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Assembleia aprova criação da campanha Janeiro Violeta de prevenção ao câncer de pele

“Segundo relatório da OMS, 60 mil pessoas por ano morrem de doenças relacionadas ao excesso de radiação solar no corpo. Desta forma, é urgente a necessidade de atenção redobrada com a exposição excessiva da pele ao sol”, justificou Monteiro.

05/12/2019 10:33

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (4), o projeto de Lei 541/2019, que institui no estado a campanha de prevenção ao câncer de pele, intitulada de Janeiro Violeta.  O deputado Anderson Monteiro, autor da proposta,  destacou a necessidade de incentivar a prevenção do câncer de pele entre a população, por meio dos órgãos de serviço público visando conscientizar e orientar, principalmente, à prática do exame.

“Segundo relatório da OMS, 60 mil pessoas por ano morrem de doenças relacionadas ao excesso de radiação solar no corpo. Desta forma, é urgente a necessidade de atenção redobrada com a exposição excessiva da pele ao sol”, justificou Monteiro.

O deputado Jeová Campos parabenizou o deputado Anderson Monteiro pela matéria e acrescentou que é fundamental informar a população a respeito dos cuidados em relação ao câncer de pele. Ele ressaltou que a Paraíba, por sua localização, torna-se uma área mais exposta aos raios solares causadores desse tipo de patologia. “O câncer de pele é resultado, justamente, da exposição ao sol. A partir do momento que uma ação como esta é passa a ser fundamental chamar atenção do coletivo social para voltar-se sobre a temática”, observou Jeová.

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Os deputados também votaram favoráveis ao PL 407/2019, do presidente da Assembleia Adriano Galdino, vedando a cobrança de valor adicional pelo uso de equipamentos suplementares como ar-condicionado, televisor e o serviço de internet em ambientes de leitos de hospitais, clínicas e maternidades, bem como as operadoras de plano de saúde. “Essa cobrança adicional além de abusiva, afronta a dignidade da pessoa humana, já que geralmente ocorre em situações de fragilidade dos pacientes”, justificou Galdino.

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