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Dicas para evitar o stress na hora de comprar um imóvel.

A organização antes, durante e depois de comprar um imóvel é o fator essencial para que essa experiência tão importante seja bastante positiva.

Realizar um dos passos mais aguardados na vida de quase todo brasileiro exige paciência, tranquilidade e planejamento. Uma boa forma de começar tudo é conversar de maneira honesta com a sua família e amigos. Além disso, é necessária uma reflexão acerca das suas reais possibilidades econômicas já que dar entrada em um financiamento, por exemplo, é comprometer o orçamento familiar por muitos anos. Independente das suas motivações, o importante inicialmente é se sentir seguro para fazer o investimento. Confira abaixo mais algumas orientações!

1. Defina o tipo de imóvel que você está procurando.

Morar em grandes centros urbanos é ter à disposição milhares de opções de todos os gostos e tamanhos e procurar o que pode ser perfeito para você pode se tornar cansativo. O tamanho adequado tem tudo a ver com o momento que você está vivendo. Leve em consideração quantas pessoas irão habitar o imóvel para entender a quantidade de quartos necessários para abrigar todo mundo com conforto. No fim das contas, decisões como a escolha pelo bairro ideal até o tamanho em metros quadrados do imóvel ou o valor disponível para eventuais reformas passam pelo tamanho do seu orçamento. Ele vai te ajudar a filtrar suas opções.

2. Analise o imóvel por dentro e por fora.

Para evitar futuras dores de cabeça, é imprescindível que em suas visitas você seja capaz de examinar detalhes estruturais do espaço como o funcionamento da parte elétrica como tomadas, chuveiros, quadro de luz, fiação e interruptores além dos encanamentos da casa ou apartamento – aí vale a pena um olhar mais aproximado no desempenho de pias, torneiras, vasos sanitários e chuveiros. Com tudo isso em ordem, invista um tempinho para conhecer o condomínio e também dar uma volta pela vizinhança para entender suas opções de serviços e estabelecimentos. O ideal é visitar as redondezas do imóvel em diferentes períodos do dia para descobrir informações valiosas sobre a segurança e nível de ruído na rua em dias normais e aos fins de semana.

3. Entenda os custos e reúna a documentação.

Uma vez escolhido o imóvel dos sonhos, é preciso entender quanto de fato esse investimento irá custar ao seu bolso. Tenha em mente os custos do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imobiliários), além de serviços diversos prestados pelo cartório além de eventuais despesas destinadas à reforma e reparos do apartamento. A mudança também tem seus custos – contrate uma empresa séria e com boas avaliações no mercado para embalar de forma apropriada seus móveis e objetos e entregá-los com cuidado e segurança no novo destino. Sobre os documentos, tenha calma e reserve um momento tranquilo para analisar os contratos de compra e venda do imóvel e reunir a lista exigida ao comprador onde precisam constar cópias do RG, CPF, certidão de estado civil, comprovantes de renda, endereço de correspondência, certidões negativas, entre outros.

De qualquer forma, o mercado imobiliário mudou e a experiência de compra e venda de imóveis ficou muito mais dinâmica com a chegada das ibuyers no Brasil. Elas são empresas que facilitam todas as etapas da negociação, diminuindo o tempo entre o anúncio e a venda que da forma convencional costuma levar até um ano e meio para a conclusão do negócio. Quando chegar a hora de investir ou até mesmo colocar seu imóvel no mercado, não deixe de pesquisar e analisar essa opção! +

Cabedelo inicia mês de novembro lembrando a importância da prevenção ao câncer de próstata

A Prefeitura Municipal de Cabedelo (PMC), por intermédio da Secretaria de Saúde (Sescab), inicia o mês de novembro lembrando a importância da prevenção ao câncer de próstata e de cuidar da saúde do homem.

Durante todo o mês, a programação do Novembro Azul vai contar palestras, testes rápidos e campanhas de sensibilização sobre importância dos homens cuidarem de si.

A campanha local terá o lema “Prevenção é investimento”, e a abertura oficial será no próximo dia 8, no Centro Municipal de Referência em Saúde Leonard Mozart (Policlínica) com a realização de palestras, atividades físicas, serviços de enfermagem, testes rápidos e corte de cabelo.

No dia 11, a Sescab promove um mutirão de prevenção ao câncer de próstata, com a realização de consulta especializada com o urologista Jorge Mendes, ofertando exames de PSA e de Próstata (exame para detectar precocemente casos de câncer de próstata e outras condições, como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite).

Durante todo o mês, várias atividades também serão realizadas nas Unidades Básicas de Saúde, Policlínica e Laboratório Municipal, com palestras de orientação com médicos especialistas, exames de laboratório PSA além de exames clínicos com urologistas.

Novembro Azul – É um movimento mundial que acontece durante esse período para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros – de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). E as maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho.

Para alertar sobre a importância de os homens cuidarem da saúde, os órgãos de saúde seguem a orientação do Inca e da Fundação Saúde e criam campanhas especiais para a data, com a ideia de tornar os homens mais conscientes e alertar para alguns preconceitos que podem colocar em risco suas vidas.

Setembro Amarelo: psiquiatra fala sobre como agir diante de alguém em risco de suicídio

“Suícidio, o que fazer quando estamos diante de alguém em risco” é o tema da palestra, que será ministrada pelo médico psiquiatra, Alfredo Minervino, às 14h desta terça-feira (17/09), na sede do Ministério Público da Paraíba, na Capital. O evento faz parte da programação do Setembro Amarelo, movimento dedicado a ações de prevenção ao suicídio, e é aberto a todas as pessoas que têm interesse em entender melhor o fenômeno do suicídio e contribuir para sua prevenção.

A palestra faz parte do conjunto de ações pensadas pelo grupo de trabalho criado para discutir a prevenção, a assistência a vítimas de lesões autoprovocadas e a posvenção ao suicídio. O GT foi iniciado pela promotora de Justiça da Saúde, Jovana Tabosa, e incorporado ao Núcleo de Políticas Públicas, criado no âmbito do MPPB. Além dos membros do Ministério Público participam do grupo representantes de várias instituições, principalmente, das áreas de saúde e educação.

“Em um ano de trabalho do GT, construímos e estamos em fase de implementação da Nota Técnica 01/2019 (disponível em https://bit.ly/2lT1hgV), que vai nortear todas as ações da rede de saúde, da atenção básica à especializada, para que atue de forma integrada, com o acompanhamento de tentantes e seus familiares, minimizando os riscos de novas tentativas e o adoecimento mental de seus familiares. A expectativa é que a palestra do Dr. Minervino venha nos dar uma luz sobre o que podemos fazer diante de alguém adoecido e com ideação suicida. Temos a clareza que é preciso falar sobre o assunto sem tabus, ouvir as pessoas ao nosso redor e tratá-las”, explicou.

A palestra acontecerá no auditório do MPPB, na Avenida D. Pedro II, s/n, em João Pessoa. Além dos integrantes do GT de Prevenção e Posvenção ao Suicídio, de profissionais da rede de cuidados, podem participar do evento qualquer cidadão que queira entender melhor sobre o tema. Alfredo Minervino é um dos médicos psiquiatras mais conceituados da Paraíba; professor universitário e vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria.

COMBATE AO SUICÍDIO Identifique sinais, ofereça auxílio e ajude a preservar vidas

Cada um pode ser a mão amiga na preservação da vida e no combate ao suicídio. Neste Setembro Amarelo, mês marcado pela campanha de conscientização e prevenção ao suicídio, o psicólogo do Hapvida em João Pessoa, Esly Nascimento, explica que existem detalhes importantes que podem salvar uma vida.
 
“Devemos observar quando a pessoa demonstra certo isolamento ou é alguém muito comunicativo e de forma brusca passa a ser mais calado, quieto, em suas palavras demonstra certo descontentamento com a vida, menciona falta de sentido para viver, às vezes, até passa a nutrir certo interesse por questões espiritualistas, vida após a morte, choro, torna-se alguém muito apegado a outras pessoas de forma repentina”, elenca.
 
O especialista ressalta que é importante que as pessoas reconheçam esses e outros sinais. Além de saber fornecer apoio emocional, deve encaminhar o indivíduo para um atendimento especializado com psicólogo e nunca tratar com indiferença quando alguém disser que deseja morrer. “Acolhimento, atenção, entender que é um sofrimento real, nos leva a uma atitude de compaixão, cuidado e paciência”, orienta.
 
Buscando ajuda – Esly relata ainda que o suicídio tem se tornado um fato social. Atinge principalmente os jovens, mas acomete também adultos e é fruto de uma sociedade comprometida com o ter em detrimento do ser. “O vazio existencial ocorre justamente na busca pelo ter esquecendo-se de valores perenes como família, saúde e paz. Nesta corrida desenfreada é muito difícil ver e ser visto”, destaca.
 
O especialista ressalta que é possível buscar ou oferecer ajuda em casos de pessoas que apresentam insatisfação com a vida. “Um profissional que possa fornecer apoio técnico como um psicólogo, um psiquiatra, buscar apoio na família, nos amigos íntimos. Devemos entender que o suicida pode sim reconhecer que necessita de ajuda. Ele não está avesso a isso. A morte contra si é uma desistência por não ter a capacidade de enxergar solução. Acolher seria a palavra que mais se encaixa”, afirma.
 
Além disso, o psicólogo acrescenta que é preciso envolver-se com a dor e o sofrimento do outro, para que como sociedade se possa sentir que não se está sozinho e que existe esperança. “Existe um motivo, uma razão para continuar vivendo”, conclui.
 
Dados – Na Paraíba, a cada 34 horas um caso de suicídio é registrado, segundo levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado em 2018.  Por ano, uma média de 11 mil pessoas tiram a própria vida no País. De acordo com o primeiro boletim epidemiológico sobre suicídio, divulgado em 2017 pelo Ministério da Saúde, entre 2011 e 2016, 62.804 pessoas tiraram suas próprias vidas no Brasil, 79% delas são homens e 21% são mulheres. A taxa de mortalidade por suicídio entre os homens foi quatro vezes maior que a das mulheres, entre 2011 e 2015. São 8,7 suicídios de homens e 2,4 de mulheres por 100 mil habitantes.

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Fãs se despedem de Gabriel Diniz e especialista explica porque luto do ídolo é sentido como se fosse alguém da família

A morte do cantor Gabriel Diniz aos 28 anos em um acidente de avião atraiu um grande número de pessoas para frente da sua casa, em João Pessoa. Na segunda-feira (27) muitos admiradores, algumas vindos de outros estados, já se aglomeravam no local do velório, que só foi iniciado nesta terça-feira (28). O sofrimento, a dor e a tristeza são nítidos nos fãs que choram a morte do ídolo. A psicóloga do Hapvida Danielle Azevedo explica que os fãs vivenciam a morte de um ídolo como se fosse da família, mesmos sem ter uma convivência com aquele artista.

A especialista destaca que as redes sociais e os veículos de comunicação acabam estreitando essa relação entre o fã e o ídolo. “O fã por si só tem uma interpretação de referência ideal daquele artista e passa a viver muito em função da rotina, dos shows, do que faz, do que come e do que veste. Ele passa a ter uma certa idolatria e não se tem como dizer que eles não tinham contato. É como se de fato ele construísse essa personagem em paralelo e atribuísse a esse fanatismo um afeto, uma revolta, uma ira”, explica. 

Danielle destaca que a morte de Gabriel foi muito repentina, trágica e ele era um ícone, uma pessoa de uma personalidade e comportamento diferenciado.  Além de popular, tinha um ar cômico, o que o fazia ser visto como diferencial no meio artístico e isso faz com que ele fosse um líder que carregava vários admiradores. Segundo ela, não basta ser famoso, precisa ter uma história, um cenário, um contexto que faz aquele personagem ser tão querido e enaltecido em vários aspectos.

“O fã vai sofrer e vai viver esse luto. Não é apenas uma pessoa que morreu em um acidente, mas sim a pessoa que ele idolatrava e vivia em função dela. É como perder um parente próximo. Muitos fãs irão viver as fases do luto, ao ponto de terem reações de desespero, de fazerem questão de lembrar de datas, pois muitos deles acabam sendo muito ritualísticos”, diz.

Viver o luto é normal, mas a psicóloga alerta que é preciso ter cuidado com o luto patológico. Ele se caracteriza por atrapalhar a vida do indivíduo depois de muito tempo, a rotina não é mais a mesma e existe alteração do sono. “Pode ter reações psicossomáticas onde se deixa de comer e fica alimentando o retorno dessa pessoa. Eu já atendi pacientes com quadros de alucinação que via a pessoa”, relata.

Fases do luto – A especialista destaca que o luto se manifesta de formas diferentes dependendo do cenário que as pessoas estão vivendo e como elas enfrentam a situação. Ela destaca que a vivência do luto acontece em cinco fases.

  1. Primeira fase – pode ser reconhecida com base em reações e frases como: “Eu estou bem”, “não preciso de ajuda”.
  1. Segunda fase – momento da fase do luto aparece a negação e raiva como o “isso não é justo comigo”, “porque Deus fez isso comigo?”.
  1. Terceira fase – é a da barganha, quando as pessoas querem fazer uma negociação do tipo: “Eu faria qualquer coisa para ter ele de volta”.
  1. Quarta fase – é a etapa depressiva em que a pessoa se nega a sair de casa e que acredita que a dor que está sentindo não vai passar.
  1. Quinta fase – Essa é a etapa da conformidade quando as pessoas começam a dizer que a morte trouxe a paz para quem partiu e para quem ficou.Hapvida – João Pessoa

Dia Mundial do Rim: o que você deve saber para manter a saúde desse órgão

Os rins podem sofrer com câncer, pedras… Em homenagem ao 13 de março, selecionamos conteúdos para você cuidar bem desses filtros naturais do corpo

dia internacional do rim

Quem já teve uma pedra nos rins sabe como vale a pena cuidar desses órgãos. (Ilustração: Erika Onodera/SAÚDE é Vital)

Dia Mundial do Rim de 2019, celebrado no dia 13 de março, é uma oportunidade para conscientizar a população sobre doença renal crônica, câncer, pedras nos rins… Mas, mais do que entender esses problemas, é necessário aprendar a evitá-los ou tratá-los direito.

É aí que a SAÚDE pode te ajudar. Nessa data tão especial, compilamos conteúdos para combater as doenças renais e garantir o ótimo funcionamento dos rins. Confira:

Insuficiência ou doença renal crônica

Pedra nos rins

Câncer

Por Theo Ruprecht

O que Deus diz sobre o carnaval?

Nada. Deus não fala sobre o carnaval na Bíblia. No entanto, Deus disse muitas coisas sobre qual deve ser a nossa atitude perante festas como o carnaval.
A Bíblia menciona muitas festas que o povo hebreu fazia mas nenhuma delas parecida com a festa do Carnaval. As festas que os hebreus faziam tinham um propósito e eram festas ordenadas por Deus. Além de ser para louvá-Lo, eram festas de gratidão.Crentes podem comemorar o carnaval?

O que o carnaval traz e faz às pessoas? Qual é o objetivo da festa? Como é o seu ambiente? Ela honra e louva a Deus ou o foco é o homem?Atualmente, o carnaval é uma festa em que o ser humano cultua o próprio corpo, satisfaz os prazeres carnais e pratica todo tipo de orgia. Em Colossenses 3:17, lemos que os cristãos devem fazer tudo em nome de Jesus. A palavra que ressalta é a palavra tudo: tudo o que fizermos, devemos fazer porque representamos alguém, Jesus. Glorificamos a Deus com o que fazemos ou onde estamos? É para a Sua honra e glória? Sempre que a resposta for “sim”, podemos fazer.

O carnaval é uma satisfação da carne

Deus em Sua Palavra diz-nos que o pendor da carne dá para a morte (Romanos 8:6), a Sua vontade é que fujamos de tudo aquilo que não O honre, e que vivamos uma vida de santidade. 1 Tessalonicenses 4:3 diz que a vontade de Deus é a nossa santificação, ela é um processo.À medida que nos aproximamos mais de Deus, menos satisfazemos os nossos desejos carnais e mais agradamos a Ele. Pensando no ambiente e objetivo do carnaval, ela é uma satisfação dos nossos desejos, aquilo que nossa carne deseja.A Bíblia lembra-nos em 1 Coríntios 6:19 , que o nosso corpo é o santuáriodo Espírito Santo, que todas as coisas me são permitidas mas nem tudo me convém. O carnaval é uma identificação com as práticas do mundo, quando participamos nos identificamos com tudo o que nos oferece. E a pergunta que deve ser respondida por cada um de nós é: honramos a Deus quando participamos?Veja também: vosso corpo é templo do Espírito Santo – o que isso significa?

Qual é o propósito das festas na Bíblia?

As festas descritas na Bíblia tinham propósitos. Eram feitas para honrar e louvar a Deus. O que se faziam nelas? Quem participava? Elas eram resultado de algo que Deus fez ou fazia pelo povo. E eram comemoradas pelo próprio povo de Deus, com muita alegria, instrumentos e danças mas com um espírito de reverência e santidade.O povo de Deus era muito conhecido pelos povos vizinhos, que também faziam suas festas em homenagem aos seus deuses, mas sem temor e com muitas orgias.

Como fica a aposentadoria dos servidores públicos com a reforma da previdência?

A Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal traz alterações que geram impacto diretamente no regime previdenciário dos servidores públicos municipais.  Entre elas, a mais significativa está na implantação de condições iguais de períodos de contribuição e limites de remuneração, entre os servidores e os trabalhadores da iniciativa privada. Em linhas gerais, a medida levará os funcionários públicos a demorarem mais tempo para se aposentar, recebendo menos que o previsto atualmente.  

O advogado da Associação Paraibana de Advogados Municipalistas (Apam), Luiz Elias Miranda dos Santos, especialista em Direito Previdenciário, explicou que com a nova regra, os servidores passarão a ter como limite dos proventos de aposentadoria pagos no teto do regime geral da previdência, que atualmente corresponde ao valor de R$ 5.645,80.

Outra questão trata-se do tempo de contribuição. No que diz respeito à regra permanente para aposentadoria voluntária, a PEC prevê que os servidores que ingressarem no serviço público após a reforma se aposentarão observando os seguintes requisitos: 25 anos de tempo de contribuição, com 10 anos de efetivo serviço público e 5 anos no cargo em que se der a aposentadoria. A idade deverá ser de 65 anos para homem e 62 anos para mulher.

“Mas, pela regra atual, os professores que comprovem exclusivamente tempo de efetivo exercício nas funções de magistério têm redução de cinco anos nos critérios de idade e tempo de contribuição”, ressaltou Luiz Elias, que atua no Escritório Marcos Inácio Associados.

Regra de transição – Os funcionários que tenham ingressado no serviço público até a eventual promulgação da reforma poderão se aposentar de acordo com as atuais regras do sistema previdenciário, a chamada regra de transição. A advogada associada à Apam, Larissa Marceli Nóbrega Farias, os servidores devem cumprir, de forma cumulativa, os alguns requisitos.

A especialista em Direito Previdenciário esclarece que no caso dos servidores públicos, as mulheres se aposentarão com 56 anos de idade e os homens com 61. Porém, a partir de 2022, as mulheres precisarão de 56 anos para obterem o benefício e os homens 62, aliado a 30 anos de contribuição, se mulher, e 35 se homem, além de vinte anos de efetivo serviço público, com 5 anos no cargo efetivo no qual se der a aposentadoria.

“O somatório entre idade e tempo de contribuição deverão totalizar 86 pontos, se mulher, e 96 pontos, se homem, sendo que haverá acréscimo progressivo na tabela de somatório a partir de 2020 onde os homens deverão totalizar 105 pontos e as mulheres 100, sendo que, com a aprovação da lei complementar, haverá a possibilidade ainda desses critérios serem revisados quando a expectativa de sobrevida da população brasileira atingir os 65 anos de idade”, lembrou.

Reforma – A reforma do sistema de previdência social brasileiro foi apresentada na semana passada, em 20 de fevereiro, pelo governo do presidente do Jair Bolsonaro, sob a forma de Proposta de Ementa à Constituição (PEC) de número 4/20019 na Câmara Federal. A matéria tramitará pela Câmara e pelo Senado. Na Câmara após passar pelas Comissões, a proposta irá a plenário e terá de ser aprovada por, pelo menos, 308 dos 513 votos em dois turnos de votação. De lá, a PEC segue para o Senado, onde deverá ter o mínimo de 49 votos entre os 81 senadores, também em dois turnos de votação.

Assessoria de Imprensa
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Esse é o segredo para viver livre do ressentimento

“Quando vocês ficarem irados, não pequem”. Apazigúem a sua ira antes que o sol se ponha e não deem lugar ao Diabo.

– Efésios 4:26-27

O que você faz quando você está triste e zangado? Algumas pessoas negam os sentimentos, outras guardam rancor, ainda outras explodem e machucam quem está próximo. Mas a Bíblia nos ensina a reconhecer o que sentimos e a confrontar o problema, sem pecar. Conte para Deus o que você está sentindo e libere perdão. Esse é o primeiro passo para vencer a dor.

Luto mal vivido pode causar transtornos de ansiedade e até depressão, alerta psicóloga

O luto é um estado psíquico extremamente doloroso, associado à morte e às perdas. No entanto, por mais difícil que possa ser, é necessário viver o luto para não viver de luto. A psicóloga do Hapvida, Danielle Azevedo, fala que é imprescindível passar por todas as fases para o seu enfrentamento. O contrário pode provocar o “luto patológico”, que pode provocar doenças como depressão, transtornos de ansiedade e outras enfermidades. Os últimos episódios envolvendo as tragédias de Brumadinho e o incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo trazem a tona o assunto.
 
“Aceitar o luto sempre vai ser o melhor caminho, porque quando as pessoas negam, elas encapsulam o seu sofrimento, fazem com que aquilo fique muito mais aparente. É como se a dor fosse muito mais ampla, mais intensa. É importante que as pessoas vivam, aceitem, sofram, chorem e revivam essas experiências porque vai chegar um momento que a saudade não vai doer mais, vai ser leve. Nesse momento, é quando a pessoa elabora a perda, seja qual for”, explica.
 
A psicóloga destacou ainda o luto patológico que é quando a pessoa se sente impedida de viver em paz, passando a viver em função da ausência de quem partiu. “Muita gente guarda as roupas, fantasia que a pessoa ainda continua por perto. Outras chegam até a colocar o prato na mesa como forma de simbolizar que a pessoa ainda está ali. Então, é como se essa pessoa não tivesse um descanso emocional. Com isso, se gera outros tipos de reações como as psicossomáticas, de comportamento, de bloqueio de relacionamento, sociabilidade. Sem contar nos transtornos de ansiedade, depressão e algumas outras coisas que podem ser ocasionadas por esse luto patológico”, esclarece.
 
Fases do luto – A especialista destaca que o luto se manifesta de formas diferentes dependendo do cenário que as pessoas estão vivendo e como elas enfrentam a situação. Ela destaca que a vivência do luto acontece em cinco fases. De acordo com a psicóloga, a primeira fase pode ser reconhecida com base em reações e frases como: “Eu estou bem”, “não preciso de ajuda”. Em um segundo momento da fase do luto aparece a negação e raiva como o “isso não é justo comigo”, “porque Deus fez isso comigo?”.
 
A terceira fase é a da barganha, quando as pessoas querem fazer uma negociação do tipo: “Eu faria qualquer coisa para ter ele (a) de volta”. “Nesse caso tem pessoas que recorrem a espiritualidade e religiões para tentar amenizar a saudade e também a dificuldade de lidar com a perda.
 
Mais a frente aparece a fase depressiva em que a pessoa se nega a sair de casa e que acredita que a dor que está sentindo não vai passar. “Essa é a fase em que a pessoa está se despedindo do luto, quando começa a entender que é um sofrimento, mas que precisa sair do fundo do poço e que para isso só depende dele”, explica.
 
A última etapa, para a psicóloga, é a mais importante e, segundo ela, a mais demorada. Ela disse que a fase da aceitação pode ser bastante prolongada para algumas pessoas. “Essa é uma fase da conformidade quando as pessoas começam a dizer que a morte trouxe a paz para quem partiu e para quem ficou”, observa.
 
Ajuda – Para a psicóloga, buscar ajuda também ajuda a enfrentar o processo do luto. “O mais importante é que a iniciativa parta da pessoa que está vivenciando o luto. Dependendo da situação, a ajuda psicológica é fundamental. Muita gente deixa de se alimentar, de trabalhar e isso interfere na vida psíquica e nesse ponto, a ajuda é essencial”, afirma. 

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Fim de ano ou Fim dos Tempos?

Você sabia que em uma pesquisa recente com estudantes da Bíblia sobre seus conhecimentos a respeito do fim dos tempos, escatologia e apocalipse:

  •  35% disseram que em suas igrejas não pregam ou não ensinam a respeito.

 

  •  34% disseram que acham Apocalipse difícil.

 

  •  29% disseram que têm dúvidas sobre as diferentes interpretações.

E pra mudar esta realidade de uma vez por todas, a Universalidade da Bíblia preparou uma novidade para todos os apaixonados pela Bíblia e pra quem deseja se aprofundar no estudo do Apocalipse.

Vem aí, um novo Curso completo e inovador, inédito no Brasil!

Se está chegando mais um fim de ano e você ainda não entendeu e não compreendeu de maneira clara sobre o Apocalipse e Escatologia

Fique atento para o próximo email que te enviaremos dia 7 de Dezembro, onde reuniremos algumas informações chocantes sobre estes temas

Serão abertas poucas vagas para este estudo que certamente se esgotarão rapidamente!

Ortopedista explica como é possível diagnosticar a osteoporose e apresenta meios para combater a doença

Fragilidade óssea provocando fraturas não é comum em determinados ossos após pequenas quedas, é um dos sintomas para identificação da osteoporose. A doença provoca alterações na arquitetura óssea do indivíduo e se caracteriza pela redução qualitativa da matriz óssea. Neste sábado (20), data em que se comemora o Dia Mundial da Osteoporose, o ortopedista e coordenador de ortopedia do Hospital Geral do Hapvida, Luciano Lira, aproveita para apresentar alguns esclarecimentos acerca da doença, que ocorre tanto em homens quanto mulheres, mas que é mais frequente na figura feminina.

Segundo o especialista, a identificação da doença é possível de ser realizada com acompanhamento anual do paciente de risco através do exame de densitometria óssea associados à alguns marcadores laboratoriais. “Esses fatores podem estar alterados em pacientes com osteoporose, tipo as vitaminas D, K e cálcio. A nutrição inadequada, falta de exercícios físicos e o uso de hormonioterapia sem critério, estão entre os fatores que provocam o risco da doença, .

O médico explica que, antes de tudo, a doença pode ser classificada da seguinte forma: tipo 1 e tipo 2. “A osteoporose tipo 1 se dá quando ocorre pós menopausa, a perda óssea que acomete o osso trabecular, como por exemplo, a coluna vertebral. Já o tipo 2 é quando há senilidade relacionada ao processo de envelhecimento e perda óssea cortical em osso longo, como o fêmur”.

Luciano Lira explica que não há um tratamento em definitivo para o caso de pacientes diagnosticados com a doença. “Atualmente indicamos algumas mudanças de hábitos em pacientes conforme sua classificação da osteoporose tipo 1 ou tipo 2, associados a medicamentos que diminuam a reabsorção do cálcio no osso”. Ainda não temos um tratamento considerado “padrão ouro”, mas com a ajuda do profissional o paciente poderá ter uma vida sem restrições, podendo exercer suas atividades laborais”, afirma o especialista.

Combatendo a Osteoporose – Um dos fatores muito importantes para reduzir a possibilidade de ocorrência da osteoporose está relacionada ao estilo de vida saudável. O fator nutricional é um grande aliado para prevenção da doença, porém, existem outros fatores. “A atividade física serve como tratamento e prevenção para osteoporose. Entre as atividades que podemos destacar estão a caminhada, pilates, ioga, hidroginástica e tantas outras que podem combater a doença”, afirma Luciano Lira.

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Palestrante mostra como avanços tecnológicos podem auxiliar imobiliárias a captar novos clientes

Numa sociedade moderna cada vez mais transformada com os avanços tecnológicos já era de se esperar que o mercado imobiliário também passasse por mudanças. Ferramentas do marketing digital como a Imbound marketing e remarketing, por exemplo, ajudam na captação de novos clientes para as imobiliárias.

Foi nesse contexto que o especialista em Marketing Digital, Daniel Claudino proferiu palestra na última quarta-feira à noite para oitenta corretores de imóveis, no auditório da Imobiliária Teixeira de Carvalho, que contou com o apoio do Creci-PB, através do programa de educação continuada Educacreci. Órgão esteve representado na ocasião pelo superintendente Gustavo Beltrão.

Com a experiência de quem há 12 anos se dedica ao mercado imobiliário, ele demonstrou que através dessas novas ferramentas é possível levantar informações sobre as necessidades comerciais dos clientes na rede e, posteriormente, repassar-lhes sugestões, sem necessariamente incomodá-los. “Só depois de o cliente estar realmente confortável para fazer negócio é que o corretor de imóvel é acionado”, orientou.

Mudanças trazem exigências

Segundo ele, essas mudanças trazem exigências para corretores e imobiliárias que precisam se adaptar às novas regras de mercado. “O cliente de hoje tem todas as informações do mercado na internet e em muitos casos, não está interessado no que o corretor tem a oferecer. O que o cliente espera do corretor é que ele complemente as informações e o auxilie na hora de fechar o negócio”, afirmou.

E finalizou, lembrando que empresas digitais como Airbnb, Olx, Uber, Spoty, entre tantas outras, dominam o mercado e movimentam um grande volume de negócios mundo afora. “O Airbnb, por exemplo, é uma plataforma de aluguel de imóveis e acomodações presente em 190 pais e em mais de 34 mil cidades, contando atualmente com mais de dois milhões de acomodações”, arrematou.

Sobre Daniel Claudino

Daniel Claudino é graduado em Gestão Empresarial pela Universidade Federal de Brasília e também especialista em Marketing e Planejamento pela Escola Superior de Marketing. Reside atualmente na cidade de Toronto, no Canadá.

Quatro dicas essenciais para montar um E-Commerce

Cerca de 60 milhões de brasileiros devem realizar pelo menos uma compra online em 2018, segundo informações divulgadas pela Ebit, empresa que mede a reputação de lojas vituais. A expectativa é que este ano o e-commerce tenha um crescimento de 12% e deve movimentar cerca de R$53 bilhões na economia brasileira.

Para as marcas, existe uma necessidade cada vez maior de ter uma presença online e oferecer aos consumidores a possibilidade da compra online. Mas, antes de oferecer seus produtos na internet, uma empresa precisa estar preparada para não ser pega de surpresa. Nisston Moraes, professor de TI da FBV João Pessoa, dá algumas dicas para empresas que pensam em investir neste segmento.

Plano de negócios é fundamental

O primeiro passo, mesmo para aqueles que têm uma empresa consolidada, é montar um novo plano de negócios com o maior número de informações possíveis: estudo de clientes, estudo de concorrentes, estudo de fornecedores, estruturar um plano de marketing para que o seu e-commerce possa realmente fazer a diferença em seus negócios.

“Basicamente, um e-commerce é uma vitrine virtual. O fluxo de pessoas que podem acessá-la é muito intenso e, consequentemente, a demanda pode ser grande. Antes de oferecer essa opção é preciso fazer algumas perguntas. Qual a sua capacidade de produção e dos seus fornecedores? Qual seu limite de estoque? Como funcionará a logística de entrega? Quais serão os canais de atendimento ao cliente?”, detalha Nisston.

Não é preciso investir rios de dinheiro

Para os pequenos empresários ou mesmo trabalhadores autônomos, é possível criar uma loja virtual sem grandes investimentos. “Alguns sites oferecem o serviço de construção e montagem de um e-commerce, são soluções para negócios que estão iniciando, pois exigem custo inicial bem baixo, possibilitando que pequenos empreendedores iniciem a sua loja virtual”, explica o especialista da FBV João Pessoa.

Entre estes sites estão o Mercado Shop, D Virtual e WebNode.

Ofereça ferramentas que otimizem a visita do consumidor

“De uma maneira geral, você precisa encontrar num ambiente de e-commerce algumas funcionalidades que possam ajudar o cliente a encontrar o que ele procura da maneira mais fácil e rápida, além de fazer o pedido com segurança e ágil”, afirma o professor.

Entre as ferramentas essenciais ele enumera:

-Oferecer pesquisa de produtos e divisão por categorias;

– Oferecer os principais meios de pagamentos disponíveis no mercado;

-Cross-selling (oferecer ao cliente um produto relacionado àquele que ele está comprando);

-Up-selling (oferecer um produto que está uma categoria à cima do produto original, como maneira de dar um upgrade na compra);

-Gestão de produtos;

-Incorporações com as redes sociais;

– Possibilidade de comprar com apenas um click (o cliente passará pelo checkout, onde realizará o cadastro, efetuará o pagamento, terá acesso às informações sobre o frete para o cálculo final e confirmará a compra);

-Lembre seu cliente daquilo que ele deixou de comprar na sua última visita;

-Sugestão de produtos baseada nas compras anteriores;

-Sistema de comparação de produtos.

Redes Sociais podem ser uma ferramenta importante de venda

“É primordial que a empresa tenha uma equipe e infraestrutura adequada para fazer uso do Instagram e Facebook associados ao seu e-commerce”, aconselha Nisston.

Segundo uma pesquisa do Facebook, 80% dos entrevistados já realizaram alguma compra influenciados pelo Facebook ou Instagram. Portanto, é interessante ter uma presença consistente nas redes sociais, especialmente para quem trabalha com serviços e varejo.

Especialista alerta para importância dos cuidados com os olhos durante toda a vida

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do cuidado com os olhos, no último dia 10 de julho foi celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular. Engana-se quem pensa que só é necessário se preocupar com o assunto na terceira idade. A visão é um dos sentidos mais importantes, responsável por cerca de 80% das informações recebidas e deve ser cuidada durante toda a vida com o intuito de prevenir problemas mais graves no futuro, como explica Renato Stênior Junior, oftalmologista do Hapvida.

“Logo após o nascimento, já deve ser realizado no bebê o exame do reflexo vermelho, que é o Teste do Olhinho. Neste, já é possível identificar ou descartar várias doenças oculares. Realizar consultas periódicas com um oftalmologista, no mínimo uma vez ao ano, pode prevenir várias patologias oculares, como glaucoma, retinopatia diabética, catarata, pterígio, entre outras”, complementa o especialista.

Nos tempos atuais, onde a utilização de aparelhos móveis, como smartphones, tablets, computadores e até mesmo a televisão é algo automático na vida das pessoas, essa atenção com os olhos deve ser redobrada. De acordo com Renato Stênior Junior, esse excesso pode causar astenopia, que resulta em dor ocular, ardor, lacrimejamento, cefaleia e fotofobia.

O médico do Hapvida dá algumas dicas para quem precisa ficar muito tempo na frente do computador. “É importante procurar sempre dar um descanso à visão, com um intervalo entre 1h/1h, além de tentar sempre utilizar colírios lubrificantes. Outro detalhe importante é procurar sempre deixar a luz ambiente ligada para não forçar tanto os olhos”.

Além disso, outros problemas comuns podem afetar os olhos em qualquer faixa etária. Conheça alguns:

– Astigmatismo: é a visão embaçada, ela pode ser decorrente da alteração na curvatura corneana, bem como cristaliniano. Também se faz necessária a utilização de lentes esferocilíndricas para correção da “visão embaçada”.

– Blefarite: é uma inflamação/infecção da margem palpebral. Geralmente decorre de mão sujas coçando os olhos, pele oleosa, ambiente com poluição. O tratamento é feito com higiene e pomada típica de antibiótico e em alguns casos corticoide.

– Conjuntivite: pode ser viral, bacteriana ou alérgica. Para cada tipo, existe um tratamento. A mais comum é a viral, ocasionada pelo adenovírus, que nada mais é do que o mesmo vírus da gripe. A doença é autolimitada, sendo necessário apenas o controle dos sintomas.

– Miopia: é quando o paciente necessita de correção óptica com lentes negativas (divergentes), para a correção da dificuldade para leitura de longe. Se dá de acordo com o crescimento ocular.

– Hipermetropia: é o oposto da miopia, precisa-se de lentes positivas (convergentes).

Pauta Assessoria de Comunicação
Melissa Paulino
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8 dúvidas mais comuns das mamães de primeira viagem

A realização do sonho da maternidade para as mães de primeira viagem chega repleta de dúvidas, incertezas e receios que se misturam com o sentimento de felicidade que o momento proporciona.

Para minimizar os impactos desta insegurança, as gestantes devem ser acompanhadas desde os primeiros estágios de vida do pequeno, procurando tirar o máximo de dúvidas possíveis com um obstetra para garantir uma gravidez tranquila.

Dessa forma, a equipe de obstetras do Hapvida Saúde selecionou as oito perguntas mais frequentes feitas durantes as consultas:

1. Posso usar produtos químicos no cabelo e na pele?

Não faça uso de descolorantes, alisantes, tatuagens ou piercings.

2. Sentir cólica é normal?

É relativamente comum e normal, desde que não seja muito frequente e intensa.

3. Posso ter relação sexual?

A gestante pode manter as relações sexuais, se a gravidez estiver correndo normalmente.

4. O que não posso comer?

Ter uma boa alimentação é fundamental. Evitar doces em geral, frituras, enlatados, embutidos, gordurosos, alimentos crus, refrigerantes, chás, álcool, cigarro e drogas. Não esqueça de fazer as refeições a cada 3 horas.

5. Quando vou saber o sexo do meu bebê?

A partir da 16ª semana, por meio de ultrassom. Mas dependendo da posição do bebê, esse tempo pode variar.

6. O que fazer para diminuir as náuseas e vômitos?

Evite alimentos gordurosos, já que são de difícil digestão, alimentos muito condimentados e açúcares. É recomendável não deitar logo após comer e beber bastante água.

7. Posso realizar atividade física?

Realizar exercícios leves após a 14ª semana, de preferência a caminhada, pilates ou hidroginástica.

8. O que é hipertensão arterial na gestação?

Isso ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg, especialmente em mulheres que nunca tiveram histórico de hipertensão, podendo causar dores na nuca, dor na barriga, visão embaçada ou inchaço do corpo. Vale lembrar que a pressão alta neste período pode ser perigosa.

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É pelo meu filho

“Meu filho já sofreu com um engasgamento e foi muito assustador. Com certeza, os profissionais que trabalham com crianças devem ter uma preparação melhor para realizar os primeiros socorros” foi um dos comentários escolhidos como justificativa para apoiar esta petição. Você concorda? Clique e assine.

Por mais agilidade e apoio do Senado para a aprovação da Lei Lucas- PLC 17/2018 Queremos capacitação dos profissionais de educação em primeiros socorros!

Abaixo-assinado por Alessandra Begalli com Campanha Vai Lucas
Brasil

98.502
Apoiadores

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Cerca de 4,5 mil crianças de 0 a 14 anos morrem POR ANO no Brasil vítimas de vários tipos de acidentes, dentre eles o engasgo, segundo a ONG Criança Segura.

Em setembro do ano passado, meu filho Lucas, de apenas 10 anos, se engasgou com um pedaço de salsicha do cachorro quente que foi servido na hora do lanche durante um passeio escolar. No local não haviam pessoas preparadas para socorrê-lo de forma rápida e adequada e ele veio a falecer no hospital, dois dias depois, em decorrência da asfixia por engasgamento.

Desde então, eu, Alessandra Begalli Zamora e minha irmã, Andréa Zamora, promovemos um grande movimento social, o “Vai Lucas – Do luto à luta”, em busca de garantir a formação em primeiros socorros dos profissionais da educação e dos que trabalham nos mais diversos tipos de locais que oferecem recreação para crianças e adolescentes.

Nosso movimento ganhou força e teve resultados. Conseguimos a adesão de mais de 400 municípios e 12 estados. Várias prefeituras dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná já estabeleceram esse compromisso por meio de lei.

Mas é preciso garantir isso em todo o território nacional! Esse é o objetivo do Projeto de Lei 9468/2018, mais conhecido como “Lei Lucas”, de autoria dos deputados Ricardo Izar e Pollyana Gama, que institui a obrigatoriedade aos estabelecimentos públicos e privados voltados ao ensino, ou à recreação infantil e fundamental, de capacitarem seu corpo docente e funcional em noções básicas de primeiros socorros.

O projeto já foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados, no dia 20 de março, e agora depende da aprovação do Senado Federal.

A velocidade de tramitação do projeto de lei é resultado de articulação política eficiente e grande mobilização popular. Agora, para que o PL tenha o mesmo resultado no Senado, é preciso mostrar concretamente esse apoio! Isso pode ser demonstrado através de uma petição massiva a ser apresentada aos gabinetes dos senadores e ao presidente do Senado.

Havendo sucesso com a adesão de milhares de pessoas à petição, aliada à uma campanha cortês de contato com os gabinetes dos senadores, é possível, ainda este ano, colocar a Lei Lucas na mesa do presidente da República para sua sanção!

Assine esta petição e vamos JUNTOS pressionar o Senado Federal para aprovar esta lei que poderá salvar muitas vidas!

Dor de cabeça pode incapacitar e alterar qualidade de vida

Com tipos e origens variadas, a cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça, causa transtornos no dia a dia das pessoas, sobretudo em casos mais graves em que as dores se tornam constantes. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a enxaqueca, por exemplo, é a sexta doença mais incapacitante do mundo, sendo responsável por afetar a qualidade de vida e impedir que as pessoas mantenham uma rotina normal.

De acordo com a clínica geral do Hapvida em Campina Grande, Mariluce Terra, a cefaleia é uma das queixas mais recorrentes dos pacientes em consultas médicas, sendo uma das principais causas para as faltas no trabalho. “Os tipos mais comuns de dores de cabeça são enxaqueca, cefaleia tensional e cefaleia por abuso de medicações para a dor. A ocasional, que não ocorre de repetição e não influencia nas atividades diárias, se deve, geralmente, a alterações de rotina, de modo isolado e não costuma trazer repercussões a médio e longo prazo”, explica.

Esse tipo de dor de cabeça pode ser sentido por qualquer pessoa, levando em consideração as possíveis alterações de hábitos, preocupações e outros fatores. A médica esclarece que quando as dores se tornam repetitivas ou acompanhadas de sintomas diferentes é recomendado procurar um especialista para avaliar a situação. “Se a dor for um episódio isolado, mas muito intensa, melhor ir ao pronto socorro e averiguar. As enxaquecas, por outro lado, são aquelas dores que costumam ser constantes, com intervalos mais ou menos definidos e podem ou não ser acompanhadas de náusea, vômitos e outros sintomas”, comenta Mariluce Terra.

No entanto, não existem técnicas específicas que eliminam as dores de cabeça ou os sintomas, mas algumas atitudes podem auxiliar na redução da frequência e também intensidade das cefaleias. “Manter um padrão regular de sono, ter boa alimentação e beber água adequadamente, exercícios físicos, tratar problemas psicológicos e doenças psiquiátricas, ioga e acupuntura podem ter bons resultados, e evitar automedicação”, recomenda a médica.

Além disso, a profissional ressalta que utilizar medicamentos por conta própria, sendo para dor de cabeça ou outra causa, oferece riscos à saúde em qualquer situação. “Não basta ler a bula, muito menos ter orientações em farmácias, pois o balconista ou mesmo o farmacêutico não sabem a respeito de doenças para fazer diagnóstico adequado. Cada pessoa é um ser individual e podem ocorrer efeitos colaterais. A combinação de um medicamento com outros e durante o tratamento de outras doenças, podem causar alergias e reações inesperadas, além de mascarar problemas mais graves”, orienta Mariluce Terra.

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3 anexos

Líder com excelência

Texto: Atos 20:17…

Características que um líder de célula precisa em sua vida:

1) – v.17 – Uma vida de testemunho;

2) – v.19 – Humildade;
Dar a glória ao Senhor (Mt. 11:28-30).

3) – v.19 – Lágrimas e provações;
Não podemos parar por causa das dificuldades.

4) – v.20 – Pregação e ensinamento;
Precisa ter preparação para ministrar;
Orar para que ocorram milagres na célula (filhos, casamentos, finanças).

5) – v.21 – Mensagem Cristocêntrica;
Para que as pessoas se arrependam e recebam o Senhor Jesus Cristo e o perdão dos seus pecados.

6) – v.24 – Entrega total;
A visão celular exige muito trabalho.

7) – v.26b-27 – Ser um conselheiro;

8) – v.28 – Pastoreio eficaz;
Aprenda o nome de todos os membros da célula e também da família dos mesmos;
Fazer um cadastro com nome, endereço, telefone, data de nascimento e outros;
Elaborar relatório de visitas;
Consolidar a todos inclusive os mais antigos na fé.

9) – v.29-30 – Discernimento;
Cuidados com os lobos que querem devorar o rebanho – você tem autoridade;
Não permita que a mensagem desvie, sempre tenha o controle;
Perguntas somente sobre o tema ou assunto.

10) – v.31 – Oração;
A célula precisa estar constantemente coberta por oração;
O que quiser que aconteça na sua célula, fale primeiramente com Deus em oração (amar oração, intercessão e vigilância).

11) – v.32 – Encomendá-los a Deus e Sua Palavra;
Ensinar aos membros a dependerem de Deus e da Sua Palavra;
Ensiná-los a terem fé em Deus.

12) – v.33 – Não se aproveitem de suas ovelhas;
Deus entra em juízo com aqueles que se aproveitam da lã das ovelhas (Ez. 34:1-16; Is. 56.10-12);
Nunca peça nada, dependa de Deus;
Nunca faça negócios com seus discípulos;
Não permita negócios entre os membros da célula.

13) – v.34-35 – Trabalhar, suprir e dar;
Não aceitar a preguiça em sua vida;
Jesus usou homens que trabalhavam;
“Melhor coisa é dar do que receber”.

14) – v.36-37 – Ser formador de uma equipe de líderes;
Pedir a Deus uma unção para formação de líderes.

Doze conselhos importantes para líderes da Casa de Deus

1 – Aprendam amar os outros, a pensar no bem deles, a ter cuidado por eles, a negar-se a si próprios por causa deles e a dar tudo que têm. Se alguém não consegue negar-se a si próprio em benefício dos outros, ser-lhe-á impossível conduzir alguém no caminho espiritual. Aprendam a dar aos outros o que você tem, ainda que se sinta como se nada tivesse. Então o Senhor começará a derramar-lhe a sua bênção.

2 – A força interior de um líder deveria ser equivalente a sua força exterior. Esforços em demasia, avanços desnecessários, inquietações, apertos, tensões, falta do transbordar, planos humanos e avanços na frente do Senhor, são todas as coisas que não devem ocorrer. Se alguém está cheio de abundância em seu interior, tudo o que emana dele é como fluir de correntes de águas, e não existem esforços demasiados de sua parte. É preciso ser de fato um homem espiritual, e não simplesmente se comportar como um.

3 – Ao fazer a obra de Deus aprenda a ouvir os outros. O ensinamento de Atos 15 consiste em ouvir, isto é, ouvir o ponto de vista de outros irmãos porque o Espírito Santo poderá falar em meio deles. Seja cuidadoso, pois ao recusar ouvir a voz dos irmãos, você poderá estar deixando de ouvir a voz do Espírito Santo. Todos aqueles envolvidos em liderança devem assentar-se para ouví-los. Dê a eles oportunidades ilimitadas de falar. Seja gentil, seja alguém quebrantado e esteja pronto para ouvir.

4 – O problema de muitos líderes é não estarem quebrantados. Pode ser que tenham ouvido muito a respeito de serem “quebrantados” porém não possuem revelação dessa verdade. Se alguém está quebrantado, não tentará chegar às suas próprias decisões no que toca a questões importantes ou aos ensinamentos. Não dirá que é capaz de compreender as pessoas ou de fazer coisas, não ousará tomar para si a autoridade ou impor a sua própria autoridade sobre os outros, nem aventurar-se-á a criticar os irmãos ou tratá-los com presunção. Um irmão quebrantado não tentará auto defender-se nem remoer-se por algo que ficou para trás.

5 – Não deve existir nas reuniões nenhuma tensão, tampouco na igreja. Com respeito às coisas da igreja aprenda a não fazer tudo de você mesmo. Distribua as tarefas entre os outros e os leve a aprender a usar suas próprias capacidades de executar. Em primeiro lugar, você deve expor-lhes resumidamente os princípios fundamentais a seguir e depois se certificar de que agiram de acordo. É um erro fazer você fazer muita coisa. Evite também aparecer demais na reunião, caso contrário os irmãos poderão ter a sensação de que você está fazendo tudo sozinho. Aprenda a ter confiança nos irmãos e a distribuir as tarefas entre eles.

6 – O Espírito de Deus não pode ser coagido na igreja. Você precisa ser submisso a Ele pois, caso contrário, quando Ele cessar de ungí-lo a igreja se sentirá cansada ou até mesmo enfadada. Se o meu espírito estiver forte em Deus, ele alcançará e tomará a audiência em dez minutos, se estiver fraco não adiantará gritar palavras estrondosas ou gastar um tempo mais longo, o que inclusive com certeza será prejudicial.

7 – Ao pregar uma mensagem, não a faça demasiadamente longa ou trabalhada, caso contrário o espírito dos santos sentir-se-á enfadado. Não inclua pensamentos superficiais ou afirmações rasteiras no conteúdo da mensagem; evite exemplos infantis, bem como raciocínios passíveis de serem considerados pelas pessoas como infantis. Aprenda concluir o ponto alto da mensagem dentro de um período de meia hora. Não imagine que, o fato de estar gostando de sua própria mensagem, significa que as suas palavras são necessariamente de Deus.

8 – Uma tentação com que frequentemente nos deparamos em uma reunião de oração é querer liberar uma mensagem ou falar por tempo demasiado. Uma reunião de oração deve ser consagrada a oração, muito falatório levará à sensação de sentir-se pesado, com o que a reunião se tornará um fracasso.

9 – Os obreiros precisam aprender muito, antes de assumirem uma posição onde tenham de lidar com problemas ou com pessoas. Com um aprendizado inadequado, um conhecimento insuficiente, um quebrantamento incompleto e um juízo não digno de confiança, serão incompetentes para lidar com os outros. Não tire conclusões precipitadas, mesmo quando se está prestes a fazer algo. Deve-se fazer com temor e tremor. Nunca trate com leviandade as coisas espirituais. Podere-as no coração.

10 – Aprenda a não confiar unicamente em seus próprios juízos. Aquilo que consideras correto pode ser errado e aquilo que consideras errado pode ser correto. Se alguém está determinado a aprender com humildade, levará com certeza, alguns poucos anos para terminar de fazê-lo. Portanto, por enquanto, você não deve confiar demasiadamente em si mesmo ou estar muito seguro a respeito do seu modo de pensar.

11 – É perigoso para as pessoas da igreja seguirem as suas decisões antes de você ter atingido o estado de maturidade. O Senhor operará em você para tratar seus pensamentos e para quebrantá-lo antes que você possa compreender a vontade de Deus e ser definitivamente “autoridade de Deus”. A autoridade se baseia no conhecimento da vontade de Deus. Onde não estiver sendo manifestado a vontade e o propósito de Deus, ali não há autoridade de Deus.

12 – A capacidade de um servo de Deus com certeza será expandida porém pelo mesmo Deus que o capacitou. Descanse em Deus, ame-o de todo o coração. Jesus disse “sem mim nada podeis fazer”. A autoridade necessária para o desempenho do ministério é fruto de nosso relacionamento. Nunca olhe para dentro de você mesmo pois isso poderia desanimá-lo, porém, jamais abra mão da:
– Intimidade com Deus, e,
– Conselho dos sábios que Deus colocou na igreja.

“Não fostes vós que me escolhestes, porém eu vos escolhi a vós e vos designei para que vades e deis frutos e o vosso fruto permaneça afim de que tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome Ele vos conceda” Jo 15.16.

http://www.nucleodeapoiocristao.com.br/estudos/visao/escolalideres/escola_de_lideres.html

CUIDADO! (Bloqueado)

Olá, Tudo bem?

Sim, esse número assusta:

O índice de divórcios cresceu 160% nos últimos 10 anos, só no Brasil…

Isso quer dizer que para cada 3 casamentos, 1 termina antes do tempo prometido pelos noivos no altar…

Só no último ano, foram exatos 344.526 divórcios oficializados de acordo com o IBGE.

Você já parou pra pensar que são quase 345 mil famílias destruídas e pessoas feridas todo os anos?

Agora… o que isso quer dizer?

Simples: no nosso tempo, está cada vez mais difícil construir e manter um casamento sólido e feliz.

Os números mostram isso, a mídia mostra isso, e com certeza você conhece alguém que passou pela mesma situação…

…e isso porque nem falei que o divórcio entre casais cristãos vem crescendo e já IGUALOU a média geral da população.

Aí que fico ainda mais preocupado!

O mundo está evoluindo dia após dia para o fim das famílias.

É fácil entender que dessa forma, tudo fica cada vez mais longe dos planos do Senhor.

Engana-se quem pensa que isso não afeta a nossa casa!

Quando a gente deixa de orar e vigiar e passa a conviver com as armadilhas criadas pelo inimigo para banalizar o casamento, junto com as dificuldades diárias da vida a dois, o resultado é desesperador:

Menos intimidade, menos satisfação e cada vez menos alegria em nosso casamento.

Só de não prestar atenção a esse detalhe, você pode colocar em risco a sua família e seu casamento.

Por quê?

Porque nesse momento, mais do que nunca, você precisa ter um plano para construir e blindar um casamento saudável ( clique aqui ) que cresça dia após dia, e que dure por toda a vida.

SIM, é possível proteger, libertar e restaurar o seu casamento, recuperar aquilo que te motivou a escolher o seu cônjuge para dividir a vida com você, curar toda e qualquer ferida e se tornar uma exceção em um mundo onde todos acham mais fácil jogar fora do que consertar o que não está bom.

E isso sem contar outros benefícios como:

Aprender o caminho para ajudar todo casal que você conhece e que passe pelo mesmo problema.
Menos stress com conflitos desnecessários e muito mais companheirismo para planejar, compartilhar e construir os seus sonhos a dois;
Seguir um caminho simples para transformar o que não está bom em um casamento no centro da vontade de Deus;
Se livrar da confusão mental gerada pela falta de confiança no outro;
Dizer adeus para aquele bloqueio que te impede de ter um diálogo mais saudável e maduro

Jesus é Deus?

Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.

A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.

Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.

Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.

Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?

Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.

Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.[1]

Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”[2]

O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”[3]

Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos.[4] Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.

De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.

Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.

Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.

“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.[5]

A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.

Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”[6]

E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.

“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.[7]

Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.

Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.

De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:

“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”[8]

Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.[9]

Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.”[11] Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.”[12] Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”[13], “EU SOU o único caminho para Deus”[14]ou “EU SOU a ‘verdade’[15]. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi).[16] O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?

Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?

Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.[17]

O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.

C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:

“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.[18]

Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso.

Que tipo de Deus?

Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.

Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.

Lewis explica:

Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.[19]

Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade.[20] Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.[21]

Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.

Jesus poderia estar mentindo?

Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.

Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.

Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.

Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?” Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).

O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.

Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?

A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.

Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.

Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.

Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.

De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”[23]

Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

Jesus poderia estar enganando a si mesmo?

Albert Schweitzer, ganhador do Prêmio Nobel em 1952 por seus trabalhos humanitários, tinha suas próprias ideias sobre Jesus. Schweitzer chegou à conclusão de que a insanidade era a base das afirmações de Jesus de ser Deus. Em outras palavras, Jesus estava errado em suas afirmações, porém ele não mentiu intencionalmente. De acordo a teoria de Schweitzer, Jesus estava iludido de forma a acreditar que ele era o Messias.

Lewis avaliou cuidadosamente essa possibilidade. Ele deduziu que se as afirmações de Jesus não fossem verdadeiras, então ele era louco. Lewis argumenta que alguém que afirmou ser Deus não seria um grande professor moral. “Ou ele seria um lunático do mesmo nível de uma pessoa que diz ser um ovo cozido ou seria o Diabo do Inferno”.[24]

A maioria das pessoas que estudou a vida e as palavras de Jesus o reconhece como uma pessoa extremamente racional. Embora sua vida tenha sido permeada de imoralidade e ceticismo pessoal, o renomado filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712–78) reconheceu a personalidade elevada e a presença de espírito de Jesus, declarando: “Quando Platão descreveu seu homem justo imaginário… ele descrever exatamente a personalidade de Cristo. … Se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e a morte de Jesus Cristo são as de um Deus”.[25]

Bono conclui que “louco” é a última coisa que alguém pode pensar de Jesus.

“Assim o que lhe resta é que Cristo era quem Ele dizia ser ou era totalmente louco. E quando digo louco, digo louco como Charles Manson… Eu não estou brincando. A ideia de que toda a história da civilização em mais da metade do planeta foi completamente alterada por um lunático, para mim isso não pode ser verdade…”[26]

Então, Jesus era um mentiroso ou um lunático, ou era o Filho de Deus? Será que Jefferson estava certo ao classificar Jesus como “somente um professor moral”, negando sua divindade? É interessante que o público de Jesus, tanto crentes como inimigos, nunca o consideraram como um simples professor moral. Jesus causou três reações principais nas pessoas com que teve contato: ódio, terror ou adoração.

As afirmações de Jesus Cristo nos forçam a escolher. Como disse Lewis, nós não podemos categorizar Jesus simplesmente como um grande líder religioso ou um grande professor moral. O ex-cético nos desafia a nos decidir a respeito de Jesus, dizendo:

“Você precisa se decidir. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ao algo ainda pior. Você pode calá-lo por Ele ser um louco, você pode cuspir Nele e matá-lo como um demônio ou ajoelhar-se perante Ele e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não vamos considerar besteiras arrogantes dizendo que Ele era um grande professor moral. Ele não nos deu essa possibilidade. Não era esse seu objetivo”.[27]

Em Cristianismo Puro e Simples, Lewis explora diversas possibilidades a respeito da identidade de Jesus, concluindo que ele é exatamente quem ele afirmava ser. Sua análise cuidadosa da vida e das palavras de Jesus levou esse grande gênio da literatura a renunciar seu o ateísmo e se tornar um Cristão comprometido.

A grande questão da história da humanidade é “quem é o verdadeiro Jesus Cristo”? Bono, Lewis e muitos outros chegaram à conclusão de que Deus visitou a terra em forma humana. Mas se isso é verdade, nos esperaríamos que ele estivesse vivo atualmente. E é exatamente isso seus seguidores acreditam.

Jesus voltou mesmo dos mortos?

As testemunhas de Jesus Cristo realmente falaram e agiram como se acreditassem que ele fisicamente se ergueu dentre os mortos após sua crucificação. Se eles estivessem errados, o cristianismo teria se baseado em uma mentira. Mas se estivessem certos, tal milagre confirmaria tudo o que Jesus disse sobre Deus, sobre si mesmo e sobre nós.

Devemos então aceitar a ressurreição de Jesus Cristo somente pela fé ou existe uma evidência histórica sólida? Muitos céticos começaram investigações sobre os registros históricos para provar que os registros da ressurreição são falsos. O que eles descobriram?

Jesus voltou mesmo dos mortos?
Todos temos curiosidade de saber sobre o que acontecerá conosco depois da morte. Quando um ente querido morre, queremos vê-lo novamente assim que chegar nossa vez. Teremos um encontro glorioso com aquele a quem amamos ou a morte é o fim de toda a consciência?

Jesus nos ensinou que a vida não termina depois da morte de nossos corpos. Ele fez esta declaração impressionante: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” Segundo as testemunhas oculares mais próximas a Jesus, Ele demonstrou seu poder sobre a morte levantando-Se dos mortos depois de ter sido crucificado e ficar sepultado por três dias. Essa é a crença que tem dado esperança aos cristãos nestes quase 2.000 anos.

Mas algumas pessoas não têm nenhuma esperança em vida após a morte. O filósofo ateu Bertrand Russell escreveu, “Acredito que, ao morrer, apodrecerei e nada do meu ego sobreviverá”.[1] Russel obviamente não acreditava nas palavras de Jesus.

Os seguidores de Jesus escreveram que Ele apareceu vivo para eles depois da crucificação e do sepultamento. Eles alegam que além de vê-Lo, tomaram refeições com ele, tocaram-No e permaneceram juntos por 40 dias.

Então, será que isso é simplesmente uma ficção que se desenvolveu ao longo do tempo ou ela se baseia em provas sólidas? A resposta a essa questão é fundamental para o Cristianismo. Pois se Jesus levantou-Se dos mortos, isso validaria tudo o que Ele disse sobre Si mesmo, sobre o significado da vida e sobre o nosso destino depois da morte.

Se Jesus ressuscitou dos mortos então ele tem sozinho as respostas sobre o significado da vida e sobre o que enfrentaremos após a morte. Por outro lado, se a história da ressurreição de Jesus não for verdadeira, então o Cristianismo se baseia em uma mentira. O teólogo R. C. Sproul colocou isso nos seguintes termos:

“A veracidade da ressurreição é vital para o Cristianismo. Se Cristo foi erguido dos mortos por Deus, então Ele detém as credenciais e a certificação que nenhum outro líder religioso possui. Buda está morto. Maomé está morto. Moisés está morto. Confúcio está morto. Mas, de acordo com… o Cristianismo, Cristo vive.”[2]

Muitos céticos tentaram contestar a ressurreição. Josh McDowell foi um desses que gastou mais de 700 horas pesquisando a evidência da ressurreição. McDowell fez a seguinte declaração a respeito da importância da ressurreição:

“Cheguei à conclusão de que, de duas uma, ou a ressurreição de Jesus é um dos embustes mais mal-intencionado, cruel e desumano jamais impostos às mentes humanas OU é o fato mais fantástico da história.”[3]

Então, a ressurreição de Jesus é um fato fantástico ou um mito cruel? Para chegarmos a essa resposta, temos de examinar a evidência da história e tirar nossas próprias conclusões. Vamos ver o que os céticos que investigaram a ressurreição descobriram por conta própria.

Cínicos e céticos

Nem todos estão dispostos a examinar detalhadamente as evidências. Bertrand Russell admite que a sua opinião acerca de Jesus “não se baseou” em fatos históricos.[4] O historiador Joseph Campbell, sem citar nenhuma prova, alegou calmamente aos seus espectadores no canal de televisão americano PBS, que a ressurreição de Jesus não é um evento fatual.[5] Outros eruditos, como John Dominic Crossan, do Seminário de Investigação sobre Jesus, concordam com ele.[6] Nenhum desses céticos apresentou nenhuma prova que embase seu ponto de vista.

Os verdadeiros céticos, em oposição aos cínicos, estão interessados em evidências. Um editorial da revista Cética intitulado “O que é um cético?”, apresentou a seguinte definição: “Ceticismo é… a prevalência da razão sobre qualquer ideia, sem exceção à regra. Em outras palavras… os céticos não entram em uma investigação quando não há nenhuma possibilidade de que o fenômeno seja real e de que a crença seja verdadeira. Quando alegamos que somos “céticos”, queremos dizer que queremos ver evidência convincente antes de acreditarmos.”[7]

Diferente de Russel e Crossan, muitos céticos verdadeiros investigaram as provas da ressurreição de Jesus. Neste artigo, entraremos em contato com alguns deles e veremos como analisaram a evidência da que talvez seja a pergunta mais importante da história da raça humana: Jesus realmente ressuscitou dos mortos?

Autoprofecia

Antes da sua morte, Jesus disse a seus discípulos que seria traído, preso e crucificado, e que voltaria à vida três dias depois. Esse plano é, no mínimo, estranho! O que estava por detrás disso? Jesus não era nenhum artista tentando atuar de acordo com os anseios da plateia. Pelo contrário, ele prometeu que a Sua morte e ressurreição provariam a todos (se as suas mentes e corações estivessem abertos) que Ele era realmente o Messias esperado.

O pesquisador bíblico Wilbur Smith alegou sobre Jesus:

“Quando disse que Ele próprio ressuscitaria dentre os mortos, ao terceiro dia depois de ter sido crucificado, alegava algo que só um louco ousaria dizer, se esperasse ainda a devoção de algum discípulo, a menos que tivesse certeza de que isso aconteceria. Nenhum fundador de nenhuma religião do mundo conhecida pelo homem se atreveu alguma vez a fazer uma afirmação semelhante.”[8]

Em outras palavras, como Jesus disse claramente a seus discípulos que voltaria depois da sua morte, deixar de cumprir com essa promessa o exporia como uma fraude. Mas estamos indo depressa demais. Como morreu Jesus antes de (se isso realmente aconteceu) Se levantar dos mortos?

Uma morte terrível e depois. . . ?

Você sabe como foram às últimas horas da vida terrena de Jesus se assistiu ao filme do guerreiro das estradas/coração valente Mel Gibson. Se você perdeu parte do filme A Paixão de Cristo porque estava tapando os olhos (seria mais fácil se ele tivesse sido filmado com um filtro vermelho na câmera), basta folhear as últimas páginas de qualquer um dos evangelhos do Novo Testamento para encontrar o que perdeu.

Como Jesus predisse, ele foi traído por um dos seus próprios discípulos, Judas Iscariotes, e foi preso. Em um julgamento simulado diante do governador romano Pôncio Pilatos, Ele foi declarado culpado de traição e condenado a morrer em uma cruz de madeira. Antes de ser pregado à cruz, Jesus foi espancado brutalmente por um “gato com nove rabos” romano, um chicote feito com pontas de ossos e metal que se destinava a rasgar a carne. Ele foi esbofeteado repetidas vezes, chutado e cuspido.

Em seguida, usando martelos, os carrascos romanos cravaram os pesados pregos de ferro forjado nos punhos e pés de Jesus. Finalmente, eles erigiram a cruz em um buraco no solo, entre duas outras cruzes, onde se encontravam ladrões condenados.

Jesus ficou pendurado por aproximadamente seis horas. Então, às três horas da tarde, ou seja, exatamente no mesmo momento que o cordeiro da páscoa judaica estava sendo sacrificado como uma oferta pelo pecado (há um pouco de simbolismo aí, não concorda?)—Jesus gritou “Está consumado” (em aramaico) e morreu. Repentinamente, o céu ficou escuro e um terremoto sacudiu a terra.[9]

Pilatos queria uma comprovação de que Jesus estava morto antes de permitir que seu corpo crucificado fosse sepultado. Assim, um guarda romano perfurou com uma lança um lado de Jesus. A mistura de sangue e água que verteu era uma clara indicação de que Jesus estava morto. O corpo de Jesus foi tirado da cruz e sepultado no túmulo que pertencia a José de Arimateia. Os guardas romanos, em seguida, selaram a tumba e a vigiavam 24 horas por dia.

Nesse meio tempo, os discípulos de Jesus estavam em choque. O Dr. J. P. Moreland explica quão devastados e confusos eles ficaram depois da morte de Jesus na cruz. “Eles não tinham mais confiança de que Jesus tinha sido enviado por Deus. Eles também tinham sido ensinados de que Deus não permitiria que seu Messias sofresse a morte. Dispersaram. O movimento de Jesus terminava naquele momento.”[10]

Toda esperança havia acabado. Roma e os líderes judaicos haviam prevalecido, pelo menos, era o que parecia.

Aconteceu algo

Mas não era o fim. O movimento de Jesus não desapareceu (obviamente) e, de fato, hoje o Cristianismo é a principal religião do mundo. Assim, temos que saber o que aconteceu depois que o corpo de Jesus foi tirado da cruz e colocado em uma sepultura.

Em um artigo do New York Times, Peter Steinfels menciona os eventos impressionantes que ocorreram três dias depois da morte de Jesus: “Pouco tempo depois da execução de Jesus, os seus seguidores foram repentinamente reanimados, passando de um grupo confuso e amedrontado a pessoas cuja mensagem central era acerca de um Jesus vivo e de um reino vindouro, colocando a sua própria vida em risco e mudando, com o tempo, todo um império. Algo Aconteceu. … Mas exatamente o quê?”[11] Essa é a pergunta que temos de responder com uma investigação dos fatos.

Existem apenas cinco explicações plausíveis para a alegada ressurreição de Jesus, tal como descrita no Novo Testamento:

1.Jesus realmente não morreu na cruz.
2.A “ressurreição” foi uma conspiração.
3.Os discípulos tiveram uma alucinação.
4.A história é uma lenda.
5.Ela realmente aconteceu.
Vamos detalhar agora cada uma dessas opções e ver qual melhor se encaixa aos fatos.

Jesus morreu?

“Marley estava tão morta como uma pedra, e disso não havia dúvida.” Assim começa Um Cântico de Natal, de Charles Dickens, o autor não queria enganar ninguém sobre o caráter sobrenatural do que se seguiria. Do mesmo modo, antes de iniciarmos uma investigação nos moldes da série CSI e juntarmos as evidências da ressurreição, teremos de verificar se, de fato, havia um cadáver. É claro que, ocasionalmente, surgem na imprensa notícias acerca de algum “cadáver” no necrotério que se mexe e volta a viver. Poderia algo desse tipo ter acontecido com Jesus?

Há quem tenha sugerido que Jesus sobreviveu à crucificação e foi reanimado pelo ar frio e úmido do túmulo—“Opa! Por quanto tempo fiquei fora?” Mas essa teoria não é muito compatível com as evidências médicas. Um artigo na Revista da Associação Médica Americana explica porque a chamada “teoria do desfalecimento” é insustentável: “É inegável que o peso das provas históricas e médicas indicam que Jesus morreu. … A lança, atravessada entre as Suas costelas do lado direito, perfuraram provavelmente não apenas o pulmão direito, como também o pericárdio e o coração, assegurando a Sua morte.”[12] Mas esse veredicto pode encarar opiniões céticas, uma vez que o caso esteve parado durante 2.000 anos. Pelo menos, precisamos de uma segunda opinião.

Podemos encontrar essas opiniões em relatos de historiadores não Cristãos, da época próxima à que Jesus viveu. Três desses historiadores mencionaram a morte de Jesus.

Luciano (cerca de 120 a 180 d.C.) refere-se a Jesus como um sofista (filósofo) crucificado.[13]
Josefo (cerca de 37 a 100 d.C.) escreveu: “Nesse tempo surgiu Jesus, um homem sábio e autor de grandes feitos. Quando Pilatos O condenou à morte na cruz, os nossos líderes acusaram-No, e aqueles que O amavam não deixaram de o fazer.”[14]
Tácito (cerca de 56 a 120 d.C.) escreveu: “Cristo, de quem o nome teve sua origem, sofreu o castigo máximo… às mãos do procurador Pôncio Pilatos.”[15]
Isso é como buscar nos arquivos e descobrir que, num dia de primavera do primeiro século, O Jornal de Jerusalém tinha na sua primeira página o destaque para a crucificação e morte de Jesus. Nada mal para um trabalho de detetive, e completamente conclusivo.

Na verdade, não existem relatos históricos de cristãos, romanos ou judeus, que contradigam a morte de Jesus ou o seu sepultamento. Até mesmo Crossan, um cético da ressurreição, acredita que Jesus viveu e morreu. “Que Ele foi crucificado, é certo como qualquer outro fato histórico pode ser.”[16] À luz de tal evidência, estamos bem embasados para rejeitar a primeira das nossas cinco opções. Jesus claramente morreu, “disso não havia dúvida”.

A questão do túmulo vazio

Nenhum historiador sério duvida que Jesus estava morto no momento em que foi retirado da cruz. No entanto, muitos questionaram o modo como o corpo de Jesus desapareceu do túmulo. O jornalista inglês Dr. Frank Morison pensou inicialmente que a ressurreição era um mito ou um embuste, e iniciou a sua pesquisa para escrever um livro que a refutasse.[17] O livro tornou-se conhecido, mas por razões diferentes ao seu propósito inicial, como veremos.

Morison começou por tentar resolver o caso do túmulo vazio. O sepulcro pertencia a um membro do conselho do Sinédrio, José de Arimateia. Naquele tempo, em Israel, ser do conselho era como ter o status de uma estrela de rock. Todo mundo sabia quem pertencia ao conselho. José de Arimateia deve ter sido uma pessoa real. Caso contrário, os líderes judeus exporiam a história como uma fraude na sua tentativa de refutar a ressurreição. Além disso, o túmulo de José de Arimateia deve ter sido em um local bem-conhecido e facilmente localizável, assim qualquer ideia que leve a crer que Jesus estava “perdido no cemitério” tem que ser descartada.

Morison questionou o porquê os inimigos de Jesus permitiriam a continuidade do “mito do túmulo vazio” se este não fosse verdadeiro. Bastaria descobrir o corpo de Jesus para terminar com as dúvidas.

Aquilo que é conhecido historicamente acerca dos inimigos de Jesus, diz-nos que esses acusaram os Seus discípulos de roubarem o corpo, uma acusação que corrobora a crença do túmulo vazio

O Dr. Paul L. Maier, professor de história antiga na Universidade do Michigan, afirmou de modo similar que “Se todas as evidências forem pesadas de uma forma cuidadosa e imparcial, é plenamente justificável… concluir que o túmulo em que Jesus foi colocado, estava vazio na manhã da primeira Páscoa. E não foi descoberto nenhum vestígio de evidência… que refute essa declaração.”[18]

Os líderes judeus estavam espantados e acusaram os discípulos de roubarem o corpo de Jesus. Mas os romanos escalaram na sepultura uma guarda treinada (de 4 a 12 soldados), 24 horas por dia. Morison questiona: “Como poderiam esses profissionais permitir que o corpo de Jesus fosse vandalizado?” Teria sido impossível a qualquer um livrar-se dos soldados romanos e mover uma pedra de duas toneladas No entanto, a pedra foi movida e o corpo de Jesus desaparecera.

Se o corpo de Jesus se encontrasse onde pudesse ser localizado, os seus inimigos teriam rapidamente exposto a ressurreição como fraude. Tom Anderson, ex-presidente da Associação de Advogados da Califórnia, resume a força desse argumento:

“Com um evento tão difundido, não seria razoável que um historiador, uma testemunha ou um antagonista tivessem registrado para todos os tempos que tinham visto o corpo de Cristo? … O silêncio da história é ensurdecedor quando alguém tenta testemunhar contra a ressurreição.”[19]

Assim, sem um corpo como prova, e com um túmulo claramente vazio, Morison teve de aceitar a evidência como sólida de que o corpo de Jesus desapareceu, de alguma forma, do túmulo.

Ladrões de sepultura?

Dando continuidade à sua investigação, Morison começou a examinar os motivos dos seguidores de Jesus. Talvez a suposta ressurreição não passasse de um corpo roubado. Mas se isso fosse verdade, como se justificam as várias aparições de um Jesus ressuscitado? O historiador Paul Johnson, na História dos Judeus, escreveu: “O que importava não eram as circunstâncias da Sua morte, mas o fato de a ressurreição ter sido larga e obstinadamente acreditada, por um círculo cada vez maior de pessoas.”[20]

O túmulo estava realmente vazio. Mas não poderia ter sido apenas a ausência de um corpo o que reanimou os seguidores de Jesus (especialmente, se eles mesmos o tivessem roubado). Algo extraordinário deve ter acontecido, para que os discípulos de Jesus deixassem de se lamentar e esconder, e começassem a proclamar sem medo que O tinham visto vivo.

O relato das testemunhas referia que Jesus teria aparecido fisicamente aos seus seguidores de uma forma repentina, inicialmente às mulheres. Morison se perguntou por que razão é que algum conspirador faria das mulheres um ponto central nesse enredo. No primeiro século, as mulheres praticamente não tinham direitos, personalidade ou status. Arrazoou Morison que, se uma conspiração quisesse ter sucesso, os seus autores teriam escolhido os homens e não as mulheres, como os primeiros a verem Jesus vivo. Além disso, ouvimos que as mulheres foram as primeiras a tocar-Lhe, a falar com Ele e a encontrar o túmulo vazio.

Mais tarde, segundo as testemunhas oculares, todos os discípulos viram Jesus em mais de dez ocasiões separadas. Escreveram que Este lhe mostrou as mãos e os pés, e lhes disse para que Lhe tocassem. E alegadamente comeu com eles e depois apareceu a mais de 500 pessoas numa ocasião.

John Warwick Montgomery, um estudioso de leis, declarou: “No ano 56 d.C. [o apóstolo Paulo escreveu que mais de 500 pessoas viram Jesus ressuscitado, e que a maioria deles ainda vivia naquele tempo (1 Coríntios 15:6 em diante). Ultrapassa os limites do bom senso que os primitivos Cristãos pudessem ter fabricado tamanha história e depois a pregado entre aqueles que facilmente a refutariam, simplesmente encenando o corpo de Jesus.”[21]

Eruditos da Bíblia como Geisler e Turek concordam. “Se a ressurreição não aconteceu, porque nos daria o Apóstolo Paulo uma lista tão grande de supostas testemunhas? Ele perderia toda a credibilidade que detinha com seus leitores de Corinto ao mentir tão descaradamente.”[22]

Pedro explicou a uma multidão em Cesareia a razão de ele e os outros discípulos estarem tão convictos de que Jesus estava vivo.

E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judeia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num madeiro. A este ressuscitou Deus ao terceiro dia… nós, que comemos e bebemos juntamente com ele, depois que ressuscitou dentre os mortos. (Atos 10:39-41)

O erudito bíblico britânico Michael Green comentou: “As aparições de Jesus são tão autenticadas como qualquer evento da antiguidade. … Não há nenhuma dúvida razoável de que elas ocorreram.”[23]

Coerente até o fim

Ainda que os relatos das testemunhas oculares não fossem suficientes para desafiar o seu ceticismo, Morison ainda estava confuso com o comportamento dos discípulos. Um fato da história que tem deixado historiadores, psicólogos e céticos perplexos é que esses 11 “anteriormente covardes” passaram a estar dispostos a sofrer humilhações, torturas e morte. Todos, à exceção de um dos discípulos de Jesus, foram martirizados. Teriam eles feito tanto por uma mentira, sabendo que tinham roubado o corpo?

Os mártires islâmicos do 11 de setembro provaram que alguns podem morrer por causas falsas em que acreditam. Contudo, ser mártir por uma mentira é loucura. Como escreveu Paul Little “Homens morrerão pelo que acreditam ser verdade, podendo, no entanto, ser falso. Porém, eles não morrem por aquilo que sabem que é falso.”Os discípulos de Jesus comportavam-se de uma maneira coerente com uma crença genuína de que o seu líder estava vivo.

Ninguém explicou adequadamente por que os discípulos estariam dispostos a morrer por uma mentira que eles conheciam. Mas, mesmo que tivessem conspirado uma mentira acerca da ressurreição de Jesus, como poderiam manter essa conspiração durante décadas sem que, pelo menos um deles, vendesse a verdade por dinheiro ou posição? Moreland escreveu: “Aqueles que mentem para terem ganhos pessoais não se mantêm juntos por muito tempo, especialmente quando as dificuldades diminuem os benefícios.”[24]

O antigo braço direito da administração Nixon, Chuck Colson, implicado no escândalo Watergate, falou sobre as dificuldades de um grande grupo de pessoas de manter uma mentira por um período extenso de tempo.

“Eu sei que a ressurreição é um fato, e o Watergate provou-me isso. Como? Porque 12 homens testemunharam que viram Jesus levantado de entre os mortos, e depois proclamaram essa verdade durante 40 anos, nunca a negando. Todos eles foram espancados, torturados, apedrejados e colocados na prisão. Eles não teriam suportado isso, caso não fosse verdade. O Watergate envolveu 12 dos mais poderosos homens do mundo—e eles não foram capazes de manter a mentira nem por três semanas. Querem que eu acredite que os 12 apóstolos puderam manter uma mentira durante 40 anos? Absolutamente impossível.”[25]

Aconteceu algo que alterou tudo para esses homens e mulheres. Morison reconheceu: “Quem quer que pense neste assunto acabará por confrontar-se com um fato que não pode ter explicação fácil. … Esse fato é que… uma profunda convicção atingiu esse pequeno grupo de pessoas—uma alteração que atesta o fato de Jesus ter-Se levantado do túmulo.”[26]

Teria sido uma alucinação dos discípulos?

Há pessoas que ainda pensam ver um Elvis gordo e de cabelo grisalho a jogar dardos no café ao lado. E depois existem os que pensam ter passado a noite anterior com extraterrestres, na nave-mãe, estando a mercê de testes indescritíveis. Por vezes, algumas pessoas conseguem “ver” as coisas da forma que querem que elas sejam, coisas que não estão mesmo lá. É por isso que alguns alegam que os discípulos estariam tão fora de si e consternados após a crucificação que o desejo de verem Jesus vivo causou uma alucinação em larga escala, um efeito em massa. Plausível?

Ao psicólogo Gary Collins, ex-presidente da Associação Americana de Conselheiros Cristãos, foi colocada a questão da possibilidade das alucinações estarem por trás da radical alteração de comportamento dos discípulos. Collins comentou: “Alucinações são ocorrências individualizadas. Pela sua própria natureza, uma alucinação só pode ser observada por uma pessoa de cada vez. Certamente não é algo a ser visto por grupos de pessoas.”[27]

A alucinação não é sequer uma possibilidade remota, de acordo com o psicólogo Thomas J. Thorburn. “É absolutamente inconcebível que… quinhentas pessoas, em pleno poder das suas capacidades mentais… pudessem experimentar todos os tipos de impressões sensoriais—visuais, auditivas e tácteis—e que todas essas… experiências se devessem inteiramente a… uma alucinação.”[28]

Além do mais, na psicologia das alucinações, a pessoa precisaria de estar num estado mental em que quisesse ver o outro de tal forma que a sua mente a projetasse. Dois dos principais líderes da Igreja primitiva, Tiago e Paulo, encontraram ambos um Jesus ressuscitado, sem nenhuma expectativa ou esperança de satisfação. Pelo contrário, o apóstolo Paulo liderava as primeiras perseguições aos Cristãos, e a sua conversão continua inexplicável, excetuando o seu testemunho de que Jesus lhe apareceu, ressuscitado dos mortos.

Da mentira à lenda

Alguns céticos, pouco convencidos, atribuem a ressurreição a uma lenda que teria começado com uma ou mais pessoas mentindo ou pensando que viram Jesus ressuscitado. Com o passar do tempo, a lenda teria se expandido e recebido adornos à medida que crescia. Segundo essa teoria, a ressurreição de Jesus está no mesmo nível da távola redonda do Rei Artur, da incapacidade do pequeno George Washington de mentir e da promessa de que a Segurança Social será dissolvida quando já não precisarmos dela.

Existem, no entanto, três grandes problemas com essa teoria.

As lendas raramente se desenvolvem enquanto várias testemunhas oculares se encontram vivas para refutá-las. Um historiador da Roma e Grécia antigas, A. N. Sherwin-White, argumentou que as notícias da ressurreição se espalharam demasiado cedo e depressa para que fosse uma lenda.[29]
As lendas desenvolvem-se por tradição oral e não surgem em documentos históricos contemporâneos que podem ser verificados. Ainda assim, os Evangelhos foram escritos no espaço de tempo de três décadas após a ressurreição.[30]
A teoria da lenda não justifica adequadamente o fato de o túmulo se encontrar vazio ou da historicamente comprovada convicção dos apóstolos de que Jesus estava vivo.[31]

Porque o Cristianismo venceu?

Morison estava perplexo pelo fato de “um pequeno e insignificante movimento ter sido capaz de prevalecer sobre o domínio astuto da instituição judaica, assim como sobre o poder de Roma.” Porque é que venceu, contra todas as probabilidades?

Ainda escreveu: “No espaço de vinte anos, as afirmações desses pescadores e camponeses galileus desestabilizaram a Igreja judaica. … Em menos de cinquenta anos começaram a ameaçar a paz do Império Romano. Quando dissemos tudo o que havia para dizer… confrontamo-nos com o maior mistério de todos. Por que venceu?”[32]

Por várias razões, o Cristianismo deveria ter morrido na cruz quando os discípulos voltaram às suas vidas. Porém os apóstolos foram capazes de estabelecer um movimento Cristão crescente.

J. N. D. Anderson escreveu: “Pense no absurdo psicológico de imaginar um pequeno bando de covardes derrotados, num sótão, em um dia e, poucos dias depois, transformados numa companhia que nenhuma perseguição podia silenciar—e depois tente atribuir essa mudança dramática a uma mera farsa elaborada nada convincente. … Isso não faz nenhum sentido.”[33]

Vários eruditos acreditam (nas palavras de um antigo comentarista) que “o sangue dos mártires foi a semente da Igreja.” O historiador Will Durant observou: “César e Cristo encontraram-se na arena e Cristo venceu.”[34]

Uma conclusão surpreendente

Com as questões do mito, alucinação e autópsias imperfeitas descartadas; com as provas incontestáveis de um túmulo vazio, com um grupo substancial de testemunhas do Seu reaparecimento e com a inexplicável transformação e impacto no mundo daqueles que clamavam tê-Lo visto; Morison convenceu-se de que a sua primeira concepção contra a ressurreição de Jesus Cristo estava errada. Começou a escrever um livro diferente—intitulado Quem moveu a pedra?—para detalhar suas novas conclusões. Morison seguiu simplesmente as pistas e evidências, prova por prova, até que a verdade do caso lhe parecesse clara. Para sua surpresa, as evidências levaram-no a crer na ressurreição.

No capítulo inicial de “O livro que se recusou a ser escrito”, este anteriormente cético explica como as provas o convenceram de que a ressurreição de Jesus foi um evento histórico. “Foi como se um homem se dispusesse a cruzar um bosque por um caminho familiar, bem demarcado, e saísse de repente por onde não esperava sair.”[35]

Morison não está sozinho. Inúmeros céticos têm examinado as evidências da ressurreição de Jesus e aceitado essa como o mais incrível fato de toda a história humana. Mas a ressurreição de Jesus Cristo suscita a questão: o que tem a ver com a minha vida o fato de Jesus ter derrotado a morte? A resposta a essa questão é o tema central de todo o Cristianismo do Novo Testamento.

Jesus pode trazer significado para a vida?

“Por que Jesus?” examina a questão se Jesus é ou não relevante nos dias de hoje. Jesus pode responder as grandes questões da vida: “Quem sou eu?” Por que estou aqui? E, “Para onde estou indo?” Catedrais vazias e crucifixos nos levam a pensar que Ele não nos pode responder, e que Jesus nos deixou a mercê de um mundo fora de controle. Mas Jesus fez afirmações acerca da vida e do propósito aqui na terra, que necessitam ser examinadas antes que se escreva algo que fale de alguma espécie de impotência da Sua parte. Este artigo examina o mistério do porquê de Jesus ter vindo à terra.

Jesus é relevante hoje em dia?

Muitos pensam que Jesus Cristo quer que sejamos religiosos. Eles pensam que Jesus veio para tirar toda a diversão da vida e nos dar regrar impossíveis de seguir. Eles estão dispostos a chamá-lo de grande líder do passado, mas dizem que ele não é relevante para as suas vidas hoje em dia.

Josh McDowell era um universitário que pensava que Jesus era somente outro líder religioso que definiu regras impossíveis de seguir. Ele pensava que Jesus era totalmente irrelevante para sua vida.

Então um dia, em uma mesa de refeições de um grêmio estudantil, McDowell sentou-se ao lado de uma vibrante e jovem colega com um sorriso radiante. Intrigado, ele perguntou a ela por que ela estava tão feliz. Sua resposta imediata foi, “Jesus Cristo!”

Jesus Cristo? McDowell rosnou, disparando de volta:

“Ah, pelo amor de Deus, não comece com isso. Estou cheio de religião, cheio da igreja e cheio da Bíblia. Não comece com esse lixo sobre religião.”

Mas a jovem não se alterou e calmamente informou,

“Senhor, eu não disse religião, eu disse Jesus Cristo.”

McDowell ficou perplexo. Ele nunca havia considerado Jesus mais do que uma figura religiosa e ele não queria fazer parte da hipocrisia da igreja. Ainda assim aqui estava esta alegre cristã falando sobre Jesus como de alguém que havia trazido sentido à sua vida.

Cristo alegou responder a todas as profundas questões sobre nossa existência. Em um momento ou outro, todos nos questionamos sobre o sentido da vida. Você já olhou as estrelas em uma noite negra e perguntou-se quem as colocou lá? Ou olhou um pôr-do-sol e pensou sobre as maiores questões da vida:

“Quem sou eu?”
“Por que estou aqui?”
“Para onde vou depois que morrer?”

Apesar de outros filósofos e líderes religiosos ofereceram suas respostas sobre o sentido da vida, mas somente Jesus Cristo provou suas credenciais voltando dos mortos. Céticos como McDowell que originalmente zombavam da ressurreição de Jesus descobriram que existem evidências convincentes que isto realmente aconteceu.

Jesus concede real sentido à vida. Ele disse que a vida é muito mais do que ganhar dinheiro, divertir-se, ter sucesso e terminar em um cemitério. Ainda assim, muitas pessoas tentam encontrar sentido na fama e no sucesso, mesmo as maiores estrelas…

Madonna tentou responder a pergunta de “Por que estou aqui?” tornando-se uma diva, confessando: “por muitos anos pensei que a fama, fortuna e a aprovação popular trariam felicidade. Mas um dia você acorda e percebe que não trazem… Eu ainda sentia que faltava algo… Eu queria saber o sentido da felicidade verdadeira e duradoura e como poderia encontrá-la”.[1]

Outros desistiram de encontrar sentido. Kurt Cobain, vocal da banda grunge de Seattle Nirvana, desesperou-se com a vida aos 27 anos e cometeu suicídio. O desenhista da era do Jazz Ralph Barton também pensava que a vida era sem sentido e deixou a seguinte nota de suicídio: “Eu tive algumas dificuldades, muitos amigos, grandes sucessos; Passei de esposa a esposa e de casa a casa, visitei muitos países do mundo, mas agora estou farto de inventar coisas para preencher 24 horas do dia.”[2]

Pascal, o grande filósofo francês acreditava que o vazio interior que todos sentimos somente pode ser preenchido por Deus. Ele declara que “há um vácuo no formato de Deus no coração de cada homem que somente Jesus pode preencher”.[3] Se Pascal estiver certo, esperaríamos que Jesus não somente respondesse às questões da nossa identidade e sentido da vida, mas também nos desse esperança de vida após a morte.

Pode haver sentido sem Deus? Não, de acordo com o ateu Bertrand Russell, que escreveu: “a menos que você aceite a existência de deus, a questão do sentido da vida é insignificante”.[4] Russell resignou-se por fim a “apodrecer” no túmulo. Em seu livro Porque não sou cristão, Russell refutou tudo o que Jesus disse sobre o sentido da vida, incluindo sua promessa de vida eterna.

Mas se Jesus de fato derrotou a morte como declarado pelas testemunhas, (veja “Jesus ressuscitou dos mortos?”) então somente ele poderia falar sobre o sentido da vida e responder à pergunta “para onde vamos?” A fim de entender como as palavras, vida e morte de Jesus podem estabelecer nossas identidades, dar sentido à nossa vida e proporcionar esperança no futuro, precisamos entender o que ele disse sobre Deus, sobre nós e sobre si mesmo.

O que Jesus disse sobre Deus?

Deus é relacional

Muitos pensam que Deus é mais como uma força do que uma pessoa que podemos conhecer e aproveitar. O Deus de quem Jesus falou não é uma Força impessoal como em Guerra nas Estrelas, cuja bondade é medida em voltagem. E nem ele é um grande bicho-papão insensível no céu, tendo prazer em tornar nossas vidas miseráveis.

Pelo contrário, Deus é relacional como nós, mas muito mais. Ele pensa e ouve. Ele se comunica em uma língua que podemos entender. Jesus nos disse e mostrou como Deus é. De acordo com Jesus, Deus conhece cada um de nós intima e pessoalmente, e pensa sobre nós continuamente.

Deus é amoroso

E Jesus disse que Deus é amoroso. Jesus demonstrava o amor de Deus onde quer que fosse, ao curar os doentes e alcançar os feridos e pobres.

O amor de Deus é radicalmente diferente do nosso, pois não é baseado em atração ou desempenho. É totalmente sacrifical e altruísta. Jesus comparou o amor de Deus com o amor de um pai perfeito. Um bom pai quer o melhor para seus filhos, sacrifica-se por eles e abastece-os. Mas, pensando neles, também lhes dá disciplina.

Jesus ilustra o coração amoroso de Deus com uma história sobre um filho rebelde que rejeitou o conselho de seu pai sobre a vida e sobre o que é importante. Arrogante e teimoso, o filho queria deixar de trabalhar e “viver um pouco”. Em vez de esperar até que seu pai estivesse pronto para lhe dar sua herança, ele começou a insistir a seu pai que lhe desse mais cedo.

Na história de Jesus, o pai concede o pedido do filho. Mas as coisas não foram nada bem para o filho. Após desperdiçar seu dinheiro com frivolidades, o filho rebelde teve que trabalhar em uma fazenda de porcos. Logo ele estava tão faminto que até a comida dos porcos lhe parecia boa. Abatido e sem certeza de que seu pai lhe aceitaria de volta, ele arrumou suas coisas e voltou para casa.

Jesus conta que não somente seu pai lhe aceitou de volta, mas também correu para lhe encontrar. E então o pai foi totalmente radical em seu amor e deu uma grande festa para celebrar o retorno de seu filho.

É interessante que mesmo que o pai tenha ame profundamente seu filho, ele não foi atrás dele. Ele deixou o filho que ele amava sentir dor e sofrer as consequências de sua escolha rebelde. De maneira semelhante, as Escrituras ensinam que o amor de Deus nunca arriscará o que é melhor pra nós. Ele nos deixará sofrer as consequências das nossas próprias escolhas erradas.

Jesus também ensinou que Deus nunca compromete Seu caráter. O caráter é quem somos no fundo. É nossa essência da qual todos os pensamentos e ações resultam. Então, como é Deus? Quão profundo?

Deus é sagrado

Ao longo das Escrituras (quase 600 vezes), Deus é denominado “sagrado”. Sagrado significa que o caráter de Deus é moralmente puro e perfeito de todas as maneiras. Imaculado. Isto significa que Ele nunca possui um pensamento impuro ou inconsistente com Sua excelência moral.

Além disso, a santidade de Deus significa que Ele não pode estar na presença do mal. Visto que o mal é o oposto de Sua natureza, Ele o odeia. É como poluição para Ele.

Mas se Deus é sagrado e detesta o mal, por que não criou nosso caráter como o Dele? Por que existem pedófilos, assassinos, estupradores e pervertidos? E por que nos lutamos tanto para manter nossas próprias escolhas morais? Isso nos leva à próxima parta da nossa busca por sentido. O que Jesus disse sobre nós?

O que Jesus disse sobre nós?

Feito para um relacionamento com Deus

Se lermos o Novo Testamento, descobrimos que Jesus falava continuamente do nosso imenso valor para Deus, dizendo que Deus nos criou para ser Seus filhos.

Estrela do rock da banda irlandesa U2, Bono declarou em uma entrevista: “é um conceito surpreendente que o Deus que criou o universo esteja procurando por companhia, um relacionamento real com as pessoas….”[5] Em outras palavras, antes do universo ser criado, Deus já planejava adotar-nos em Sua família. Não somente isto, Deus também planejou uma incrível herança para nós. Como o coração do pai na história de Jesus, Deus quer nos esbanjar com uma herança de bênçãos inimagináveis e privilégios reais. Em Seus olhos, somos especiais.

Liberdade de escolha

No filme Mulheres Perfeitas, homens fracos, mentirosos, gananciosos e assassinos criaram robôs submissos e obedientes para substituir suas mulheres liberais que eram consideradas um perigo. Apesar de os homens supostamente amarem suas mulheres, eles as substituíram por brinquedos para forçar sua obediência.

Deus poderia ter-nos feito desta forma—pessoas robóticas (iPeople) programadas para amá-lo e obedecê-lo, a idolatria codificada em nós como um protetor de tela. Mas desta maneira nosso amor compulsório não teria sentido. Deus quer que O amemos livremente. Em relacionamentos reais, todos desejamos alguém para nos amar por quem somos, não por obrigação—preferimos uma alma-gêmea do que uma noiva sob encomenda. Søren Kierkegaard resumiu o dilema nesta história.

Suponha que existia um rei que amava uma humilde donzela. O rei era como nenhum outro. Todos os homens de estado tremiam perante seu poder… E ainda assim o poderoso rei derretia-se de amor por uma humilde donzela. Como ele poderia declarar seu amor por ela? De uma maneira estranha, seu status limitava seus passos. Se ele a trouxesse ao palácio e a coroasse com joias ela com certeza não resistiria—ninguém ousava resistir a ele. Mas será que ela o amaria? Ela poderia dizer que o amava, claro, mas será que seria verdadeiro?[6]

Agora vemos o problema. De maneira menos poética: Como terminar com um namorado onisciente? (“As coisas não estão funcionando com a gente, mas acho que você já sabia disso.”) Porém, para tornar o amor doado livremente possível, Deus criou os humanos com uma capacidade única: livre arbítrio.

Rebelião contra as leis morais de Deus

C.S. Lewis argumentou que mesmo que sejamos internamente programados com um desejo de conhecer Deus, rebelamo-nos contra ele desde o momento que nascemos.[7] Lewis também começou a examinar seus próprios motivos, que levaram-no a descobrir que ele instintivamente sabia discernir o certo do errado.

Lewis se perguntou de onde este senso de certo e errado vinham. Todos nós experimentamos este senso de certo e errado quando lemos que Hitler matou seis milhões de judeus ou sobre um herói ou heroína sacrificando sua vida por alguém. Sabemos instintivamente que é errado mentir e trapacear. O reconhecimento de que somos programados com uma lei moral interna levou o antes ateu à conclusão de que deve existir um “legislador” moral.

De fato, de acordo com Jesus e com as Escrituras, Deus nos deu uma lei moral para obedecer. E não somente nos afastamos do relacionamento com Ele, mas também infringimos essas leis morais estabelecidas por Deus. A maioria de nós conhece alguns dos Dez Mandamentos:

“Não mentir, roubar, matar, cometer adultério, etc.” Jesus resumiu as leis dizendo que devemos amar a Deus com todo nosso coração e o próximo como a nós mesmos. O pecado, portanto, não é o único mal que fazemos ao infringir a lei, mas também falhamos em fazer o que é certo.

Deus criou o universo com leis que governam tudo que há nele. Elas são invioláveis e imutáveis. Quando Einstein derivou a fórmula E=MC2, ele liberou o mistério da energia nuclear. Junte os ingredientes corretos sob as condições corretas e um poder imenso é liberado. As Escrituras nos dizem que a lei moral de Deus não é menos válida, pois deriva do Seu caráter.

Desde os primeiros homem e mulher, desobedecemos as leis de Deus, mesmo que tenham sido para o nosso bem. E falhamos em fazer o que é certo. Herdamos esta condição do primeiro homem, Adão. A Bíblia chama essa desobediência de pecado, que significa “errar o alvo” como um arqueiro erra seu objetivo. Por isso nossos pecados destroem o relacionamento com Deus destinado a nós. Usando o exemplo do arqueiro, erramos o alvo sobre o propósito para o qual fomos criados.

O pecado causa a destruição de todos os relacionamentos: a raça humana isolada de seu ambiente (alienação), indivíduos isolados de si mesmos (culpa e vergonha), pessoas isoladas umas das outras (guerra, assassinato) e pessoas isoladas de Deus (morte espiritual). Como uma corrente, após o primeiro elo entre Deus e a humanidade ter sido quebrado, todos os elos ligados soltaram-se.

E estamos destruídos. Como no rap de Kayne West, “eu não acho que há nada agora que posso fazer para consertar meus erros… Quero falar com Deus, mas tenho medo, pois não nos falamos há tanto tempo…” As letras de West falam da separação que o pecado traz para nossas vidas. E, de acordo com a Bíblia, esta separação é mais do que apenas letras de uma música de rap. Ela tem consequências mortais.

Nossos pecados nos separam do amor de Deus

Nossa rebelião (pecado) criou uma muralha de separação entre Deus e nós (veja Isaías 59:2). Nas Escrituras, “separação” significa morte espiritual. Uma morte espiritual significa estar completamente isolado da luz e da vida de Deus.

“Mas espere um minuto”, você pode dizer. “Deus não sabia disso tudo antes de nos criar?”

“Por que Ele não viu que Seu plano falharia?” Com certeza, um Deus onisciente saberia que nos rebelaríamos e pecaríamos. De fato, são nossas falhas que tornam o plano de Deus tão incrível. Isto nos leva à razão pela qual Deus veio à Terra em forma humana. E ainda mais incrível—a notável razão para sua morte.

O que Jesus disse sobre si mesmo?

A solução perfeita de Deus

Durante seus três anos de ministério público, Jesus nos ensinou como viver e realizou muitos milagres, mesmo ressuscitando os mortos. Ele declarou que sua missão principal era salvar-nos dos nossos pecados.

Jesus afirmou que ele era o Messias prometido que traria toda a iniquidade sobre si. O profeta Isaías havia escrito sobre o Messias 700 anos antes, dando várias dicas sobre sua identidade. Mas a dica mais difícil de entender era a de que o Messias seria tanto homem quanto Deus!

“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. E ele será chamado… Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6)

O autor Ray Stedman escreve sobre o Messias prometido por Deus: “Desde o início do Velho Testamento há um senso de esperança e expectativa, como o som de passos que se aproximam: Alguém está vindo! … Essa esperança aumenta ao longo dos registros proféticos quando profeta após profeta declara dica instigante após outra: Alguém está vindo!”[8]

Os profetas antigos previram que o Messias se tornaria a oferenda perfeita de Deus pelos pecados, satisfazendo sua justiça. O homem perfeito que se qualifica para morrer por nós. (Isaías 53:6)

De acordo com os autores do Novo Testamento, a única razão pela qual Jesus estava qualificado para morrer por nós é porque, como Deus, ele havia vivido uma vida moralmente perfeita e não estava sujeito ao julgamento do pecado.

É difícil entender como a morte de Jesus pagou por nossos pecados. Talvez uma analogia jurídica esclareça como Jesus resolve o dilema do amor e justiça perfeitos de Deus.

Imagine-se entrando em um tribunal, culpado de assassinato (você teria sérios problemas). Ao aproximar-se do júri, você percebe que o juiz é seu pai. Sabendo que ele o ama, você imediatamente começa a implorar, “Pai, deixe-me ir!”

Ao que ele responde: “eu te amo filho, mas sou um juiz. Eu não posso simplesmente deixá-lo ir”.

Ele está arrasado. Eventualmente ele bate o martelo e o declara culpado. A justiça não pode ser comprometida, ao menos não por um juiz. Mas, por ele lhe amar tanto, ele desce do júri, retira o manto e oferece-se para pagar a pena em seu lugar. De fato, ele toma seu lugar na cadeira elétrica.

Esta é a imagem mostrada no Novo Testamento. Deus desceu na história humana como a pessoa de Jesus Cristo e foi para a cadeira elétrica (leia-se: cruz) em nosso lugar, por nós. Jesus não é um bode expiatório que leva os pecados, mas sim o próprio Deus. De forma mais clara, Deus tinha duas escolhas: julgar o pecado em nós ou assumir ele mesmo a punição. Em Cristo, Ele escolheu a segunda opção.

Apesar de Bono, do U2, não ter intenção de ser um teólogo, ele declara corretamente a razão da morte de Jesus:

“O motivo da morte de Cristo é que ele assumiu todos os pecados do mundo, para que o que nós fizemos não voltasse para nós e que nossa natureza pecadora não trouxesse uma morte óbvia. É esse o motivo. Isso deveria nos manter humildes. Não são nossos bons atos que nos levam para o céu”.[9]

E Jesus deixou claro que ele é o único que pode nos levar a Deus, dizendo: “Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.”. (João 14:6)

Mas muitos argumentam que a afirmação de Jesus de que ele é o único caminho para Deus é muito limitada, dizendo que existem muitos caminhos a Deus. Os que acreditam que todas as religiões são uma só negam que temos o problema do pecado. Eles recusam-se a levar as palavras de Cristo a sério. Eles dizem que o amor de Deus aceitará a todos, independente do que fizermos.

Talvez Hitler mereça um julgamento, argumentam, mas não eles ou outros que vivem “vidas decentes”. É como dizer que Deus dá nota para a média e todos que tirarem um D- ou melhor entrarão. Mas isto apresenta um dilema.

Como vimos, o pecado é o oposto absoluto do caráter de Deus. Portanto, ofendemos aquele que nos criou e nos amou a ponto de sacrificar Seu próprio filho por nós. De certa maneira, nossa rebelião é como cuspir em sua face. Bons atos, religião, meditação nem Karma podem pagar pelas dívidas criadas pelos nossos pecados.

De acordo com o teólogo R. C. Sproul, somente Jesus pode pagar essa dívida. Ele escreve:

“Moisés podia meditar sobre a lei, Maomé podia brandir uma espada, Buda podia dar conselhos pessoais e Confúcio podia oferecer palavras sábias, mas nenhum desses homens era qualificado para oferecer redenção dos pecados do mundo. Somente Cristo é digno de devoção e servidão ilimitados”.[10]

Um presente não merecido

O termo bíblico que descreve o perdão espontâneo de Deus através da morte em sacrifício de Cristo é graça. Enquanto a misericórdia nos salva de algo que merecemos, a graça de Deus nos dá o que não merecemos. Revisemos por alguns instantes como Cristo fez por nós o que não poderíamos ter feito por nós mesmos:

Deus nos ama e nos criou para um relacionamento com Ele.[11]
Foi-nos dada a liberdade de aceitar ou rejeitar esse relacionamento.[12]
Nosso pecado e rebelião contra Deus e Suas leis criou uma muralha de separação entre nós e Ele.[13]
Apesar de merecermos julgamento eterno, Deus pagou nossas dívidas completamente com a morte de Jesus em nosso lugar, tornando uma vida com Ele possível.[14]
Bono nós dá sua perspectiva sobre a graça.

“A graça desafia a razão e a lógica. O amor interrompe, por assim dizer, as consequências das suas ações, o que no meu caso é realente ótimo, pois eu já fiz muitas coisas estúpidas… Eu teria muitos problemas se Karma fosse meu juiz no fim das contas, pois ele não perdoa meus erros, mas eu acredito na graça. Acredito que Jesus levou meus pecados em sua cruz, porque eu seu quem sou e espero que não tenha que depender da minha própria religiosidade”.[15]

Agora temos uma ideia do plano de Deus se desenvolvendo pelas eras. Mas ainda há um ingrediente faltando. De acordo com Jesus e com os autores do Novo Testamento, cada um de nós individualmente deve responder ao presente gratuito que Jesus nos oferece. Ele não nos força a aceitá-lo.

É você quem escolhe o final

Nós fazemos escolhas continuamente—o que vestir, o que comer, nossa carreira, nosso cônjuge, etc. É o mesmo ao escolher um relacionamento com Deus. O autor Ravi Zacharias escreve:

“A mensagem de Jesus revela que cada indivíduo… chega a conhecer Deus não por virtude do seu nascimento, mas sim por uma escolha consciente para deixar que Ele comande sua vida”.[16]

Nossas escolhas são muitas vezes influenciadas por outros. Porém, algumas vezes, recebemos conselhos errados. Em 11 de setembro de 2001, 600 pessoas inocentes confiaram em um conselho errado e sofreram inocentemente as consequências. Esta é a história verdadeira:

Um homem que estava no 92º andar da torre sul do World Trade Center havia acabado de ouvir um jato colidir contra a torre norte. Atordoado pela explosão, ele ligou a polícia e pediu instruções de como agir. “Precisamos saber se precisamos sair daqui, pois sabemos que houve uma explosão”, disse ele com urgência no telefone.

A voz do outro lado da linha aconselhou-o a não evacuar o prédio. “Eu aguardaria por novas instruções.”

“Muito bem”, disse o homem que ligara. “Não iremos evacuar o prédio.” Ele então desligou o telefone.

Logo após as 9hs, outro jato chocou-se contra o 80º andar da torre sul. Quase todas as 600 pessoas que estavam nos andares mais altos da torre sul pereceram. A falha em evacuar o prédio foi uma das maiores tragédias do dia.[17]

Essas 600 pessoas morreram porque confiaram em informações erradas, mesmo que dada por uma pessoa que tentou ajudá-las. A tragédia não teria ocorrido se as 600 vítimas tivessem recebido a informação correta.

Nossa escolha consciente sobre Jesus é infinitamente mais importante do que as enfrentadas pelas mal-informadas vítimas do 9/11. A eternidade está em jogo. Podemos escolher uma de três diferentes respostas. Podemos ignorá-lo. Podemos rejeitá-lo. Ou podemos aceitá-lo.

A razão pela qual muitas pessoas passam a vida ignorando Deus é por estarem ocupadas demais com seus próprios planos. Chuck Colson era assim. Aos 39 anos, Colson ocupava o escritório ao lado do presidente dos Estados Unidos. Ele era o cara “durão” da Casa Branca de Nixon, o “carrasco” que tomava as decisões difíceis. Contudo, em 1972, o escândalo Watergate arruinou sua reputação e seu mundo se desfez. Mais tarde, ele escreve:

“Eu estava preocupado comigo mesmo. Fiz várias coisas, alcancei várias coisas, tive sucesso e não dei a Deus nenhum crédito, não agradeci nenhuma fez por qualquer dos Seus presentes para mim. Eu nunca pensei em nada como sendo ‘imensuravelmente superior’ a mim nem pensei em momento algum sobre o poder infinito de Deus, não fiz nenhuma relação com Ele na minha vida”.[18]

Muitos identificam-se com as palavras de Colson. É fácil deixar-se levar pelo ritmo rápido da vida e deixar pouco ou nenhum tempo para Deus. Ignorar a graciosa oferta do perdão de Deus tem as mesmas consequências drásticas que rejeitá-la diretamente. Nossa dívida do pecado permanece sem pagamento.

Em casos criminais, poucos rejeitam um perdão completo. Em 1915, George Burdick, editor da cidade do New York Tribune recusou revelar suas fontes e infringiu a lei. O presidente Woodrow Wilson declarou um perdão completo para as ofensas que Burdick “cometeu ou possa ter cometido”. O que tornou o caso histórico foi que Burdick recusou este perdão. Isto levou o caso à Suprema Corte, que ficou do lado de Burdick e declarou que um perdão presidencial não poderia ser forçado a ninguém.

Com relação a rejeitar o perdão completo de Cristo, as pessoas indicam diversas razões. Muitas dizem que não há evidência suficiente, mas como Bertrand Russell e uma horda de outros céticos, eles não estão interessados em investigar. Outros recusam-se a olhar além de alguns Cristãos hipócritas que conhecem, indicando um comportamento sem amor e inconsistente como desculpa. E outros ainda rejeitam Cristo por culparem Deus por alguma experiência trágica ou triste que sofreram.

Contudo, Zacharias, que debateu com intelectuais em centenas de universidade acredita que o real motivo pelo qual as pessoas rejeitam Deus é a moral. Ele escreve:

“Um homem rejeita Deus não por causa de demandas intelectuais nem por falta de evidências. Um homem rejeita Deus por causa
da sua resistência moral que recusa-se a admitir que precisa de Deus”.[19]

O desejo pela liberdade moral manteve C. S. Lewis longe de Deus pela maioria de seus anos na universidade. Após sua busca pela verdade levou-o a Deus, Lewis explica como a aceitação de Cristo requer mais do que apenas concordar intelectualmente com os fatos. Ele escreve:

“O homem caído não é simplesmente uma criatura imperfeita que precisa de melhoria: ele é um rebelde que deve abaixar suas armas. Abaixar as armas, render-se, dizer que se arrepende, perceber que tem estado no caminho errado e preparar-se para recomeçar a vida… é isto que os cristãos chamam de arrependimento”.[20]

Arrependimento é uma palavra que significa uma mudança dramática de pensamento. Foi isso que aconteceu ao “carrasco” de Nixon. Após a exposição do Watergate, Colson começou a pensar de maneira diferente sobre a vida. Sentindo sua própria falta de propósito, ele começou a ler o Cristianismo Puro e Simples de Lewis que havia sido presenteado por um amigo. Advogado treinado, Colson pegou um bloco de notas amarelo e começou a escrever os argumentos de Lewis. Colson relembra:

“Eu sabia que havia chegado a minha hora… Eu deveria aceitar Jesus Cristo sem reservas como Senhor da minha vida? Era como se houvesse um portão à frente. Não havia meios de dar a volta nele. Ou passava por ele ou ficaria de fora. Um ‘talvez’ ou ‘preciso de mais tempo’ seria brincar comigo mesmo”.

Após um certo conflito interno, este ex-ajudante do presidente dos Estados Unidos realmente percebeu que Jesus Cristo merecia sua total dedicação. Ele escreve:

“E então na sexta-feira pela manhã, enquanto eu sentava sozinho olhando o mar que tanto amo, palavras que eu não sabia que entenderia ou diria saíram naturalmente dos meus lábios: ‘Senhor Jesus, eu acredito. Eu O aceito. Por favor, entre na minha vida. Eu me comprometo Convosco”.[21]

Colson descobriu que suas questões de “quem sou eu?” “por que estou aqui?” e “para onde vou?” todas são respondidas com um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. O apóstolo Paulo escreve: “Nele fomos também escolhidos, tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade”. (Efésios 1:11, A Mensagem)

Quando entramos em um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, ele preenche nosso vazio interno, nos traz paz e satisfaz nosso desejo por sentido e esperança. Não precisamos mais buscar estímulos ou satisfação temporários. Quando Ele entra em nós, também satisfaz nossas ânsias mais profundas com amor e segurança verdadeiros e duradouros.

E a coisa mais impressionante é que o próprio Deus veio como homem pagar toda a nossa dívida. Portanto, nós não estamos mais sob o castigo do pecado. Paulo afirma isto claramente aos Colossenses quando escreve:

“Antes vocês estavam separados de Deus e, em suas mentes, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação”.

(Colossenses 1:21b-22a NLT).

Por isso, Deus fez o que não podíamos ter feito por nós mesmos. Foram liberados de nossos pecados pela morte em sacrifício de Jesus. É como se um assassino em sério estivesse perante um júri e lhe fosse concedido perdão total e completo. Ele não merece o perdão, nem nós merecemos. A bênção de Deus da vida eterna é totalmente gratuita—e é para quem quiser. Mas mesmo que o perdão nos seja oferecido, é nossa escolha aceitá-lo. A escolha é sua.

Você está em um momento da sua vida em que deseja aceitar a oferta franca de Deus?

Talvez como Madonna, Bono, Lewis e Colson sua vida também tenha sido vazia. Nada do que você tentou satisfez o vazio interior que você sente. Deus pode preencher este vazio e transformá-lo em apenas um momento. Ele o criou para ter uma vida abundante de sentido e propósito. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”. (João 10:10b)

Talvez as coisas não estejam indo bem na sua vida e você tem sentido-se cansado e sem paz. Você percebe que infringiu as leis de Deus e que está isolado de seu amor e perdão. Você teme o julgamento de Deus. Jesus disse: “Eu lhe trago um presente—paz de espírito e coração. E a paz que trago não se parece com nenhuma que o mundo traz”.

Esteja você simplesmente cansado de uma vida de buscas vazias ou incomodado por uma falta de paz com o Criador, a resposta é Jesus Cristo.

Ao confiar em Jesus Cristo, Deus perdoará todos os seus pecados—do passado, do presente e do futuro, e o tornará Seu filho. E como Seu filho amado, Ele traz propósito e sentido para a vida na Terra e a promessa de uma vida eterna com Ele.

A Palavra de Deus diz: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”. (João 1:12)

Perdão dos pecados, propósito para a vida e vida eterna são todos seus se quiser. Você pode convidar Cristo para sua vida agora mesmo com uma oração. Orar é falar com Deus. Deus conhece seu coração e não está preocupado com suas palavras, mas sim com a atitude do seu coração. A seguir está uma sugestão de oração:

“Amado Deus, quero conhecer Você pessoalmente e viver eternamente Contigo. Obrigado, Senhor Jesus, por morrer na cruz pelos meus pecados. Eu abro as portas da minha vida para recebê-lo como Senhor e Salvador. Tome o controle da minha vida e me transforme, fazendo de mim a pessoa que Você quiser que eu seja.”

Esta oração expressa o desejo do seu coração? Se sim, basta orar de acordo com a sugestão acima na sua própria língua.

Ao assumir um compromisso com Jesus Cristo, ele entra na sua vida, torna-se seu guia, conselheiro, confidente e melhor amigo. Além disso, ele lhe dá forças para superar as provações e a tentação, liberando-o para experimentar uma nova vida cheia de sentido, propósito e poder.

Chuck Colson descobriu esse nosso propósito e poder. Colson admite prontamente que antes de tornar-se cristão ele era ambicioso, orgulhoso e egoísta. Ele não tinha nenhum desejo ou poder para amar os que precisavam. Porém, seus pensamentos e motivações mudaram drasticamente após seu compromisso com Cristo.

O menino que viu como Jesus

A seguinte história foi contada sobre uma família que parou numa lanchonete no dia de Natal. Eles estavam viajando, longe de casa, e pararam para descansar e almoçar.

A família de Nancy eram os únicos com crianças na lanchonete.
Nancy conta como foi.

“Eu coloquei Joãozinho, de dois anos, numa cadeira de bebê e notei que a lanchonete era calmo e todo mundo estava comendo e conversando.

De repente Joãozinho gritou “Oi, amigo.”

Meu filho bateu na mezinha da cadeira e seus olhos estavam alegres e animados.
Ele estava sorrindo e gaguejando.

Eu olhei ao redor e vi a pessoa para quem ele falou.

Num canto, perto da porta, estava sentado um mendigo.

A roupa do homem estava suja e manchada.
Eu podia ver os dedos de um dos seus pés num sapato desgastado. Seu cabelo estava assanhado.
Sentamos um pouco longe dele, mas eu imaginei como era o cheiro do homem.

O mendigo acenou no ar meio doido. “Olá meu amiguinho. Oi homenzinho. Tudo bem?” ele falou para Joãozinho.

O que é que a gente faz,”? eu perguntei a meu marido.

“Oi. Olá,” gritou Joãozinho para o homem.
Todo mundo na lanchonete olhou para a gente e depois para o homem.

Nosso almoço chegou e daí o homem realmente começou a gritar. “Meu amiguinho! Você conhece ‘Atirei um pão no ga-tô-tô’”… ?

Ninguém achou graça no mendigo. Ele obviamente estava bêbado.

Eu e meu marido ficamos constrangidos.
Mas, não queríamos criar uma cena.
Tentamos ignorar o velhinho.
Comemos em silêncio.

Mas, Joãozinho não.
Ele cantou tudo que sabia e o mendigo continuou com seus comentários.

Finalmente acabamos nossa refeição e fomos sair.

Meu marido foi pagar a conta e pediu que eu saísse logo da lanchonete.

O mendigo estava perto da porta.
Eu orei “Ó senhor, me deixe sair daqui antes que ele fale de novo com Joãozinho.”

Quando passei perto do homem eu virei de costas para ele.
Quando fiz isso, Joãozinho se inclinou de repente e se jogou para o mendigo.

Antes que podia parar ele, Joãozinho já estava nos braços do homem.

De repente um velhinho, sujo e de mau cheiro e um menino pequenino consumaram sua amizade.
Num ato de confiança total, Joãozinho deitou sua cabecinha no ombro do mendigo e sorriu.

O mendigo fechou os olhos e ninou e balançou Joãozinho em seus braços.
O tempo parecia parar.

Finalmente o velhinho abriu seus olhos e olhou diretamente nos meus.

“Tome cuidado deste menino.” Ele conseguiu dizer.
“Eu vou, sim.” Eu disse, mal conseguindo falar.

Ele levantou Joãozinho do seu ombro, e, com ternura e muita dificuldade, como se tivesse doendo muito, colocou meu menino de volta nos meus braços.

O homem disse “Deus te abençoa doutora. Você me deu meu presente de Natal.”

Eu mal consegui falar. Estava tão envergonhada.
Com Joãozinho nos meus braços, corri para o carro.

Meu marido me perguntou porque eu estava chorando.
Eu só conseguia dizer “Meu Deus, meu Deus, me perdoe.”

Eu havia acabado de testemunhar o amor de Cristo por meio de uma criancinha.
Meu filho não viu nenhum pecado, e não fez nenhum julgamento. Ele, uma criança, viu uma alma, quando eu, uma Cristã só vi roupa suja.

Eu fui uma Cristã que era cega, segurando uma criança que não foi.

Eu senti como se Deus estivesse me perguntando
“Você está disposto a compartilhar seu filho por um momento, quando eu compartilhei o meu para eternidade”?

Aquele mendigo me lembrou também, que para entrar no Reino, precisamos todos nos tornarmos como crianças.

Feliz Natal e que 2018 seja o melhor ano de sua vida, que tenhamos todos o olhar de amor de Jesus!

Levanta-te e resplandece, porque é chegada a tua luz e a glória do Senhor nasce sobre ti (Is 60:1)

No Amor de Cristo, Jesus

Equipe Universidade da Bíblia

​​Sua TV está preparada para receber o sinal digital?

No dia 30 de maio, o sinal analógico de televisão será desligado na região de João Pessoa. A programação dos canais abertos será transmitida apenas pelo sinal digital, com imagem e som de cinema. A Seja Digital, entidade não governamental e sem fins lucrativos, responsável pela gestão do processo de migração do sinal, orienta a população para dois equipamentos que podem transformar as antigas TVs de tubo em TVs aptas a receber o sinal digital, continuando a funcionar normalmente após o desligamento do sinal analógico.

Para ter acesso ao sinal digital, as pessoas que possuem televisores de tubo ou de tela plana fabricados antes de 2010 devem instalar uma antena e um conversor, que podem ser adquiridos em

​ ​lojas de eletrônicos.
Seguindo algumas recomendações simples, o sinal digital será recebido em sua casa com o máximo de qualidade.Saiba se sua residência já está preparada ou se será necessário providenciar mudanças para continuar assistindo os canais abertos de televisão:

1. Antena – Nem toda antena consegue captar o sinal digital de televisão. A antena deve ser própria para isso e a recomendação da Seja Digital é que o modelo seja externo, instalado no telhado da casa.Em caso de dúvidas, é recomendável contatar um antenista para fazer a instalação corretamente.

2. Televisor – Se o aparelho for uma televisão de tubo, será necessário instalar um conversor de sinal. Se o televisor for de tela fina e não tiver o conversor embutido, também precisará de um conversor de sinal. Para ter certeza se o televisor já tem o conversor embutido, consulte o manual do fabricante.

3. Conversor – São eles que transformam o sinal digitalem analógico para que sua TV continue com a programação. Estão disponíveis em diversos modelos e faixas de preço. Podem incluir recursos como função de gravação de programas, entrada USB para conectar pen drives com conteúdos de vídeo, conexão HDMI, central interativa de mídia e painel com funções de navegação. Os conversores também vêm acompanhados de controle remoto, o que acaba sendo um recurso adicional para TVs antigas que não tenham o acessório.

Famílias de menor renda atendidas pelo Governo Federal podem receber kits gratuitos

As famílias de menor renda atendidas pelo Governo Federal nas 13 cidades da região, onde o sinal analógico será desligado em 30 de maio, podem agendar a retirada de seu kit gratuito, contendo antena digital e conversor com controle remoto, pelo telefone 147 (ligação gratuita) ou pelo site da Seja Digital.Para saber se tem direito, a população deve acessar o portal www.sejadigital.com.br/kit, clicar em “Programa de Distribuição de Kits” no menu superior e fazer a pesquisa utilizando o NIS (Número de Identificação Social) do responsável familiar.

Sobre a Seja Digital

A Seja Digital (EAD – Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil. Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal. Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018.

Atendimento à imprensa:

Atendimento Nacional

Weber Shandwick Brasil – sejadigital@webershandwick.com

(11) 3027-0200

Atendimento Regional em João Pessoa

Pauta Comunicação – (83) 3042 5558/ (83) 98730 0428

Email geral: joaopessoasejadigital@pautacom.com.br

Leandro Ramalho – (83) 98812 8020

Gabriela Neves – (83)

​ ​98847 3805

Meu plano pra 2018

Que 2018 seja o melhor ano de sua vida!

Todo início de ano, várias pessoas têm como objetivo ler a bíblia inteira.

Mas pouquíssimas conseguem ir de verdade até o final…

…E muitas vezes acabam esquecendo totalmente o que leram.

A verdade é que precisamos guardar a palavra em nossas mentes, para que em ocasiões onde não tenhamos como ler a bíblia, por exemplo, meditarmos na palavra com o que temos em mente.

Falo isso porque memorizar as escrituras tem fortalecido a minha fé de forma sobrenatural…

…”Pois a fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus – Rm 10:17″

Isso acontece de forma muito clara quando estou ouvindo Deus falar comigo através da palavra guardada em minha mente e coração.

Pra que você não corra o risco de acabar desistindo do seu plano de leitura bíblica, eu recomendo que você faça o Curso de Memorização da Bíblia da Universidade de Bíblia.

Tenho certeza que, aprendendo a memorizar, você vai tornar tudo muito mais fácil pra esse ano de 2018.

O nome de todos os livros da Bíblia de trás para frente e de frente para trás……

A ideia e assunto dominante de cada livro da Bíblia…

E toda a divisão bíblica.

Por isso, recomendo que você não deixe pra amanhã!

Acesse aqui agora seu curso de memorização da bíblia

Comece seus estudos e memorize a partir de hoje a palavra de Deus.

O presente que não podia esperar

Terry Schaefer queria comprar um presente de Natal muito especial para seu marido Davi. Mas, ela enfrentava dois problemas.

Problema # 1 era o custo.
Problema # 2 era encontrar o que ela queria.

Sua pequena cidade de Moline tinha poucas lojas e ela procurou em todo canto.
Quando ela finalmente encontrou o que queria para seu marido, ela quase desistiu por causa do preço.

Mas, porque ela não desistiu, a vida do seu marido foi salva.

Ela teria desistida, se não fosse pela ajuda do dono da loja. Ela não tinha o dinheiro suficiente. Era um presente muito caro. O salário de seu marido como policial, apesar de adequado, deixava pouco dinheiro sobrando no final do mês.

Ela perguntou se o dono da loja não poderia guardar o presente dela e deixar ela fazer os pagamentos até Natal. Ele disse que não.

Mas, aí ele disse “Por outro lado, não posso deixar você sair daqui sem seu presente.” Ele deu o presente a ela e apenas pediu que ela o pagasse quando pudesse.
Ela estava tão animada, que não conseguiu guardar o presente. Ela deu logo a seu marido Davi, apesar de que ainda era Outubro.

Aquela foi a segunda decisão que ela nunca se arrependeu de tomar. Apenas uma semana depois, às 7:00 da manhã, ela escutou alguém batendo à porta da sua casa. O parceiro de seu marido, o outro policial que andava sempre com ele estava em frente à porta dela – sozinho.

O rosto dele estava cansado e abatido. Ele entrou e sentou no sofá. Daí ele começou a explicar para ela como, na noite antes, o marido de Terry, Davi foi baleado com um tiro de um revolver calibre .45 – a queima roupa.

Terry suspirou, não de medo, mas de alívio. Alívio por ter comprado aquele presente que ela tanto queria para seu marido. Alívio por o dono da loja ter insistido que ela levasse. Alívio por seu marido estar vestido com o presente de Natal naquela noite.

Como resultado, seu marido Davi estava no hospital e não no necrotério. O corpo dele estava ferido, não com uma bala cravado no peito, mas apenas com uma contusão. Porque ele estava vestindo o colete a prova de balas, o presente de Natal, que sua querida esposa não podia esperar para dar a ele.

Todos nós recebemos algo semelhante.
De certa forma, todos nós recebemos um presente de Natal semelhante àquele que Davi Schaefer recebeu.
• É algo que pode lhe proteger
• É algo que, com certeza, salvará sua vida, se você abrir o presente e usar.
• É um presente destinado especialmente a você.
• É um presente adquirido por um grande esforço e a um custo muito alto.

Mas, afinal de contas, cabe a você receber o presente.
Cabe a você aceitá-lo.
Cabe a você abri-lo.
Cabe a você usá-lo.
Tudo isto, só você pode fazer.
Todo o resto, Deus já fez.

Fonte : UNIVERSIDADE DA BÍBLIA 0 COMENTÁRIO ILUSTRAÇÕES E HISTÓRIAS, IMAGENS BÍBLICAS, MENSAGENS

LUTA CONTRA O CÂNCER : Voluntários doam tempo, amor e força de trabalho ao Hospital Napoleão Laureano

“O povo compreendeu o alcance do movimento que encabecei. Agradeço mais uma vez a colaboração de todos”. A frase é do médico Napoleão Laureano, fundador do hospital que leva o seu nome e que trata pacientes de câncer na Paraíba. Ele fez o agradecimento, antes da sua morte, a todos que abraçaram a causa, mas talvez não tinha a dimensão do grande número de pessoas que se engajariam nesta luta. Atualmente, a unidade hospitalar conta com 220 voluntários que doam tempo, amor e força de trabalho, fora os colaboradores que ajudam a manter o hospital filantrópico.

No Dia Internacional do Voluntário, comemorado nesta terça-feira (5), o Hospital Napoleão Laureano lembrou de todas as pessoas que colaboram ou já colaboraram com o tratamento de centenas de crianças, homens e mulheres que lutam contra o câncer. O diretor-presidente da Fundação Laureano, Carneiro Arnaud, destacou a importância dos voluntários e disse que eles levam alegria, música, carinho, alimentos e, sobretudo, amor para aqueles que mais precisam.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer cuida de todo o trabalho voluntário junto ao hospital. Fátima Vieira é uma das voluntarias e se orgulha por oferecer o seu tempo para conversar com pacientes em quimioterapia. “O trabalho é extremamente gratificante, eu costumo dizer que ganhei muito mais do que eles com isso, pois existe uma troca de experiências incrível a qual eu jamais esquecerei”, relata.

Outro trabalho realizado através de voluntários é a de entrega de turbantes feitos de forma artesanal, com o intuito de resgatar a autoestima das mulheres que perdem os cabelos. Também são oferecidas por voluntários, aulas de atividade manuais como crochê.

A música que constantemente pode ser ouvida pelos corretores do hospital também é fruto de doação de artistas que vão até o Laureano para tocar instrumentos e alegrar mais pacientes e familiares. “Muitas das tarefas realizadas por nós levam alegria e ocupação às mentes dos pacientes que, na maioria das vezes, estão bastante abalados com seu estado, através de canções, por exemplo, nós levamos não só um exercício para a mente como diversão a estas pessoas”, disse Fátima.

Voluntários – As pessoas interessadas em se tornarem voluntárias no Laureano devem entrar em contato com a Rede Feminina de Combate ao Câncer, que coordena as ações no hospital. O telefone de contato é o 3241-5373.

Assessoria

Seja humilde.

A humildade é a maior marca que um ser humano pode ter. Como é gostoso estar próximo de pessoas humildes; aprender com elas, conviver, é tão gostoso! Apesar de ser tão importante característica de pessoas de caráter, esta virtude tem sumido com o tempo.

Hoje, estamos muito preocupados em mostrar que somos capazes de fazer e, em algumas vezes, também queremos arvorar que somos capazes de fazer melhor que os outros. Vemos algo que uma pessoa está lutando para realizar e dizemos: “eu faria de outro modo e de uma maneira diferente”. No fundo, você está dizendo: “eu sou melhor do que ele”.

Paulo nos ensina a nada fazermos por contenda ou por vanglória. Quando aceitamos o desafio de considerarmos os outros superiores a nós mesmos, abrimos caminho para esvaziar o orgulho de nosso coração. Sem orgulho, nasce a humildade. E com ela, alcançamos a benção de Deus, assim como relacionamentos mais profundos e duradouros. Pense nisso, o humilde só tem a ganhar!

Deus te abençoe!

Pastor Sérgio Fernandes

77% dos paraibanos não sabem o que fazer em caso de morte

A morte sempre chega sem avisar e, para a maioria das pessoas, saber lidar com ela não é tarefa fácil. Tratar de situações burocráticas no momento em que o fato ocorre muitas vezes pode causar ainda mais sofrimento, especialmente a quem precisa resolver questões relacionadas ao falecimento de entes queridos.

Pensando em ajudar as famílias a passar por esse momento delicado, o Grupo Vila desenvolveu o portal “O que fazer em caso de morte”, com a proposta de tornar o momento menos dolorido, informando claramente quais decisões devem ser executadas diante desse fato inevitável da vida.

Uma pesquisa levantada pelo Grupo, revelou que, em João Pessoa, 77.1% da população não se prepara para o acontecimento e, além da dor da perda, também acaba passando por transtornos de ordem financeira que, em consequência, desencadeiam preocupações diversas, gerando um desconforto ainda maior diante do falecimento.

O portal oferece informações e apoio em três guias: a primeira é a Preparação, em que o internauta tem acesso a informações gerais sobre o momento em que ocorre o falecimento e como proceder; a segunda é a Superação, em que é possível encontrar matérias com dicas sobre o processo de luto, produzidas com o apoio de psicólogos especializados; e a terceira é a guia Recomeço, mostrando diversas possibilidades para quem ficou e precisa retomar a vida.

Conheça o site: www.oquefazeremcasodemorte.com.br

Censura na Internet

O Senado aprovou ontem a inclusão no artigo 57-B no Projeto de Lei da Câmara n° 110, de 2017 de um parágrafo pelo qual se obriga aplicativos e redes sociais a removerem conteúdo que entendam ser ofensivo ou contendo informação falsa em menos de 24 horas, sem necessidade de ordem judicial. Lei 9.504/1997 (Lei Eleitoral).

Autor da emenda: Deputado Aureo Ribeiro (SD/RJ).
Conteúdo: Permite a qualquer usuário obter a suspensão da publicação na Internet de conteúdo “de discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido ou candidato” sem a necessidade de ordem judicial. Google, Facebook ou Twitter e outros serão obrigados a derrubar o conteúdo com base numa simples notificação, em até 24h e serão obrigadas a fazer a “identificação pessoal do usuário que a publicou”.
Tempo que levou para ser votada pelo Senado: 5 horas
Tempo habitual médio que uma matéria tramita no Senado após aprovação na Câmara: 242 dias (Fonte: FGV Direito Rio)
Problema: A emenda fere a Constituição e o Marco Civil da Internet.
O que resta a fazer: Veto da Presidência da República ou ser considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.

Na opinião de Percival Henriques, presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br):

– Esses ataques à Internet, na maioria das vezes, é uma tentativa pura e simples de garantir censura. E na questão da reforma eleitoral é ainda pior, pois se destina a proteger os políticos da opinião pública, contra o direito de expressão.

É tanto, que no parágrafo que foi aprovado e inserido no projeto ontem, pelo Senado, fala que basta existir alguma opinião da qual o político não se agrade para que ele reclame e exija a retirada imediata do conteúdo. Isso criaria um procedimento absurdo, sem a ação da Justiça para mediar a situação.

Se hoje a imprensa e os blogueiros já são pressionados através de processos judiciais, imagine exigir a retirada dos conteúdos sem ordem judicial. A Constituição garante a liberdade de expressão mas também o direito de resposta e, se comprovados os danos, a indenização; se a acusação for pertinente e depois do direito à defesa ter sido praticado, a Justiça vai punir. Mas não se pode tirar da Justiça o seu papel supremo de mediadora de conflitos. Somente a Justiça pode garantir o o processo legal e o direito à ampla defesa.

Durante a formulação do Marco Civil da Internet houve um amplo debate em torno da questão “Note, take down”. O que é isso: tendo sido notificado, o provedor (de conteúdo) tem que baixar (retirar) o conteúdo. Foi uma questão polêmica. Na época, as entidades ligadas ao direito autoral defendiam a retirada do conteúdo, bastando uma notificação. O provedor deveria cumprir imediatamente.

Isso viola alguns princípios, por exemplo, a questão do juízo natural: quem decide as questões no Estado Democrático de Direito é a Justiça; caso contrário, não haverá espaço para o direito de defesa, para o contraditório, etc. No Marco Civil, ficou decidido que a retirada de conteúdo se daria apenas por ordem judicial, para garantir o andamento do processo, no sentido da defesa. Também não fere o princípio da inimputabilidade da rede. Ou seja, o provedor não é responsável pelo conteúdo que é publicado. O autor é o responsável. Acontece que nesses casos impensados, como nesse ponto da reforma eleitoral, a lei aponta para o provedor, como responsável por limpar as referências indesejadas na rede.

Pela assessoria, o deputado Aureo argumenta que “a emenda apresentada promete dar equilíbrio e transparência no uso das redes sociais”.

O CGI.br emitiu nota pública sobre o tema ontem:

NOTA PÚBLICA em que expressa discordância a respeito da inclusão do parágrafo 6o no artigo 57-B da Lei 9.504/1997 (Lei Eleitoral), que obriga provedores de aplicações e de conteúdos na Internet a removerem conteúdo mediante simples notificação extrajudicial em até 24h.

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento, em 05 de outubro de 2017, da aprovação, na Câmara e no Senado, do Projeto de Lei da Câmara n° 110, de 2017, que modifica a Lei 9.504/1997 (Lei Eleitoral) no artigo 57-B, incluindo dois parágrafos pelos quais:

a) “a denúncia de discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido, coligação, candidato ou de habilitado conforme o art. 5o C, feito pelo usuário de aplicativo ou rede social na Internet, por meio do canal disponibilizado para esse fim no próprio provedor, implicará a suspensão, em no máximo vinte e quatro horas, da publicação denunciada até que o provedor certifique-se da identificação pessoal do usuário que a publicou, semfornecimento de qualquer dado dodenunciado ao denunciante, salvo por ordemjudicial”;

vem a público:

1. Reiterar, no que couber, os posicionamentos expressados na “Nota de esclarecimento em razão do Relatório da CPI -Crimes Cibernéticos” e na “Nota Pública em que expressa discordância sobre o Projeto de Lei que propõe criação de Cadastro Nacional de Acesso à Internet’”, divulgadas, respectivamente, em05 de abril e 18 de outubro de 2016;

2. Destacar, novamente, a importância – para a Internet no Brasil – da garantia dos princípios que compõem o Decálogo do CGI.br, notadamente os princípios da liberdade de expressão, da privacidade dos cidadãos e da preservação da funcionalidade, segurança e estabilidade da rede, em plena consonância com o já estabelecido na Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet);

3. Esclarecer que o Marco Civil da Internet, em seu art. 19, assegura a qualquer interessado a possibilidade de exigir judicialmente a remoção de conteúdos online de qualquer natureza, inclusive de conteúdos ofensivos, falsos, ou de ódio, estabelecendo expressamente que a remoção forçada desses conteúdos deve sempre ocorrer pela via judicial; salvo nas duas únicas exceções previstas na legislação, a saber: imagens contendo cenas pornográficas ou de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes (Lei 11829/08) ou imagens próprias de nudez vazadas sem o consentimento da vítima (art. 21 do Marco Civil), sendo certo, também, que a Justiça Eleitoral possui mecanismos muito céleres para o pronto atendimento de pedidos que dizem respeito a violações às leis eleitorais, devendo sua competência institucional ser respeitada e prestigiada.

4. Pelos motivos acima expostos, o CGI.br recomenda que seja vetada a inclusão do parágrafo 6o no artigo 57-B da Lei Eleitoral, tendo em vista que essas alterações criam enorme insegurança jurídica, dificultam a tutela de direitos e garantias fundamentais e comprometem o desenvolvimento da Internet no país.

Fonte : ANID

*O que é Viver na GRAÇA?*

1. *Graça* é um favor não merecido. É dar algo de valor a quem não merece, mas precisa.
2. *Graça* é tratar as pessoas melhor do que elas merecem.
3. *Graça* é tratar as pessoas melhor do que nós esperamos ser tratados.
4. *Graça* é não desistir daqueles que desistem de nós.
5. *Graça* é dar amor ao que não merece ser amado.
6. *Graça* é ser grato, apesar da ingratidão das pessoas.
7. *Graça* é servir aos inimigos.
8. *Graça* é abençoar os que nos amaldiçoam.
9. *Graça* é falar bem de quem fala mal da gente.
10. *Graça* é orar pelos que nos perseguem.
11. *Graça* é vencer o mal com golpes de bondade.
12. *Graça* é desejar o bem para os que nos desejam mal.
13. *Graça* é perdoar, mesmo quando esse perdão não é solicitado.
14. *Graça* é se importar com aqueles que não se importam com você.
*A GRAÇA FOI A OBRA DE CRISTO NA CRUZ POR NÓS , E OS QUE CREEM PROMOVEM MUDANÇA ATRAVÉS DA GRAÇA!*

“O amor”.

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.

2 Ainda que eu tenha o dom de profecia, saiba todos os mistérios e todo o conhecimento e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei.

3 Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá.

4 O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.

6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

8 O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.

9 Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos;

10 quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.

11 Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.

12 Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma com que sou plenamente conhecido.

13 Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.

A Grandeza do Reino de Deus

O mundo já presenciou a elevação e a queda de grandes reinos e potencias mundiais, isto não é fato desconhecido para qualquer pessoa que conhece um pouco da historia universal. Dn 2.21: E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; Através da história se levantou 6 (seis) grandes Impérios Mundiais e o sétimo está vindo aí. Vejam quais são eles: Império Egípcio (Egito) – Representado pelos Faraós que se diziam deuses; Leia mais… The post A Grandeza do Reino de Deus appeared first on .: Universidade da Bíblia :. ® Teologia, Curiosidades, Estudos Bíblicos e muito mais! .

Qual vai ser o tópico de seu “jantar” hoje?

Imagine que você tem a oportunidade de jantar com Jesus. Como será a conversa? No relato da última ceia, a Bíblia lhe convida a jantar com Jesus, ouvindo suas palavras. Os ensinamentos de Jesus alimentam o espírito, nutrindo e fortalecendo. A última ceia também foi um banquete espiritual!

João 15
1 “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.

2 Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda.

3 Vocês já estão limpos, pela palavra que tenho falado.

4 Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto se não permanecerem em mim.

5 “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.

6 Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados.

7 Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e será concedido.

8 Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos.

9 “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor.

10 Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço.

11 Tenho dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa.

12 O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei.

13 Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

14 Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu ordeno.

15 Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu tornei conhecido a vocês.

16 Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai conceda a vocês o que pedirem em meu nome.

17 Este é o meu mandamento: Amem-se uns aos outros.

Massai reúne corretores de imóveis no Palazzo di Toscana para treinamento de pré-lançamento do apartamento decorado

Projetado em alto estilo, o Palazzo di Toscana promete ser referência em arquitetura arrojada e de qualidade na Capital paraibana. Essa foi a impressão dos corretores de imóveis, que puderam conhecer o apartamento decorado, em primeira mão, em um treinamento exclusivo, promovido pela Massai. A construtora, que é uma das cem maiores do País, reuniu os profissionais para explicar as funcionalidades, os diferenciais e os benefícios da edificação. O ambiente decorado, que será oferecido para venda posteriormente, conta com móveis projetados exclusivos e a automação integrada das cortinas nos três ambientes da sala.

A Massai acompanhou essas novas tendências e inovações tecnológicas e melhorou ainda mais o Palazzo Di Toscana, implementando diferenciais que entregaram benefícios aos clientes, sendo eles: mais economia , mais segurança e uma gestão mais facilitada e que proporcionará mais durabilidade das áreas comuns. Segundo o sócio da Massai, Allison Delmas Nunes, o encontro foi um momento de interação entre os corretores, que puderam dar sugestões e tirar as dúvidas sobre cada detalhe do empreendimento. “Foi uma oportunidade excelente e única para nós, como construtores, poder ouvir as opiniões de cada um e esclarecer as dúvidas que surgiram no decorrer do encontro. Nosso reforço foi a presença dos fornecedores do sistema de automação que será implantado nas áreas comuns , que proporciona um controle maior de acesso e segurança , uma melhor gestão preventiva de manutenção dos equipamentos , maior economia de energia, dentre outros. Outro reforço importante foi a presença do nosso fornecedor do sistema de ar condicionado VRF que também será implantado nas áreas comuns , que nos proporciona aproximadamente 30% de economia mensal e outros benefícios. Eles conseguiram explicar ponto a ponto nossos diferenciais para os corretores e mostrar os benefícios que serão gerados para nossos clientes de alto padrão”, disse Allison.

Para Carlos Cavalcanti, corretor de imóveis que atua há mais de 16 anos na área, conhecer o ambiente facilita significativamente no momento de apresentá-lo ao cliente. “Ao estar no decorado, é possível se sentir em casa. Assim, podemos passar de forma mais verdadeira para o cliente tudo de melhor que há nele. Estou muito satisfeito com o que vi”, ressaltou Carlos, que parabenizou a construtora. “Ser parceiro de uma construtora com uma visão de mercado diferenciada, a ponto de não fechar totalmente o projeto de um empreendimento durante a sua execução, é fantástico. Afinal, no período surgem novidades e acontecem evoluções no mercado”, destacou.

A Massai já planeja diversos treinamentos como esse para detalhar aos profissionais os diferenciais e benefícios do Palazzo di Toscana. O empreendimento fica localizado na Rua Orlando Di Cavalcanti Villar – Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa. Outras informações pelo site massai.com.br ou pelo telefone 83 3506 6800.

A oração é a chave para as vitórias de Deus na nossa vida!

Não tinha chovido durante 3 anos. A terra estava seca, o povo passava fome. Não havia uma única nuvem no céu.

Mas havia um homem que orava. Um homem normal, como você e eu, mas ele tinha fé em Deus. Ele orou e orou, sem desistir! Um dia, ele viu uma nuvem muito pequena e soube – Deus ouviu. Nessa tarde, a chuva caiu forte.

A oração é a chave para as vitórias de Deus na nossa vida!

Quando tudo parece perdido, não desista. Quando o mundo te diz que o teu problema não tem solução, não baixe os braços. Pelo contrário, levante os braços e comece a orar.
A oração te conecta a Deus, e Ele tem a solução para qualquer situação difícil. Por isso, orar é desenvolver um relacionamento de amor e poder.

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