário Oficial da União.

Para o juiz Bruno Azevedo, diretor adjunto do Núcleo de Conciliação do Tribunal de Justiça da Paraíba, a medida abrirá novos horizontes, tendo em vista que “estabelecerá uma cultura a partir de uma previsão legal, ajudando a quebrar resistências das pessoas jurídicas, grande clientes da Justiça, e assim, facilitar o trabalho do Poder Judiciário”.

O magistrado explicou ainda que antes não havia no Brasil um instrumento legal para regulamentar a mediação. A Lei beneficiará a todos, pois proporcionará mais celeridade e custos menores, além de desafogar o Judiciário. 

De acordo com a nova lei a mediação servirá de mecanismo para solucionar conflitos, não só entre órgãos da administração pública, como também entre a administração pública e o particular.

A Lei da Medição orienta que a União, os estados e os municípios poderão criar câmaras de prevenção e resolução administrativa de conflitos, para promover a busca de acordos, mas, enquanto isso não ocorrer, aplicam-se as mesmas regras da mediação judicial já existente.

Mediação – É uma forma de solução de conflitos na qual uma terceira pessoa, neutra e imparcial, facilita o diálogo entre as partes, para que elas construam, com autonomia e solidariedade, a melhor solução para o problema.

Conciliação – A Conciliação é um método utilizado em conflitos mais simples, ou restritos, no qual o terceiro facilitador pode adotar uma posição mais ativa, porém neutra com relação ao conflito e imparcial. 

Fonte : TJPB

Agência inova e oferece ‘divórcios online’

Criar um perfil, fornecer alguns dados e em poucos dias ter o divórcio realizado já é possível graças á tecnologia. Atualmente a internet tem facilitado a vida da sociedade e agilizado muitos processos que, fora dela, poderiam demandar mais tempo. Analisando as possibilidades de colaborar com o processo de divórcio, foi que o Divórcio Aqui criou uma plataforma de processamento de documentos para o divórcio no Brasil, tornando-o mais rápido e econômico.

A ideia surgiu quando ao analisar os casamentos brasileiros, percebeu-se que as pessoas se casam bem jovens e não possuem muitas informações sobre o divórcio e serviços que oriente as pessoas com problemas no relacionamento e que tendem a se divorciar. A partir disso, a empresa passou a pesquisar sobre as possibilidades de criar uma plataforma que auxiliasse esses casais e tornasse o processo menos doloroso.

Após 2 anos pesquisando e estudando tecnologias e aspectos legais do divórcio no Brasil, que o Divórcio Aqui, em outubro de 2014 lançou a tecnologia para oferecer serviços de processamento de documentos necessários para a realização do divórcio, assim como colocando os usuários em contato com advogados registrados na OAB. Desde que iniciou suas operações, a empresa já registrou a visita de mais 1 milhão de usuários em seu endereço eletrônico e realizou 2.508 divórcios em mais de 380 cidades do Brasil.

Divórcio online pode ser emitido em 3 dias

A empresa atende em todo o Brasil e de uma forma bastante simples, o usuário só precisa acessar o endereço eletrônico (www.divorcioaqui.com.br) e fazer o teste de elegibilidade para saber se a condição atual de seu casamento permite um divórcio consensual, que nada mais é do que o divórcio extrajudicial, aquele feito em cartório na presença de um advogado.

Em 60 segundos o usuário responde às perguntas do teste e em seguida é apresentado o resultado, que pode ser elegível ou não. Caso não seja elegível, o resultado que pode ser devido o casal possuir filhos menores de idade ou incapazes desse casamento ou por um dos cônjuges não concordar com os aspectos do divórcio. Neste caso, será apresentado a ele uma lista de advogados próximos de sua localidade, tomando como base o CEP informado no teste.

Se esse usuário for elegível para o divórcio consensual, tudo o que ele precisará fazer é criar o seu perfil no site do Divórcio Aqui e a partir daí seguir o passo a passo. O processo é feito basicamente através das informações preenchidas pelo usuário no site e nos documentos enviados ao Divórcio Aqui, que fará uma análise para ver se está tudo certo conforme exigido pela lei. Estando tudo correto, o Divórcio Aqui envia esses documentos ao advogado escolhido pelo usuário.

Assim que o advogado recebe os documentos, previamente checados pelo Divórcio Aqui, o mesmo providencia a Escritura de divórcio junto ao Tabelionato de Notas e com a escritura em mãos, o advogado envia esse documento ao Divórcio Aqui para que seja entregue ao usuário. Assim que o usuário recebe a Escritura de Divórcio, basta ir ao Cartório de Registro Civil e fazer a averbação do divórcio na Certidão de Casamento, finalizando assim o processo de divórcio do casal. É possível se divorciar em até 3 dias úteis após ter os documentos assinados e dependendo do advogado do seu caso.

A Hora da Verdade Sobre o Islã

Dave Hunt

O Que é Ser Fanático?

Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo?

Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé…”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]

Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?

Terrorista e Prêmio Nobel da Paz

Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!

Recompensas no Paraíso

Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.

Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.

Uma Religião Fundamentada na Violência

É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.

Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.

 

Preconceito Religioso?

Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.

O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.

E Agora, o Que Deve Ser Feito?

Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Notas:

  1. David Lamb, The Arabs: Journey Beyond a Mirage(Vintage Books, 1988), p. 287; David Reed, “The Holy War Between Iran and Iraq” (Reader’s Digest, agosto de 1984), p. 389.
  2. Citado na autoridade de Ibn ’Abbas em Sahih of al-Bukhari(Parte 9), p. 19. Atestado por vários eruditos islâmicos.
  3. Ibid (Parte 1), p. 13.
  4. John Laffin, The PLO Connections(Transworld, 1982), p. 18

 

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br.

SMS alerta sobre os riscos do Câncer de Pênis

Um dos fatores mais importante na prevenção do câncer de pênis é uma boa higiene genital. No Brasil, esse tipo de tumor representa 2% de todos os tipos de câncer que atingem o homem, sendo mais frequente nas regiões Norte e Nordeste. Por ano, esse tipo de câncer mata em média 111 homens apenas na região Nordeste.

Comumente confundido com o câncer próstata, o câncer de pênis tem um diagnóstico através de exames físicos e laboratoriais, como a ultrassonografia, biopsia e histopatológico.  O resultado desses exames é fundamental para o diagnóstico de um tumor maligno no pênis.

O coordenador da área técnica da saúde do homem da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Késsio Brito, lembra que, assim como qualquer outro câncer, o de Pênis tem cura. “Quanto mais precocemente ele for descoberto, assim como outras doenças, melhor será a resposta ao tratamento e maior as chances de cura”, explicou.

O coordenador destaca, ainda, que a timidez que os homens tem de ir ao médico principalmente ao urologista, dificulta o diagnóstico da doença.  “Por falta de informação ou constrangimento, muitos homens demoram a procurar atendimento médico quando notam alguma alteração no corpo. Não buscar assistência e orientação no início e não tratar a doença, pode ser um agravante para a saúde do usuário. É sempre bom lembrar que trata-se de uma doença que tem cura”, completou.

A porta de entrada para o cuidado à saúde é a Atenção Básica. Lá o usuário é avaliado e encaminhado, quando necessário para os serviços da Atenção Especializada, onde o paciente pode contar com a avaliação de um médico urologista da rede municipal de saúde. Quando confirmado o câncer, é feito de forma regulada o encaminhamento ao Hospital Napoleão Laureano ou Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho (Hpmger) para acompanhamento e iniciar o tratamento específico.

“Os homens precisam ficar em alerta e esquecer o preconceito. Uma simples conversa com a família ou uma ida ao médico pode ajudar a diagnosticar a doença, que em casos mais graves pode levar a amputação do membro”, completou o coordenador da área técnica da saúde do homem da SMS.

Sintomas – O sintoma mais comum é o aparecimento de uma ferida avermelhada, que não cicatriza, ou de um pequeno nódulo, na glande, no prepúcio ou no corpo do pênis. Inicialmente, essas lesões podem não doer, o que retarda o diagnóstico.

Manchas esbranquiçadas ou perda de pigmentação na glande, presença de esmegma com cheiro forte e de gânglios inguinais inchados na virilha, além de placas avermelhadas, bem delimitadas podem ser consideradas lesões pré-malignas que evoluirão para câncer de pênis, se não forem devidamente diagnosticadas e tratadas.

Ainda, de acordo com Késsio Brito, a cirurgia de fimose – quem tem como objetivo facilitar a higiene do pênis, diminuir o risco de infecções do prepúcio e da glande, é outro fator de prevenção. “É bom ressaltar que, tanto o homem circuncidado como o não-circuncidado pode reduzir as chances de desenvolver esse tipo de câncer se tiverem bons hábitos de higiene”, destacou.

Prevenção – Algumas medidas importantes são necessárias para prevenir o câncer de pênis, como:
– fazer a limpeza diária com água e sabão, principalmente após as relações sexuais;
– O autoexame do pênis e das áreas ao redor é importante para localizar lesões iniciais, ter um diagnóstico precoce e introduzir o tratamento;
– Usar camisinha nas relações sexuais;
– Procurar orientação e cuidados médicos sempre que notar qualquer alteração no órgão.

Deserto

O deserto é um lugar onde o Senhor Jesus opera sinais de maravilhas e grandes milagres. Quando estamos no deserto os amigos somem, desaparecem, Muitas vezes, ficamos sozinhos, só você e Deus. Mais no deserto estamos sendo forjados, no deserto estamos sendo aperfeiçoados por Deus. Para sobreviver no deserto e muito difícil, porque lá não existe água e quando encontramos, ela é escassa e pouca. No deserto aprendemos a valorizas às mínimas coisas que o Senhor nos tem nos dado.
Quando Você Estiver no Deserto,CLAME AO SENHOR PORQUE ELE TE OUVIRÁ E CERTAMENTE TE SOCORRERÁ.

Sabedoria no Novo Ano

No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: “O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?” Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem:“…acabam-se os nossos anos como um breve pensamento”. A nossa vida passa “como um suspiro” ou “como um sopro”. Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida. E isso volta a nos lembrar que nossa vida é limitada, que o tempo que passamos sobre a terra tem um fim. Foi isso que levou Moisés a suplicar ao Senhor: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Sl 90.12). Que tipo de sabedoria Moisés pedia? Penso que foi a sabedoria de viver a vida de uma maneira que ela tenha valor diante de Deus. Nesse sentido o Senhor Jesus nos conclama a juntar tesouros nos céus (Mt 6.20) e Paulo nos exorta a buscar “as coisas lá do alto” (Cl 3.1-2). O que significa “do alto”? Paulo explica isso de maneira bem compacta nos versículos 12 a 14, mas poderíamos citar ainda muitos outros versículos bíblicos que dizem a mesma coisa: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”.

Vamos investir nessas coisas celestiais durante o novo ano, para que nossa vida seja cheia de uma riqueza que permanece eternamente? Repetidas vezes, como na passagem acima, o amor é exaltado no Novo Testamento como o alvo mais elevado que existe, e esse é o amor de qualidade superior, o amor com que Jesus nos amou, dando Sua vida por nós. Os ataques do inimigo nestes tempos finais se concentram sobre esse amor supremo. Jesus nos alertou a respeito em Seu sermão profético: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor esfriará de quase todos” (Mt 24.12).

Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (comp. Lc 21.36)

Fonte : (Fredi Winkler – http://www.apaz.com.br)

Embora Eu Não Entenda

Do ponto de vista da lógica da filosofia humana, a afirmação do Salmista parece, no mínimo, contraditória. “Anunciarei que Tu és fiel; o dia inteiro falarei da Tua salvação, embora não seja capaz de entendê-la” (Salmo 71:15).

O escritor do Salmo 71 relata suas recordações, desde sua juventude. Agora, com os cabelos brancos da idade avançada, ele faz a lista dos altos e baixos da sua vida, em que tentou cultivar comunhão com o seu Senhor. Poucos monarcas de Judá e Israel sofreram tantas traições, tantas revoluções políticas, tantas tragédias familiares, quanto ele. Apesar de tudo isso, porém, o salmista celebra “o dia inteiro” a “Tua salvação”. Qual a razão de um tão grande contrassenso?

A explicação, talvez, esteja na data do salmo – ela se situa no final da vida do poeta. A narrativa não comenta promessas futuras. O Salmo 71 é um cântico autobiográfico. Ele descreve intervenções divinas experimentadas no decorrer de décadas. Diante deste fato, as contradições desaparecem. “Embora eu não seja capaz de entender a salvação recebida do Deus Jeová, minha vida é o grande testemunho, a prova para mim, irrefutável de que Deus é fiel e tem sido sempre fiel, em toda a minha existência!”. A frase “embora eu não seja capaz de entendê-la” em nada diminui a realidade da fidelidade e da salvação que o seguidor do Senhor experimenta. A comunhão com Cristo não exige do cristão que aniquile sua inteligência, sua racionalidade, sua lógica. Pura e simplesmente – e felizmente – a comunhão com Cristo somente exige a coragem de crer Nele como Filho de Deus. E reconhecer as mudanças existenciais, espirituais, que Ele causa em nossa vida.

A Urgência Da Vida E A Sabedoria

Aquele que possui com abundância e tem a certeza de que seus recursos estão mais do que garantidos, pode se dar ao luxo de viver despreocupadamente. A brevidade de nossa vida, escreveu o salmista, exige de nós um comportamento sábio. “Faze com que saibamos como são poucos os dias de nossa vida, para que tenhamos um coração sábio” (Salmo 90:12).

A maioria das pessoas tem medo da morte. Por esta razão, encontramos tanta gente que vive como se sua existência nunca tivesse fim. Esta postura é tão imatura quanto a de pessoa que evita ir ao médico, para não ter que saber que está doente… Quando, entretanto, nós ouvimos a notícia nua e crua de que desenvolvemos uma doença terminal, parece que cada minuto conta, para tomarmos as providências que ignoramos no decorrer da vida.

Quando somos confrontados pela urgência da vida, sentimos igualmente a urgência de viver com critério e com sabedoria. Esta é a mensagem de Moisés quando, na sua velhice, escreveu o Salmo 90. Sua longa vida lhe ensinou que nossa vida é muito breve. E lhe ensinou também que, quanto mais cedo assimilamos os ensinos do Senhor, mais naturalmente descobrimos os critérios bíblicos de não desperdiçar nossos dias de existência. Viver em comunhão com o Senhor é o mesmo que viver a vida com sabedoria. Com saúde. Com alegria. Com qualidade. Foi para nos capacitar para esta “vida com abundância” que Jesus veio a este mundo (João 10:10). Aceitar Jesus é viver com “coração sábio”.

Movimentos culturais

Recentemente li, em um jornal da cidade, uma matéria do colega Kubitschek Pinheiro

intitulada “Canções do exílio”, que fala do auto-exílio do cantor e compositor Gilberto Gil

em Londres, com detalhe do encontro musical, à época, entre Gil e a cantora Gal Costa.

Esse texto me levou à reflexão da importância, do papel e do poder dos movimentos

culturais no processo de democratização do país.

Vale ressaltar que durante a denominada Ditadura Militar, mesmo com a censura, a

cultura brasileira não deixou de criar e se espalhar pelo Brasil, com a arte se tornando

um instrumento de denúncia da situação do país. Desse período, no segmento cultural,

destaque para os festivais de música, que lançaram compositores e intérpretes das

chamadas canções de protesto, como Geraldo Vandré, Chico Buarque de Holanda e Elis

Regina.

Outro propagador do sentimento anti-ditadura foi o cinema, onde os trabalhos de Cacá

Diegues e Glauber Rocha levaram para as telas a história de um povo que perde seus

direitos mínimos. O mesmo ocorreu no teatro, com os grupos Oficina e Arena, que

procuram dar ênfase aos autores nacionais e denunciar a situação do país naquele

período.

Durante o regime de “chumbo, instaurado a partir do golpe de 64, muitos jornalistas

desenvolviam o seu trabalho no intuito de resistência ao regime e rompimento com a

ditadura. Nesse período, surgiram diversos jornais alternativos de oposição ao governo.

Entre os jornais irreverentes, citamos o Pasquim.

A Ditadura, com toda força de repressão, não foi capaz de estancar a rica produção

cultural do povo brasileiro. Em outras palavras, podemos recorrer a um refrão de uma das

músicas de Chico, como forma de resumir op que houve: “Apesar de você, amanhã há de

ser outro dia…”.

Cidadania – As políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência foram tema

de debate na Câmara Municipal de João Pessoa, durante audiência pública realizada

nesta quarta-feira, 17 de setembro. A discussão foi proposta pelo vereador Lucas de Brito

(DEM), que destacou a necessidade do desenvolvimento constante de políticas públicas

em prol da melhoria da qualidade de vida, da acessibilidade, da inserção no mercado de

trabalho, dentre outros aspectos voltados para pessoas com deficiência na Capital.

5 coisas que você deve saber sobre depressão

Em um espaço de duas semanas foram anunciadas as mortes do ator americano Robin Williams e do humorista brasileiro Fausto Fanti. Ambos sofriam da mesma doença: Depressão. Atualmente, ela é a segunda doença mais incapacitante do mundo e, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2020 será a primeira. Ao todo, mais de 340 milhões de pessoas sofrem do transtorno psicológico, 13 milhões delas estão no Brasil. Por ano, 850 mil pessoas com depressão em seu estágio mais grave cometem suicídio.

Para a psicóloga da Hapvida Saúde, Julita Sena, a doença carrega o estigma de todas as doenças psiquiátricas. “A visão que temos sobre transtornos mentais é arcaica e os profissionais da saúde têm um longo caminho para desconstruir essa imagem que a sociedade tem sobre os pacientes”, explica Julita.

1.      Depressão não é apenas “estar para baixo”

“A distinção entre depressão e tristeza deve ser sempre reconhecida e bem trabalhada pelos profissionais”, explica Julita. Enquanto quem está apenas triste consegue fechar um ciclo e retomar a vida normal, o mesmo não acontece com quem apresenta um quadro depressivo. A doença atrapalha a rotina, tornando atividades do dia a dia insuportáveis e pode até mesmo trazer a sensação de que é desnecessário continuar a viver.

2.      Qualquer pessoa pode ter depressão

Embora estudos apontem que há fatores genéticos que tornem algumas pessoas mais propensas à depressão, qualquer um pode ser vítima da doença, até mesmo crianças. Fatores externos, como uma vida muito estressante, problemas profissionais ou familiares, abuso de drogas e álcool, podem podem desencadear um quadro depressivo.

3.      Não é falta de força de vontade

Na tentativa de ajudar, é comum que amigos e familiares tentem motivar alguém com depressão dizendo que é preciso “força de vontade” da parte dela. Na verdade, a    depressão é uma doença e deve ser tratada com suporte médico e terapêutico adequado. “Esses acompanhamentos são imprescindíveis para que o desejo pela vida seja recuperado”, explica a psicóloga da Hapvida.

4.      Os sintomas não são apenas psicológicos

A depressão pode ser detectada por diversos fatores psicológicos e comportamentais: baixa autoestima, reclusão social, irritabilidade. No entanto, o corpo também padece com os efeitos da doença. A pessoa depressiva pode ter o sistema imunológico afetado, dores pelo corpo, insônia ou sonolência em excesso, entre outros.

5.      Preconceito só atrapalha

Estima-se que 20% da população sofre ou irá sofrer de depressão em algum momento da vida. No entanto, a sociedade possui uma imagem negativa em relação aos transtornos psicológicos em geral. Ao contrário de doenças como diabetes ou câncer, por exemplo, elas geram pouco empatia e são alvo de preconceito. O que apenas prejudica o paciente e, muitas vezes, faz com que ele retarde a procura por um profissional que possa ajudá-lo.

Pauta Assessoria de Comunicação 

Jesus chorou.



Jesus sabia que lázaro iria morrer. Jesus sabia do enorme sofrimento que afligiria Marta e Maria, pela perda do irmão amado. Mesmo sabendo antecipadamente de tudo isso, diante das lágrimas aflitas da família e dos amigos, Jesus ficou profundamente comovido. E o evangelista resume todo este drama com apenas um pequeno versículo: “Jesus chorou” (João 11:35).

O que chorar significa, na complicada dinâmica de nossa vida emocional? Chorar é prova de fraqueza, de revolta, ou de descontrole? Não. Expressar emoções e sentimentos através das lágrimas é um comportamento de reequilíbrio interior e de comunicação profunda com o mundo que nos cerca. Olhos marejados de lágrimas enxergam coisas profundamente humanas, que passam despercebidas, quando os olhos estão secos. Diante de um evento maior do que nós e que nos obriga a perceber nossa humildade e nossa fragilidade, o jeito é explodir com lágrimas, para não implodir com raiva. O Senhor inventou o chorar por causa do amor que Ele sente por Seus filhos. Se quiséssemos usar uma palavra não usada, mas tecnicamente perfeita, diríamos que chorar é um processo de homeostase…

Deus leva a sério o nosso chorar – no mínimo, é isto que aprendemos das sinceras lágrimas de Cristo Jesus diante do sofrimento de duas irmãs amigas, desconsoladas pela morte de um irmão querido. O salmista declara esta mesma verdade, através de uma expressão poética: “recolheste as minhas lágrimas no Teu odre – não estão elas escritas no Teu livro?” (Salmo 56:8). Chorar é um poderoso elo de ligação social – não é por acaso que Paulo recomenda “chorar com os que choram” (Romanos 12:15). Cristãos que choram sinceramente e que compartilham a dor dos irmãos, chorando em comunidade, vivem antecipadamente o Reino perfeito da nossa Terra, onde “Deus enxugará dos olhos deles todas as lágrimas” (Apocalipse 21:4). Só de pensar, dá vontade de chorar de alegria!

Estudos contrariam ideia de que beber um pouco faz bem ao coração

Duas pesquisas recentes contrariam a ideia de que beber moderadamente faz bem ao coração. De acordo com eles, consumir duas taças de vinho por dia, algo que é até recomendado por alguns médicos, pode ser prejudicial à saúde.

Um dos trabalhos, publicado no British Medical Journal, mostrou que beber menos reduz o risco de doenças do coração e diminui a pressão arterial. Segundo o autor do estudo, o professor Juan Casas, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, no Reino Unido, ainda que uma pessoa beba pouco ela pode ter benefícios se diminuir a quantidade consumida.

A equipe avaliou estudos que envolvem dados de 260 mil pessoas. Como muita gente não conta para médicos ou cientistas quanto bebeu de verdade, o grupo resolveu se concentrar naqueles que, por razões biológicas, não conseguem exagerar no álcool. Essas pessoas, que representam 7% da população, possuem uma variante genética que gera sensibilidade à bebida. Pelos resultados, essa população tem 10% menos risco de sofrer do coração.

O segundo estudo, publicado nesta segunda-feira (14) pelo Journal of American College of Cardiology, revela que, mesmo com moderação, o consumo de vinho e bebidas destiladas pode ser um risco para fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca que pode resultar em acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca.

Pesquisadores suecos estudaram mais de 79 mil adultos, com idades entre 45 e 83 anos, que foram acompanhados por 12 anos. Foram encontrados mais de 7 mil casos de fibrilação atrial. A análise mostrou que o risco do problema aumentou 8% a cada drinque adicional por dia.

A pesquisa, no entanto, não identificou um risco semelhante para o consumo moderado de cerveja. Segundo a autora principal, Susanna Larsson, do Instituto Karolinska, em Estocolmo, não há explicação para isso. Mas ela supõe que o motivo esteja na frequência do consumo. Se a pessoa beber quantidades maiores em poucos dias da semana o risco de fibrilação atrial é maior do que se ela beber um pouco todos os dias. Ela também observa que mais estudos são necessários para estabelecer a relação entre o problema e o consumo de álcool.

Palavra Que Transforma

O cristão é um ser em constante conflito, pois ele recebeu de Deus a missão de se examinar. O autoexame é crucial para que nossa fé se desenvolva. Precisamos nos avaliar diariamente, observando se temos tido progresso em (1) glorificar mais a Deus com a nova vida que temos recebido, (2) abandonar o pecado em todas as suas formas e (3) absorver o amor como um estilo de vida, sendo generoso, compassivo e gentil com todos a sua volta).

Não podemos examinar nosso crescimento espiritual simplesmente porque coisas boas aconteceram conosco. Jesus foi o melhor homem que já viveu, e sua vida foi marcada por sofrimentos, rejeições e uma morte terrível. Não é o carro novo que você comprou ou a casa própria que você finalmente adquiriu que mostram que Deus está com você.

Crescimento espiritual acontece quando o homem tira o eu do trono do seu coração e permite Deus reinar em sua vida. Crescemos quando o pecado vai perdendo seu poder de nos seduzir, porque agora queremos viver de acordo com a justiça do reino. Estamos em Cristo quando queremos ajudar o nosso próximo, assim como Ele tem nos ajudado Examine-se!

O amor pode prolongar o tempo de vida

O amor é visto, diariamente, sob diversas formas: entre amigos, namorados, marido e mulher ou o incondicional amor de pai e mãe. Ao longo da nossa existência, os laços amorosos constroem-se e tornam a vida das pessoas mais agradável e segura. Por outro lado, a saúde é outro fator importante que se beneficia em razão desse forte sentimento.
Para a psicóloga do Hapvida Saúde, Suellen Saraiva de Oliveira, a vida saudável resulta na possibilidade de ter esperança e potencializa as ações pessoais. “A saúde é constituída por um processo que diz respeito à convivência social e à vivência pessoal. Para promovê-la, não basta apenas ministrar medicamentos ou ensinar novos conhecimentos e padrões comportamentais. É preciso atuar nas necessidades e emoções que mediam tais conhecimentos e práticas, isto é, na base afetiva do comportamento”, explica.
Para que as mudanças ocorram, Suellen aconselha seus pacientes a sentirem e expressarem as suas emoções. “O mais interessante é que o amor, esse novo tipo de medicamento terapêutico, não custa nada, pode ser ministrado por qualquer pessoa e se aplica com o paciente perto ou longe do seu curador”, observa a psicóloga.
A especialista cita o “medicamento terapêutico” como uma das necessidades fundamentais para o desenvolvimento humano, junto com o pensar, o agir e o imaginar. Segundo ela, esses quatro fatores moldam o sentido de como a plenitude da saúde humana deve ser alcançada. Suellen explica ainda que o amor modifica o mundo físico interior dos pacientes. “Ao tomar uma postura psicológica altamente positiva e altruísta, que se constrói com a expressão do amor, o mundo físico interior do paciente também sofre alteração semelhante: melhora, cura-se e reequilibra-se”, acrescenta.
Suellen ressalta também a importante relação entre o amor e a saúde. “O amor e a saúde estão entrelaçados de maneira surpreendente. Os humanos foram feitos para se conectarem uns aos outros, então quando bons relacionamentos são cultivados, as recompensas são imensas”, completa. Ela conclui destacando a importância do amor na vida das pessoas. “Por ser o elemento mais significativo da vida humana, o amor ajuda a controlar o estresse, a ansiedade, a depressão e até a pressão sanguínea mais baixa. E isso é apenas o começo”, declara.

IDOSO

A convivência dentro de um ambiente no qual há bastante afeto pode ajudar no enfrentamento dos problemas de saúde, principalmente para uma pessoa idosa. Alguns efeitos promovidos com esse convívio são: o tempo de vida prolongado, a superação de perdas difíceis e a maior eficácia dos tratamentos médicos.
Rodrigo Dias, geriatra do Hapvida Saúde, explica que o lar afetivo é capaz de amenizar quadros depressivos e prolongar o tempo de vida dos pacientes. “Existem estudos que demonstram que, quando um idoso perde o seu cônjuge, ele também tende a falecer em alguns anos. Mas, com a ajuda da família, oferecendo apoio, carinho e atenção, esse tempo de vida pode ser ainda maior”, exemplifica.
Infelizmente, existe o lado inverso dessa situação. O médico alerta para a “insuficiência familiar”, termo usado na geriatria em relação à ausência de cuidados com a pessoa idosa. Tais casos de insuficiência chegam a dificultar o tratamento médico e trazer danos para a saúde.
Rodrigo ressalta, também, que o apoio da família incentiva o idoso a respeitar a prescrição dos medicamentos, por exemplo. “Ao receber carinho e atenção, eles aceitam a dependência dos remédios com mais facilidade e cooperam com o desempenho da própria saúde e do nosso trabalho”, esclarece.

Não Escondi As Minhas Faltas

Jó 31:33 – ¶ Se, como Adão, encobri as minhas transgressões, ocultando o meu delito no meu seio; 

Em meio à enxurrada de provações que o Senhor permitiu em sua vida, Jó fez o possível para se manter honesto, diante de Deus. “Jamais procurei encobrir as minhas faltas, como fazem algumas pessoas, nem escondi no coração os meus pecados” (Jó 31:33).

O livro de Jó foi escrito para nos ensinar que o Senhor permite provações não porque Ele é injusto – mas porque Ele quer nosso aperfeiçoamento e santificação. Quanto ao personagem do patriarca, o livro nos ensina a importância de sermos honestos, no nosso relacionamento com o Senhor. Quando não entendemos o que Deus nos permite, é com Ele que devemos conversar. E muito francamente.

Quando enfrentou o Senhor, no vale do rio Jaboque, Jacó não lutou contra Deus. Jacó lutou com Deus, abertamente, honestamente, até conseguir a bênção do Senhor. Nós, cristãos, devemos falar com Deus, de coração aberto. Se não gostamos, dizer a Ele que não gostamos. Se não conseguimos, confessar a Ele nossa fraqueza. O exemplo de Jó deve ser seguido por nós: nada de encobrir as nossas faltas. A melhor pessoa para entregar nossos pecados é Deus.

Pr. Olavo Feijó

Palavra Que Transforma

1 Coríntios 7:2 – Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. 

O celibato parecia ser uma prática adotada por algum dos crentes coríntios. Eles diziam que era bom para o homem não se casar (vv.01). Mas Paulo vislumbrou o desafio de se manter casto em uma sociedade pervertida, e então afirma ser melhor que cada homem tenha a sua própria esposa (vv.02).

Jesus reconhecia a possibilidade do celibato, como um dom dado por Deus para algumas pessoas, por causa dos propósitos soberanos de Nosso Criador (Mt 19.12). Mas o propósito original de Deus é a formação da família, deixando o homem o pai e mãe, unindo-se a sua mulher e tornando-se uma só carne com ela (Gn 2.18-24).

Portanto, a doutrina cristã é totalmente compatível com o casamento entre um homem e uma mulher e o sexo não deve ser visto como algum ruim, mas bom e prazeroso, quando observado dentro do matrimônio.

O Verdadeiro Sentido da Páscoa (Pêssach)

Páscoa é a festa que marca o início do calendário bíblico de Israel e delimita as datas de todas as outras festas na Bíblia. Páscoa (Pêssarr, em hebraico) significa literalmente “passagem” (pois o Senhor “passou” sobre as casas dos filhos de Israel, poupando-os. Ex 12:27). É uma FESTA instituída por D-us como um memorial para que os filhos de Israel jamais se esquecessem que foram escravos no Egito, e que o próprio D-us os libertou com mão poderosa, trazendo juízo sobre os deuses do Egito e sobre Faraó. (Ex 12). Páscoa fala de memória, de identidade. O povo de ISRAEL foi liberto do Egito para poder servir a D-us e ser luz para as nações. Páscoa é uma FESTA instituída para que jamais ISRAEL se esquecesse quem foi, quem é e o que deve ser. Da mesma forma,  todos os que são discípulos do Mashiach são co-herdeiros e co-participantes das promessas e das alianças dadas por D-us a Israel, pois através do Evangelho foram enxertados em ISRAEL e são parte da mesmo corpo (judeus e não-judeus), a Família de D-us (Ef 3:6). Daí, conforme o ensino apostólico em I Co 5:8, os discípulos de Yeshua não-judeus podem e devem também celebrar este memorial. O simbolismo da Páscoa é parte da mensagem no Novo Testamento, e toda a obra da Cruz se baseia no evento da Páscoa Judaica. Yeshua não apenas é morto em Páscoa, mas ele simboliza o próprio CORDEIRO pascal (I Co 5:8), que TIRA o pecado do mundo (Jo 1:29) e cujo sangue nos liberta, nos resgata da escravidão do pecado e nos SELA como Seus filhos.  Nele (Yeshua), somos feitos NOVAS CRIATURAS sem o fermento da malícia e da maldade. Como podemos ver, não se pode entender a obra da cruz sem o conhecimento dessa que é a mais simbólica das Festas de D-us. Páscoa fala de nossa LIBERTAÇÃO para servirmos a D-us.

Representação de um Sêder (jantar) de Pêssach dos dias de Yeshua

Como os antigos judeus comemoravam esta data?
Segundo Ex capítulo 12, Páscoa deveria ser celebrada com um jantar familiar, onde um Cordeiro seria assado e comido por todos. O jantar também deveria ter o pão asmo ou sem fermento (matzá, em hebraico) e ervas amargas. O pão sem fermento nos ajuda a lembrar que na noite da Páscoa no Egito, comemos às pressas e o pão não teve tempo de fermentar. As ervas amargas nos lembram de como nossa vida era amarga quando éramos escravos de Faraó. Por volta do ano 550 a.C., os judeus criaram uma seqüência para o jantar (chamada de Hagadá), que incluía o RELATO do Êxodo, os 4 cálices de vinho e o Charosset (pasta doce).  A intenção do mandamento (Ex 12:26) é que TODOS os membros da família participem das narrativas e da liturgia, e que a festa seja uma ferramenta DIDÁTICA para se ensinar às crianças sobre como o Senhor nos libertou com mão forte do Egito. Yeshua, quando celebrou seu último jantar de Páscoa com os discípulos, seguiu exatamente a tradição judaica vigente em sua época e até os dias de hoje. Ele utilizou quase todos os elementos e a seqüência que temos hoje nos lares judaicos. Não apenas isso, mas ele utilizou parte da tradição criada no séc VI a.C. para institucionalizar a Santa Ceia (um Kidush com simbolismo mais rico).

Existem adereços especiais que nos ajudam a ver como a Páscoa era comemorada?
A forma como desde o século VI a.C. os judeus celebram a Festa de Páscoa é praticamente a mesma de hoje. Na mesa temos um prato especial chamado “Keará”. Nele dispomos os elementos do jantar:  Beitsá (um ovo cozido que representa a oferta de Páscoa feita no Templo – Chaguigá), o Zerôa (um osso de cordeiro que representa o Cordeiro Pascal – nos lares judaicos tradicionais não se come cordeiro em luto à destruição do Templo), as ERVAS Amargas (Karpás: batada cozida ou cebola – que representa o duro trabalho dos hebreus no Egito;  o Marôr: gengibre; e o Chazêret: salsão), e o Charôsset (uma pasta doce que se assemelha a um barro – lembrando do barro que os filhos de Israel amassavam no Egito para fazerem tijolos). Além dos elementos do PRATO KEARÁ, temos também TRÊS pães ásmos e 5 cálices de vinho – cada um com um simbolismo diferente.

O Keará (prato de Pêssach) com os elementos do Jantar

Como as famílias devem hoje celebrar esta data?

Os Judeus (sejam eles crentes em Yeshua ou não), celebram esta festa da forma descrita acima pois ela é um estatuto perpétuo (Ex 12:14).  Para os judeus crentes, esta festa é ainda mais especial, pois Yeshua é o nosso Cordeiro Pascal. Mas e os cristãos não-judeus? Temos provas históricas que a Igreja, até meados do séc IVd.C., celebrava a Festa de Páscoa como os judeus (com pães asmos e no dia 14 de Nissan) – I Co 5:8 e Cl 2:16. Algumas obras Patrísticas também atestam a mesma coisa (Peri Pascha – Melito de Sardes – séc II d.C.). A Pascoa Judaica só foi proibida de ser celebrada no Concílio de Antioquia, em 341 d.C, e demorou quase 400 anos até que as pessoas tivessem deixado de vez esta tradição dos apóstolos. Assim, os cristãos de hoje deveriam obedecer ao apóstolo Paulo e seguir o exemplo dos primeiros crentes, realizando em suas igrejas e em suas famílias um jantar festivo, com pão sem fermento, o cordeiro assado e ervas amargas, para se lembrarem de como a vida era amarga antes de conhecermos a Yeshua, e como ele nos RESGATOU com mão forte das garras do inimigo e da escravidão do pecado, e nos fez NOVA CRIATURA sem o fermento do pecado. Deveríamos todos celebrar neste dia como o SANGUE do Messias foi derramado por nós, nos marcando e nos consagrando a D-us.

“Coelho” da Páscoa ou Matzá de Pêssach? Qual é a verdadeira tradição Bíblica e Apostólica?

Ovo de páscoa… pode?

A Páscoa Cristã, oficializada em 325 d.C.  no Concílio de Nicéia, foi instituída com o intuito de substituir a Páscoa celebrada por Yeshua e pela Igreja até então. Nos países de língua anglo-saxônica a páscoa cristã é conhecida como “Easter”, mas nos países de língua latina a palavra “Páscoa” foi mantida como uma transliteração da palavra “Pêssach”, em hebraico). O nome “Easter” é proveniente de uma festividade de primavera celebrada por Assírios, Babilônios (e posteriormente Celtas), em adoração a deusa Ishtar (ou Oestre no mundo nórdico). Esta era a deusa da fertilidade, daí ovos e coelhos eram usados como simbolismos. Em outras palavras, qualquer historiador ou qualquer enciclopédia atestará que a origem do ovo é pagã. Se temos a verdadeira Páscoa que era celebrada por Yeshua, pelos apóstolos e pela Igreja até o séc. VI d.C, porque deveríamos adotar costumes pagãos em nossas casas? Será que Yeshua endossaria a troca de ovos enfeitados e coelhos de chocolates? Que cada discípulo de Cristo verdadeiro saiba discernir a Fé que vive e ensina à seus filhos.

Shalom e Chag Pêssach Samêach a todos!

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