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Gervásio critica uso político dado ao fim do racionamento em Campina

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Gervásio Maia (PSB), criticou o uso político dado ao fim do racionamento na cidade de Campina Grande, anunciado pelo Governo do Estado “Não vejo motivo para não ter o fim do racionamento. A água está chegando e não vai parar de chegar.

24/08/2017 15:05

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Gervásio Maia (PSB), criticou o uso político dado ao fim do racionamento na cidade de Campina Grande, anunciado pelo Governo do Estado

“Não vejo motivo para não ter o fim do racionamento. A água está chegando e não vai parar de chegar. A solução está garantida então porque continuar? Só lamento porque só quem sabe é quem passa. O racionamento um dia vai acabar. Fruto de uma decisão bem pensada de tirar um sonho antigo do papel para se tornar realidade. E aos que estão equivocados, eles vão perceber, logo mais, que o caminho não é esse “, afirmou o presidente da Assembleia.

O parlamentar disse ainda que a oposição deveria pensar na necessidade dos que mais precisam ao invés de fazer palanque político.
“Os que criticam o fim do racionamento não sentem na pele a falta de água, apenas usam politicamente. É lamentável que estejam tratando um assunto tão sério dessa forma”, lamentou Gervásio .

A crise no abastecimento de água de Campina Grande e de outras 18 cidades no entorno teve início em 2014, com a redução do volume de água do açude Boqueirão, principal reservatório da região.

Com a conclusão do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco, em março deste ano, as águas começaram a abastecer o reservatório.

Recentemente, o superintendente da Agência Nacional das Águas (ANA) , Rodrigo Flecha, disse em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), que o Governo do Estado da Paraíba está, tecnicamente, 100% correto em suspender o racionamento. “ O governo está 100% correto do ponto de vista técnico. Temos todos os dados que indicam com toda segurança que Campina Grande tem condições de operar com 1,3 mil litros por segundo”, afirmou.

Fonte :Assessoria Gervásio Maia

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